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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Com histórico de localização, Google, entre outros, sabe onde você esteve

Você lembra onde você foi no mês passado? Como foi seu dia ontem? Todos os lugares que você visitou? Acredito que a resposta seja não! Você pode não lembrar, mais o Google sabe!!!!
Tela do Google Location History da minha conta ontem:



Google Location History
Google Location History
Ficou interessado? Você pode configurar pra mostrar tudo o que você fez em um período também, tipo um mês inteiro. Para funcionar seu telefone  têm que estar habilitado a opção de histórico de localização e você precisa acessar o site usando a mesma conta habilitada no celular.
Quer conferir? Acesse o site aqui.
Lembrando que se você acessar


Fonte:  SuperInteressante

Leia também:

China proíbe funcionários do governo de usar dispositivos da Apple

O IP das Coisas: Até a geladeira pode denunciar o dono na internet

 

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Por dentro do Centro de Dados da Google

A Google decidiu mostrar como funciona seus Centros de Dados. De acordo com a empresa, pouquíssimas pessoas já pisaram dentro dos data centers do Google e por uma boa razão: a  prioridade principal, dizem eles,  é a privacidade e segurança dos  dados.

De acordo com a Google, a empresa faz tudo para proteger os usuários e , por isso, as informações são mantidas em locais sob extrema segurança.


"Apesar de já termos compartilhado nossos designs e melhores práticas e publicado nossos dados sobre eficiência desde 2008 (links em inglês), um número muito pequeno de funcionários tem acesso ao andar dos servidores", informou a Google. 


Tradução automática:

00:01
Sempre que você usa um produto da Goolge,  está se conectando a nossos Centros de Dados ao redor do mundo.

00:07
Vamos dar uma olhada e ver como  funcionam.

00:17
Funcionários do Google que aqui trabalham e mantêm o centro de Dados em funcionamento 24 Horas por dia.

00:25
A Sala de rede é a primeira parada do nosso Centro de Dados.

00:30
Solicitações são feitas aos servidores corretos e estes permitem o fornecimento de dados. 

00:36
Centros como esses se comunicam com outros em outros lugares do mundo. 

00:38
No salão do Servidor, computadores poderosos lidam com tudo. Desde bilhões de buscas e hospedagem

00:45
São vídeos do YouTube e até a proteção de seu  e-mail contra vírus.

00:49
Nós. projetamos os servidores para serem compactos e eficiente energeticamente. 

00:56
Pará garantir que você tenha acesso aos seus dados quando quiser, nós matemos tudo armazenado em pelo menos dois servidores .

01:05
Nós armazenamos também uma outra cópia dos dados em fitas digitais. 

01:13
Quando há a quebras de um disco rígido nós o destruímos  com nosso triturador de disco. Ele apaga Todo o Seu Conteúdo. É uma medida  extra de  Segurança.

0
01:21
Como as máquinas estão sempre  trabalhando, há sempre torres de resfriamento como esses tubos.

01:28
Há água para  resfriá-las e mante-los funcionando. QUANDO  a água esquentaa nós bombeamos ela de volta para fora

01:34
Onde há a evaporação.

01:37
Agora Que Você conhece o Centro de Dados da Google explore o centro de Dados com o Google Street View.

domingo, 9 de setembro de 2012

Bina finalmente é reconhecido como invenção de brasileiro pela justiça, diz Estadão




Depois de 20 anos de disputa judicial com as operadoras de telefonia, o inventor mineiro Nélio Nicolai, 72 anos, começa a obter reconhecimento oficial por seu principal invento: o Bina, aplicativo que permite identificar previamente as chamadas telefônicas, nos aparelhos fixos e celulares. 

Somente no Brasil, o Bina custa mensalmente a cada assinante R$ 10 ou US$ 6. E são 256 milhões de celulares com esse serviço no País, o que produz faturamento mensal de R$ 2,56 bilhões. Isso apenas no Brasil.

