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segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Investimentos globais em Segurança da Informação devem ultrapassar os US$ 80 bi em 2016





Em sua última projeção sobre o mercado de segurança da informação, a consultoria Gartner prevê que os investimentos em produtos e serviços de segurança chegarão a US$ 81,6 bilhões até o fim de 2016, montante que corresponde a um crescimento de 7,9% em relação ao total investido em 2015.


Atualmente, as categorias que mais recebem investimento são as áreas de consultoria e terceirização de TI, mas até o fim de 2020 devemos assistir a um aumento nos investimentos em segurança preventiva, especialmente em testes de segurança e prevenção de perdas de dados (DLP) – a empresa prevê que 90% das empresas devem implementar ao menos uma forma de DLP até 2018.

Também haverá maior adoção de soluções de gerenciamento de eventos e informações de segurança (SIEM) e gateways web seguros (SWGs), mas devemos ver uma combinação dessas soluções com estratégias de detecção e resposta.

Segundo a analista sênior da Gartner, Elizabeth Kim, “organizações estão focando em detecção e resposta porque uma abordagem preventiva por si só não consegue bloquear ataques maliciosos (…) nós recomendamos fortemente que as empresas equilibrem seus gastos para incluirem as duas coisas”.
Saiba mais neste link.

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Dr. #Google irá adivinhar doenças a partir de sintomas

Já tem algum tempo que muitas pessoas buscam informações sobre doenças e tratamentos médicos na internet. Por mais que a prática não seja recomendada, os engenheiros de Mountain View preferiram não ignorar a prática. Um novo algorítimo incorporado em seu sistema de busca vai permitir que o Google analise os sintomas descritos pelos usuários e forneça uma lista de possíveis doenças que eles possam indicar.

Na prática, trata-se de uma inversão de como as pesquisas funcionavam até agora. O método tradicional os usuários buscavam por doenças específicas e a partir dessa informação eram exibidos os possíveis sintomas. A partir de agora, se um usuário procurar por “dor em um lado da cabeça”, por exemplo, o Google mostrará as condições relacionadas, como dor de cabeça (óbvio), gripe, sinusite, enxaqueca, ou problemas mais graves como cefaleias agudas.


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Por enquanto, o novo sistema de buscas do Google só está disponível apenas nos Estados Unidos.
Segundo a empresa, a ferramenta visa reduzir a ansiedade do usuário que acordou com uma dor de cabeça que não passa de jeito nenhum e quer saber se ele precisa procurar um médico. Em vez de procurar em fóruns de medicina com termos que ninguém conhece, o Google pretende entregar uma lista de doenças compatíveis com os sintomas mais comuns para, de acordo com a gravidade, “incentivar uma consulta a um médico“.


Para reforçar a seguridade das informações, o Google analisou quais são os sintomas mais procurados e se reuniu com uma equipe de médicos da Harvard Medical School (Faculdade de Medicina de Harvard) e da Clínica Mayo, um dos principais hospitais dos EUA. Por enquanto, a ferramenta só está disponível em inglês e para usuários americanos, mas a empresa promete disponibilizar a ferramenta para mais localidades em breve.

Fonte: ShowMeTech

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

The Independent será apenas digital

O jornal The Independent, um dos mais importantes da Inglaterra, deixará de circular na versão impressa, informou o The Guardian.


A expectativa é que as últimas edições sejam vendidas no final de março – mais precisamente no dia 26. O jornal terá agora apenas a versão digital.

Não se sabe ainda quantos de seus 150 funcionários perderão seus empregos. O jornal existe há três décadas e o fim da circulação impressa mostra a mudança da imprensa para um futuro digital, opinou Evgeny Lebedev, dono da publicação.

"A indústria dos jornais está mudando, e essa mudança está sendo conduzida pelos leitores", disse ele ao The Guardian.


Via  Brasil 247

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Itamaraty alerta mulheres sobre relacionamento com estrangeiros pela web


Disponível em 16 países, o Ligue 180 Internacional recebe denúncias de abusos contra brasileiras por parte de parceiros no exterior

As brasileiras que se relacionam com estrangeiros pela internet devem ter cautela antes que o envolvimento se torne algo mais sério e resulte, por exemplo, numa viagem ao exterior. Diante de diversos relatos de mulheres que se tornaram vítimas  nas mãos de parceiros estrangeiros, o Itamaraty disponibiliza em seu Portal Consular um alerta para que elas não sejam alvo de nenhum tipo de violência no exterior.

"É um alerta de bom senso. É uma questão de cautela que nós devemos ter sempre nos relacionamentos com desconhecidos", afirma a diretora do Departamento Consular e de Brasileiros no Exterior, Luiza Lopes da Silva.
Segundo a diretora, existem casos de mulheres que se enchem de esperanças, formam uma opinião e nem mesmo familiares e amigos conseguem fazê-las desistir de uma viagem, pois elas depositam todas as expectativas no relacionamento virtual. 




