Mostrando postagens com marcador Inteligência Artificial. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Inteligência Artificial. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 12 de março de 2018

A primeira guerra de robôs começou




Robôs começam a brigar no mundo real


Os mecanismos de busca já sofre com a guerra de robôs tentando ranquear um site. O Mercado Financeiro também já sofre com robôs que compram e vendem ações buscando uma taxa maior de lucro, mas pela primeira temos uma guerra de robôs no mundo real.

O Fortem DroneHunter ™ é um drone autônomo não tripulado projetado para voar e cessar  drones indesejados em áreas restritas. Ele tem como objetivo detectar, rastrear, classificar, monitorar por vídeo, inspecionar e capturar com segurança o drone intruso . DroneHunter ™ da Fortem é o primeiro sistema de contra-drone do mundo que opera além da linha de visão (BLOS) usando o radar para proteger um dia e uma noite de perímetro de ameaças de ar indesejadas.

Parte da tecnologia foi desenvolvida e melhorada ao longo de vários anos nas aplicações do Departamento de Defesa dos EUA e agora está disponível para uso comercial. As tecnologias principais incluem TrueView Radar, aprendizado de máquina, orientação especializada, coleta de dados e serviços seguros, robótica e design aeroespacial e plataformas de comando e controle abertas para que os clientes detectem, rastreiem, classifiquem e atenuem os drones indesejados. A estação terrestre aberta e segura oferece flexibilidade operacional de vários DroneHunters ™.

Segundo Fernando Azevedo, sócio da Silicon Minds, é uma notícia altamente inovadora. Pela primeira vez, vemos fora do mundo virtual robôs autônomos em "combate" no mundo real e ainda disponíveis para um consumidor não militar.

Silicon Minds usa Inteligência artificial para seus clientes ranquearem melhor no Google e conseguirem mais vendas e Fernando completa que a mesma tecnologia pode ser usada para uma guerra no mundo real com uma evolução constante de técnicas de ataque e defesa.
A ONU fez recentemente uma reunião para proibir a ação de robôs contra humanos, porém será que também vale para não atacar outros robôs?

Diferente do filme "O Exterminador do Futuro", parece que os robôs não serão caveiras metálicas segurando metratalhadoras, mas sim drones altamente inteligentes.
Os drones caçadores lançam uma visão assustadora do futuro onde drones atacam e drones defendem um território, todos autônomos e sem intervenção de pessoas.


Sobre: 
Silicon-Minds busca maneiras efetivas para marcas e pessoas físicas conquistarem uma presença positiva online, por meio de E-Commerce, Seo, Apps e Online Reputation. A empresa de Reputação Online é americana, fundada em 2014 por brasileiros, com sede em Miami e Vale do Silício.



Fonte : http://silicon-minds.com/ 

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Inteligência artificial: Pode um robô ser presidente?

Alguns cientistas acreditam que a inteligência artificial pode tomar melhores decisões do que o líder de um país: um robô não pode ser comprado por lobistas nem será influenciado pelo dinheiro ou incentivos pessoais.

O presidente norte-americano, Donald Trump, passa as noites sozinho na Casa Branca a ver as notícias de todo o mundo. Do tempo em que era empresário herdou ainda o hábito de se levantar de madrugada para escrever no Twitter onde publica o que lhe vai na alma – o vídeo em que aparece a bater num homem com o logotipo do canal televisivo CNN foi um dos mais recentes.

Agora, de acordo com a “Politico Magazine”, um pequeno grupo de cientistas e pensadores acredita que pode haver uma alternativa de salvar o presidente – e o resto da humanidade- destes ataques de raiva. Assim que a tecnologia avançar o suficiente, eles acreditam que se deve colocar um computador a cargo do país. O objetivo é que seja a inteligência artificial a tomar as decisões mais complicadas. Pode fazê-lo “melhor e sem o drama dos nossos presidentes humanos”, avisam.

No entanto, se imagina uma máquina do estilo “Terminator” está enganado. A máquina estaria guardada num qualquer armário na Casa Branca. Para estes cientistas, um robô pode levar em conta grandes quantidades de dados sobre uma determinada política. Poderia ainda prever armadilhas que escapassem à mente humana e pensar as opções de forma mais fiável, sem impulsos ou tendências individuais.

Mark Waser, um especialista em Inteligência Artificial, afirma que os robôs tomarão melhores decisões do que os humanos. Natasha Vita-More, presidente de uma organização sem fins lucrativos, “defende o uso ético da tecnologia para expandir as capacidades humanas” e espera que seja possível ter um líder que não possui um corpo humano.   
Também o empreendedor Zoltan Istvan afirma que com a inteligência artificial “um presidente não pode ser comprado por lobistas nem será influenciado pelo dinheiro, incentivos pessoais ou incentivos familiares”.

Esta é uma ideia que tem feito parte da ficção científica desde a década de 50. Já o escritor Isaac Asimov imaginava um mundo em que as máquinas pareciam ter consciência e inteligência humana. 

Claro que substituir um humano por um robô na Casa Branca não seria simples. Como é que uma máquina se encaixaria num sistema democrático? E como decidiria sobre questões morais? Segundo Istvan os eleitores deveriam ser chamados a pronunciar-se sobre a programação inicial do sistema e os programadores também deveriam ser nomeados por voto popular.

Alguns cientistas mantêm mesmo a convicção de que um robôt pode liderar uma nação no espaço de 30 anos, o que obrigaria a alterações na Constituição. No entanto, nem todos estão de acordo com este pensamento. “Os sistemas tecnológicos não são livres de preconceitos nem automaticamente justos apenas porque são números”, diz Madeleine Clare Elish, uma antropóloga na Universidade de Columbia. “O meu maior medo é que a tecnologia possa codificar os preconceitos e defeitos dos seus criadores”, alerta.

Fonte: Jornal Económico