As operadoras Claro/Americel e Vivo são as primeiras a se manifestarem: a primeira, em razão de composição judicial, que extinguiu o processo movido pela Lune (empresa de Nélio), e a segunda por condenação judicial, determinando a indenização, o que deverá provocar medidas judiciais similares envolvendo operadoras que utilizam o Bina, o segundo invento brasileiro efetivamente universalizado. O primeiro foi o avião, por Santos Dumont.
A decisão da 2.ª Vara Cível de Brasília determina que a Vivo pague em juízo "o correspondente a 25% do valor cobrado pela ré por conta do serviço de identificação de chamada para cada usuário e em cada aparelho".
Nélio é ainda autor de mais quatro inventos incorporados mundialmente à telefonia: o Salto (sinalização sonora que indica, durante uma ligação, que outra chamada está na linha), o sistema de Mensagens de Instituições Financeiras para Celular, que permite o controle de operações bancárias via celular; o Bina-Lo, que registra chamadas perdidas; e o telefone fixo celular.
Não há hoje, em todo o planeta, quem fabrique um telefone, celular ou fixo, sem inserir a maioria desses recursos. Como se trata de invento patenteado, esse uso, nos termos da Lei de Patentes, em todo o mundo, precisa ser remunerado, seja como transferência de tecnologia e/ou royalty.
Mas não foi, embora o Bina tenha conferido ao seu inventor duas comendas internacionais: um Certificado e uma Medalha de Ouro do World Intellectual Property Organization (Wipo), reconhecendo e recomendando a sua patente, além de um selo da série Invenções Brasileiras, concedido pelo Ministério das Comunicações.
A conquista ocorre, por ironia, exatamente quando acaba de cessar a vigência (20 anos) da patente de seu invento, em 7 de julho passado. A patente resistiu a todas as tentativas de anulação que lhe moveram na Justiça as operadoras e fabricantes multinacionais e os direitos gerados naquele período são agora irreversíveis.

sábado, 14 de julho de 2012

Backup do GMAIL: como fazer (atualizado)


A Google tem o serviço de e-mail gratuito mais popular do mundo. Muitas pessoas dependem do GMAIL, mas não tem a mínima ideia do que fazer se precisar transferir mensagens existentes de uma conta para outra. A alternativa do momento é o Gmvault. O programa salva e-mails e permite “subir” o backup caso necessário. 

Note-se que o Gmvault é um programa beta. De acordo com o Wikipédia, a versão beta, geralmente software , é a fase de desenvolvimento e testes de um aplicativo.  No entanto, esses produtos muitas vezes são popularizados bem antes de sair a versão final. 

Veja como fazer o backup e restaurar sua conta do Gmail com Gmvault.
O programa trabalha com as contas de e-mail e aplicativos da Google. Primeiro é preciso baixar e instalar o programa Gmvault . Existem versões para Windows, Mac, Linux etc. 

Finalizada a instalação do Gmvault, você está apto a iniciar o backup da conta do Gmail. O Gmvault só permite linha de comando. Se você é da época do DOS ou tem familiaridade com o Linux, não terá problemas. Para quem não gosta de linhas de comando, não existem alternativas por enquanto. Mas não é uma tarefa difícil. É só ter paciência. Digite gmvault-h e aperte enter para obter uma lista dos comandos básicos.
Para sincronizar a conta do Gmail, digite gmvault sync youremail@gmail.com e aperte a tecla enter.
Depois disso, aperte enter novamente e uma janela irá aparecer para você autenticar o acesso ao Gmail.
Depois de autenticar com o Google, volte para Gmvault e aperte enter novamente para iniciar o processo de sincronização. 

O Gmvault vai começar a fazer backup de toda a sua conta do Gmail para o seu computador. Isso poderá levar algum tempo e dependerá da quantitade de e-mails que você tem no servidor do Google. Sabe aquele filme que você deixou para assistir mais tarde? Vá vê-lo.
O Gmvault permite você ter backups do Gmail até determinada data. Isso ajudará você  executar uma verificação rápida para baixar novos e-mails apenas após o backup. Divirta-se!

