Mostrando postagens com marcador Caribe. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Caribe. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Twitter confirma que imagens de protestos na #Venezuela estão sendo bloqueadas

O governo de Nicolás Maduro continua reprimindo os veículos de notícias na Venezuela. Uma semana depois de cortar o sinal da emissora NTN24 enquanto transmitia ao vivo os protestos e de revogar a permissão de trabalho de jornalistas da CNN, o governo venezuelano, segundo confirmou o Twitter a BBC Mundo, está bloqueando as imagens publicadas no microblog no país. Logo depois de ter o sinal cortado, a NTN24 afirmou que sua conta de Twitter havia sido hackeada.

Marcha até o Palácio da Justiça de Maracaibo. Foto: 18 de fevereiro de 2014 via Wikimedia Commons
Nu Wexler, porta-voz do Twitter, disse à BBC Mundo que acredita que o governo esteja bloqueando o conteúdo, já que os afetados afirmam que o problema se produz exclusivamente em conexões do provedor de internet Compañía Anónima Nacional Teléfonos de Venezuela (Cantv), embora a empresa, que fornece mais de 90% da conexão à internet no país, tenha desmentido.

Segundo o jornal La Nación, este apagão informativo é o pior que os venezuelanos já sofreram em décadas: os canais privados se autocensuram e não dão informação que contradiga a versão oficial sobre as manifestações, e os canais públicos operam como porta-vozes do governo. Globovisión, canal de notícias crítico ao governo, foi comprado por entidades próximas a Maduro, e vários jornalistas renunciaram após a evidente censura dos protestos da semana passada.

Com a censura da mídia, Twitter é uma das poucas janelas que os venezuelanos opostos ao governo têm para difundir a informação que os meios não mostram, apesar de haver sempre o risco da mensagem, que se difunde de forma não centralizada, ser passada sem a devida verificação.

Segundo La Nación, a censura à mídia é resultado de uma lei venezuelana que proíbe que se faça apologia ao ódio e à violência, o que gera problemas porque a redação da lei deixa aberto aos funcionários do governo interpretar o que constitui "ódio e violência".

"Fui chamado de ditador, não importa. Mas vou endurecer as normas para acabar com o sensacionalismo e com a propaganda que alimenta a morte”, disse Maduro, justificando a perseguição à imprensa. Nas últimas semanas, Maduro acusou a imprensa internacional de atentar contra o governo e de instigar uma guerra civil.
A Sociedade Interamericana de Imprensa condenou a censura e repressão a meios do país, e também se manifestou em relação à hostilidade aos jornalistas estrangeiros. Segundo dados publicados pelo Colegio Nacional de Periodistas, Sindicato Nacional de Trabajadores de Prensa, e a organização não governamental Espacio Público, 55 de 61 casos reportados de violações `s liberdade de expressão correspondem a agressões contra jornalistas enquanto cobriam as manifestações em todo o país.

Segundo Infobae, o apagão informativo também foi fortemente criticado pela Associação de Entidades jornalísticas Argentina (ADEPA), e seus pares no Brasil, Colômbia, Chile, Equador e Peru.

Desde a tentativa de golpe de Estado em 2002, quando o presidente Hugo Chávez foi tirado temporariamente do poder, o governo reprime a mídia. Radio Caracas Televisión cessou transmissões em 2008 depois que Chávez se negou a renovar sua licença de operação, acusando-os de haver incitado o golpe, segundo La Nación. 

Também foram fechadas várias estações de rádio comerciais, substituídas por emissoras “neutras” sem estilo informativo. Nos últimos meses, vários jornais precisaram parar de circular por falta de papel na Venezuela.
BBC Mundo publicou uma lista de opções para fugir da censura dos provedores de internet, e Repórteres Sem Fronteiras (RSF) publicou uma carta aberta a Maduro denunciando que o direito à informação está em risco na Venezuela. 

Fonte: Jornalismo nas Américas

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Wikivoyage, um guia de viagens colaborativo da Wikimedia

Vai viajar e está procurando informações sobre o local? A Wikimedia lançou um novo serviço para ajudar na tarefa. A organização responsável pela Wikipedia divulgou nesta terça-feira, 15, o Wikivoyage, um guia de viagens colaborativo, gratuito e livre de publicidade, nos mesmos moldes da enciclopédia mais popular da internet.

O serviço já está disponível em nove diferentes idiomas, entre os quais está o português. A princípio, há cerca de 50 mil artigo prontos, que são editados e melhorados por um grupo de 200 editores voluntários.

"Há uma grande demanda por informação sobre viagens, mas poucas fontes são compreensíveis e não-comerciais. Isto está prestes a mudar", informa Sue Gardner, diretor executivo da Wikimedia Foundation. A intenção é criar um serviço útil para os viajantes e o órgão confia em sua comunidade para fazer a plataforma crescer.

Apesar de seu lançamento oficial ter acontecido nesta terça-feira, o Wikivoyage não é um serviço novo. Ele foi criado em 2006 e era mantido nos idiomas italiano e alemão. Os fundadores sugeriram a migração para a Wikimedia e a doação da marca para a organização, o que foi aprovado em outubro de 2012. A migração para os novos servidores se deu em novembro e, neste dia 15, o projeto sai oficialmente da fase beta.

A data de lançamento também não foi escolhida por acaso. A data marca o aniversário de 12 anos da fundação da Wikipedia.

Fonte: Olhar Digital

domingo, 28 de outubro de 2012

Sandy animado e ao vivo pelo Crisismap da Google

Sandy é um furacão que deverá trazer risco de vida e inundações para os EUA na noite entre segunda-feira e  terça-feira. A informação é da Google, que liberou uma ferramenta para que os internautas acompanhem a evolução de Sandy. Têm links para o Youtube e a posição dos ventos, com a possibilidade de utilização do Google StreetView.



    


 De acordo com a BBC Brasil, após deixar mais de 40 mortos ao passar pelo Caribe, o furacão Sandy ganhou força em sua trajetória rumo à costa leste dos Estados Unidos, onde deve chegar entre segunda-feira e terça-feira. 

 O site diz que, embora o Sandy tenha sido reduzido para a categoria de tempestade tropical, o furacão rapidamente retomou intensidade e voltou a ser um forte ciclone. 

 O fenômeno passou a ser chamado de "Frankenstorm" por combinar elementos de ciclones e de tempestades de inverno. Uma série de Estados americanos, entre eles Nova York e Pensilvânia, declararam estado de emergência e pediram que os moradores estoquem água e comida. 

A Marinha dos EUA fez um alerta para que todas as embarcações baseadas em Norfolk, na Virgínia, naveguem para alto mar para evitar a passagem do ciclone pela costa. 

 Fonte: Crisesmap e BBC Brasil

Veja a cobertura ao vivo da supertempestade  Sandy: