
Essa calculador foi desenvolvida para dar um guia baseado em seus custos, o número de horas trabalhadas e do lucro desejado.
Fico feliz com o desenvolvimento do Ubuntu. É bom não ficar amarrado na Microsoft. Antecipo aqui que não se trata de nenhuma visão ideológica, mas sim mercadológica. Defendo a inclusão digital para o meu país, que não tem uma renda comparável a dos Estados Unidos. Então, não dá para o pessoal ficar pagando R$ 300 e tantos reais por um sistema. Por outro lado, entendo a rejeição que existia ao Linux. As versões eram chatas, não gráficas e voltadas para o meio acadêmico até aparecer o Ubuntu, o Fedora, o OpenSuse e aqui no Brasil o Kurumin etc. Mas vamos lá!!!
Ubuntu Karmic Koala (confesso que o nome é meio estranho): No desktop, ok. Tive alguns problemas na instalação, pois ela não aceitava de jeito nenhum a partição existente.
Peguei, então, um HD velho e instalei o Ubuntu 8 e só depois fiz a instalação do 9.10. Beleza!
Vou editar agora o boot.ini para que eu possa escolher via tela um HD ou o outro. Na verdade, evitar que se entre no setup para escolher os HDs. Tenho medo que outra pessoa termine mexendo na BIOS da máquina ou coisa parecida.
Em uma máquina antiga, tenho como sucata um desknote xingling PC CHIPS A900, estou tentando instalar o Remix, criado para net book. Ela estava com o Win Seven, rodando satisfatoriamente, mas não achei o driver do adaptador. Como a minha versão do Win Seven era beta, distribuída pela Microsoft, mandei-a para o espaço.
Para instalar o Remix, encontrei mais dificuldade. Fiz várias tentativas entre uma cerveja e outra. Entre uma saída e outra. Formatei o HD várias vezes etc. Terminei usando o mesmo procedimento do desktop, instalando o Ubuntu 8 primeiro, que funcionou nele também, mas não teve santo que ajudasse aceitar o Karmic Koala. Nem com Pendrive, nem com CD. No particionador, ele parava em 94%. Sacanagem a 6 pontos percentuais.
Mas como TI tem suas manhas, fui dormir e no outro dia, cedo, mandei ver. Ele particionou voando. Acho que a máquina estava quente no dia anterior, sei lá.
Surpresa, agora. Está instalando o sistema, copiando arquivos em 46%, há muitos minutos. Não sei se desligo e tento de novo ou se deixo ele lá para ver o que acontece. Vou deixar mais um pouco e depois posto aqui o resultado.
Quanto ao Windows Seven, achei-o bacaninha. Talvez, seja a redenção da Microsoft que tinha um sistema peba, cheio de frescuras, chamado Vista. O Seven rodou satisfatoriamente na máquina xingling, mas não tentei no desktop, apenas na máquina virtual.
Levinho, mas ainda é cedo para falar mais do novo sistema. Vou esperar, pois tudo é maravilhoso até o primeiro pau. Como é caro e custa tanto quanto o Vista, cautela e caldo de galinha não faz mal a ninguém.
Falsa notícia do UOL traz link para o "discurso" de saída do presidente do senado; ameaça não é reconhecida por muitos antivírus.
Pode até ser o desejo de muitos. Mas se você receber um e-mail anunciando a renúncia do presidente do senado, José Sarney, não acredite. Trata-se de mais um golpe online que tenta fazer o internauta clicar em um link adulterado para roubar dados.
E-mail finge ser notícia do UOL
Muito boa a matéria da Globo News sobre o e-reader. Acho que os jornais impressos irão acabar mesmo. A redução da utilização do papel é uma necessidade e a praticidade dos e-readers vai ser responsável por isso.
É claro que, acredito, isso levará algum tempo. A revolução talvez possa ser comparada a invenção da imprensa, pois uma das coisas interessantes é poder ouvir o jornal no carro ou em outro local sem precisar manuseá-lo.
Programas como TextAloud já fazem isso com eficiência e sem as antigas vozes metalizadas. Em português, por exemplo, tem-se a Rachel, voz feminina que se encontrar um texto bem formatado fará a leitura sem maiores percalços. Mas vamos à matéria!
Fonte: Globo News
No portal do Serpro
Passaporte inteligente está disponível ao público e representa ganho de praticidade e segurança. Serpro ajuda no processamento e atualização das informações do sistema
Até 2010, a maioria dos brasileiros residentes no exterior terão acesso ao novo modelo de passaporte, que será emitido pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE). O novo documento é emitido por duas instituições: pela Polícia Federal, para quem mora no Brasil, e pelo Ministério das Relações Exteriores para os brasileiros que vivem no exterior. O modelo é baseado nas regras da ICAO – Internacional Civil Aviation Organization, organismo da ONU responsável pela padronização mundial de documentos de viagem.
Para o diplomata e chefe da Divisão de Documentos de Viagem do Ministério das Relações Exteriores, Eduardo Mattos Hosannah, o novo sistema que está sendo implantado no Brasil tende a ser mais ágil do que o americano (que leva 16 dias para emitir o passaporte), e do que o da Espanha (que demora 32 dias para entregar ao público). A agilidade decorre do fato de o modelo brasileiro ser emitido onde o indivíduo estiver, devido à interligação eletrônica dos postos consulares em todo o mundo.
Uma das diferenças do novo passaporte é a mudança da cor verde (atual) para a azul. Porém, o maior diferencial é na segurança, contra fraudes e adulterações. O novo modelo possui um chip com informações criptografadas do usuário, que só poderão ser acessadas por certificação digital.
Fonte: Serpro
Esse dias postei aqui minhas considerações sobre a Lei Azeredo. Não é que defenda a falta de punição aos crimes virtuais, mas não entendo como essa lei funcionaria na prática. Fico pensando no trabalhador que compra seu primeiro PC e dá de presente ao filho. Depois de configurado e instalado, a primeira coisa que faz é acessar a Internet. Sem que saiba, já que nem todos sabem usar ferramentas de segurança, transforma seu PC em mais um zumbi na grande rede. E agora?
Não consigo visualizar as coisas tão simplesmente assim,como quer o legislador. É verdade que as leis podem e devem ser aperfeiçoadas. Mas até lá, como não colocar inocentes na cadeia etc? Será que é possível controlar a “mãe das redes” tão facilmente assim? Por quê será que as grandes corporações gastam milhões, bilhões de dólares todos os anos para evitar incidentes de segurança?
Voltei a esse assunto aqui porque continuo sem entender como vamos controlar os de fora para dentro e mesmo os que estão aqui dentro. Sempre que falo em Internet, me vem à cabeça uma idéia perigosa, que aprendi na disciplina de Segurança da Informação, no curso de Gestão da Tecnologia da Informação: andar na grande rede é atravessar uma nuvem escura e desconhecida. Você, às vezes, sabe onde quer chegar, sabe que chegou, mas não sabe por onde passou, quem te viu e quem te vê.Seguro mesmo, só os especialistas.
Por quê voltei ao assunto? Matéria do IDG Now mostra que na terra do tio Sam redes de computadores zumbis infestam os computadores. No texto da Network World/EUA, são descritas várias redes. Detalhe sobre o Conficker:segundo a Kaspersky, esse aí tem no Brasil suas maiores vítimas. Ninguém sabe ainda do que o Conficker é capaz. Se a lei estivesse em vigor, quem seria punido?
Vale ler a matéria do IDG Now.