Atualizado em 15/07/2012

Outra alternativa é o Gmail Backup 

Para baixar o Gmail Backup clique no linK:  http://www.gmail-backup.com/download/

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Indústria e serviços de TI ganharão programa de estímulos do governo


Está em gestação no Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) o Programa Estratégico de Softwares e Tecnologia de Informação (TI) que o governo federal prepara para estimular o crescimento do setor, aumentar a presença de empresas internacionais no mercado nacional e melhorar o desempenho das exportações.
A meta do programa será aumentar em 50% a participação do segmento na economia até 2020, conforme antecipou o Secretário de Política de Informática do MCTI, Virgílio Almeida, à Agência Brasil. Atualmente, a área de TI tem cerca de 4% do Produto Interno Nacional (PIB), o governo quer que em oito anos o peso alcance a 6%.
Para atingir a meta, Almeida considera fundamental aumentar as exportações da indústria instalada no Brasil e a presença de prestadores de serviço no exterior. O setor movimenta cerca de US$ 73 bilhões por ano, mas desse valor apenas US$ 3,1 bilhões foram obtidos com exportações. “Há espaço para ações visando às exportações”.
Para vender mais, o governo espera que empresas estrangeiras se instalem no Brasil e tragam seus centros de pesquisa e desenvolvimento, onde criam e aperfeiçoam tecnologia. Para Almeida, o Brasil pode ser atrativo neste momento de estagnação econômica na Europa, nos Estados Unidos e no Japão por causa do mercado interno e por causa das políticas de compra do Estado, que representa cerca de um terço da demanda em TI.
O Programa Estratégico de Softwares e TI adotará a certificação de produtos desenvolvidos no Brasil como exigência para dar margem de preferência nas compras públicas.
Além do uso de compras públicas (já previsto em lei), certificação e mercado interno, Almeida crê que o país poderá ser atrativo ao se especializar no fornecimento de tecnologias de informática para atividades econômicas em que se destaca como óleo e gás (exploração na camada pré-sal, especialmente), mineração e agronegócio. Ele também acredita que o país poderá ser plataforma de produção para o mercado latino-americano e lusófono.
A iniciativa do MCTI é bem acolhida pelas empresas do setor, conforme informa Ruben Arnoldo Delgado, presidente da Associação para a Promoção da Excelência do Software brasileiro (Softex). “O governo está fazendo o seu papel” elogiou antes de assinalar, no entanto, que o programa a ser lançado em agosto é esperado desde abril. “É preciso agir mais rápido”.
Delgado salienta que a elaboração de política de incentivo do setor deve ser abrangente porque já há vários segmentos especializados. Ele defende que mais empresas internacionais entrem no país, “precisamos ter o DNA globalizado”, mas se preocupa com a concorrência e a disputada pelo mercado interno e pela mão de obra escassa. A carência de recursos humanos especializados é problema que preocupa tanto o governo como as empresas.
Conforme o presidente da Softex, falta mão de obra com formação em escola técnica, para trabalhar na base dos processos produtivos. A falta desse tipo de força de trabalho faz com que programadores se empreguem como técnicos (que tem remuneração menor) e deixe descobertas as suas atividades. Ruben Arnoldo Delgado elogiou o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) como meio para qualificar o pessoal que falta na área de TI.
A Softex apresentou hoje na sede do MCTI em Brasília a segunda edição da pesquisa Software e Serviços de TI: A Indústria Brasileira em Perspectiva na qual estima que haja 73 mil empresas no Brasil (96% firmas com menos de 20 empregados), com mais de 660 mil empregados, e apresentando um crescimento de 8,2% ao ano, acima, por exemplo, dos índices da indústria nacional.
O ministro Marco Antonio Raupp (MCTI) elogiou a pesquisa e disse que os dados serão úteis para o Programa Estratégico de Softwares e TI. Para Raupp a perspectiva do governo é “trabalhar ombro a ombro” com as empresas para que o setor possa crescer.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Novo recurso na busca do Google pode criar poderoso rival para o Siri

Novo recurso na busca do Google pode criar poderoso rival para o Siri

IDG News Service / EUA
21-05-2012
Ao tornar buscas mais inteligentes, Knowledge Graph pode fazer frente ao assistente da Apple; engenheiros dizem estar mais próximos de computador de "Star Trek".

Na superfície, o Knowledge Graph da Google parece apenas mais um recurso de busca, mas ligue os pontos e ele pode se tornar o cérebro por trás de um assistente virtual parecido com o Siri, da Apple.
Em um post de blog, o engenheiro da Google, Amit Singhal, deu uma boa dica de que há mais no Knowledge Graph do que os olhos veem: “Estamos orgulhosos de nosso primeiro pequeno passo – o Knowledge Graph – que nos permitirá tornar as buscas mais inteligentes, nos movendo para mais perto do computador de ‘Star Trek’ que eu sempre sonhei em construir”, escreveu Singhal.
A Google já usou a referência a “Star Trek” antes, ao discutir sua abordagem para o reconhecimento de voz no Android. Veja o que o engenheiro da Google, Matias Duarte, disse em entrevista recente para o Slashgear: “Se o Siri é o ‘Star Wars’, você tem essas personalidades robôs como C-3PO que corre por aí e ele tenta fazer coisas para você, faz algumas besteiras e faz piadas, ele é uma espécie de alívio cômico. Nossa abordagem é mais no estilo ‘Star Trek’, com a Enterprise; todo pedaço de superfície de computação, tudo é consciente de comandos de voz. Não é como se tivesse uma personalidade, não tem um nome, é apenas um ‘Computador’.”
Adicione esses comentários aos rumores de que a Google está trabalhando em um assistente virtual de codinome Majel – em homenagem a esposa do já falecido criador de “Star Trek”, Gene Roddenberry – e é fácil especular para onde a Google está indo: Siri vs Knowledge Graph. Ao contrário dos comandos de voz existentes no Android, o Siri entende linguagem. O assistente da Apple não precisa depender de um sistema rígido de instruções (como o “Navegar Para” para caminhos ou “Escute” para música, do Android), porque ele consegue separar palavras a partir frases faladas de forma natural. Isso torna o Siri muito mais acessível, e a Google terá de surgir com algo parecido.


Mas com o Knowledge Graph, a Google parece estar pensando um passo à frente. Com qualquer conjunto de palavras chave, o Knowledge Graph tenta descobrir o que os usuários realmente querem. A engine consegue descobrir os fatos mais importantes sobre uma pessoa ou lugar, e trazer esses detalhes para superfície. Quando um termo de busca possui vários significados (como a fruta maçã/apple ou a empresa Apple), o Knowledge Graph sabe perguntar o que você quis dizer. Como Singal apontou, as informações que a Google mostra para o termo Tom Cruise responde a 37% das próximas pesquisas das pessoas sobre ele.
A Google pode ter um melhor sistema para responder perguntas, se a empresa puder apenas arrumar a parte da linguagem natural igual ao Siri. Em vez de simplesmente mostrar uma página do Yelp ou do Wolfram Alpha, como o Siri faz, a Google poderia potencialmente colocar o que pensa ser as informações mais relevantes na web. A companhia já desenvolveu uma versão do Knowledge Graph para aparelhos móveis, por isso a base já está no lugar. Obviamente, isso tudo é apenas especulação, mas dados os pensamentos avançados da Google em tornar a busca mais inteligente, e a importância cada vez maior dos aparelhos mobile, o Knowledge Graph parece ter grandes chances de desempenhar um papel importante na resposta do Android para o Siri.

Fonte: PCWorld