Atualmente, os casos de violência contra a mulher no exterior podem ser reportados por meio do Ligue 180 Internacional, versão do disque-denúncia disponível em 16 países, numa parceria entre o Ministério das Relações Exteriores e a Secretaria de Política para as Mulheres, do Ministério das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos.

Por meio do serviço, e também nas representações diplomáticas, o Itamaraty recebe relatos dramáticos de mulheres que iniciam relacionamentos pela internet utilizando ferramentas de tradução disponíveis pela internet, uma vez que, em alguns casos, o casal não tem nem mesmo o domínio de um idioma em comum. Ainda segundo o órgão, muitos estrangeiros buscam relacionamentos com mulheres brasileiras apenas interessados no visto brasileiro.

"Para nós brasileiros é difícil entender, porque nós pensamos que uma cidadania cobiçada é uma cidadania americana ou europeia. Mas a brasileira também é, e nossas compatriotas descobrem isso da maneira mais dura", ressalta a diretora.
Uma das vantagens da cidadania brasileira, por exemplo, é a dispensa de visto para entrar em países da União Europeia. De olho nisso, relatos apontam que alguns estrangeiros têm buscado o contato com as mulheres brasileiras, se casam e o relacionamento dura o tempo necessário para a obtenção do visto.
De acordo com a diretora, a ideia do Itamaraty não é desestimular esse tipo de relacionamento, mas apenas atentar para os cuidados necessários para o sucesso nesse tipo de envolvimento.

"Claro que têm histórias que dão certo, de relacionamentos que são bem-sucedidos e são felizes, mas infelizmente nós conhecemos mais da outra categoria, porque são esses que batem na porta do consulado", afirma Luiza.
Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério de Relações Exteriores e da Secretaria de Políticas para as Mulheres

domingo, 15 de novembro de 2015

Competição e ética no jornalismo móvel

Quando se trata de divulgar notícias de última hora, já vai longe a época em que era necessário esperar que uma agência de notícias distribuísse a informação. Atualmente, as redações dependem, em grande parte, de  testemunhas-oculares e do conteúdo criado por usuários [1](User Generated Content – UGC) para alertar o público sobre acontecimentos em andamento e providenciar conteúdo multimídia para as matérias.

Para o especialista em mídia Fergus Bell, tratar desse conteúdo (UGC) de uma maneira ética é fundamental para o futuro do jornalismo. Como co-fundador da Iniciativa UGC de ética da ONA (Online News Association), ele acredita que o projeto é um modelo sustentável para lidar com os conteúdos criados por usuários visando proteger os jornalistas e suas fontes, ao ampliar a confiança da público nas organizações jornalísticas.

“Há maneiras de ser competitivo e ético ao mesmo tempo. Acho que isso exige que a indústria trabalhe em conjunto. Existem alguns padrões a que podemos chegar – só por se tratar de uma coisa nova, isso não significa que não podemos nos reunir e falar sobre o assunto”, disse ele durante um discurso.

A sustentabilidade significa criar confiança para que redações e jornalistas continuem a gozar de confiança para tratar do UGC de uma maneira ética e profissional. Veja, abaixo, o que deve e não deve ser feito para criar um fluxo de trabalho sustentável para tratar de um UGC na redação.

O que deve ser feito: 
Seja transparente

– Certifique-se de que sua audiência sabe que você está tratando de um UGC.
“A transparência é fundamental aqui e volta à sustentabilidade. Nossas audiências estão procurando este conteúdo. Elas são capazes de checar por conta própria e precisam certificar-se de que nós fazemos o mesmo.
Precisam compreender um pouquinho melhor nossos padrões e a maneira pela qual trabalhamos. Não se trata de preencher o tempo, mas mostrar-lhes que sabemos o que estamos fazendo.”

– Não use programas pirateados
Fergus Bell acha que a era do software gratuito está chegando ao fim. Ele recomenda o uso de serviços pagos, como o DataMinr, Geofeedia e SAM, para filtrar para o UGC e valorizar suas matérias.

-Aproveite ao máximo a interatividade das redes sociais
TweetDeck, Google Trends e o Facebook Signal são recursos válidos para localizar o UGC e selecionar material de arquivo para a divulgação de matérias de última hora.

“No mínimo, é um trampolim para aquilo que você quer ler, para aquilo que você vai querer num futuro próximo”, disse Bell.


O que não deve ser feito:
 
– Republicar matérias sem verificação da origem
Só porque outros veículos estão incorporando conteúdo não verificado, isso não significa que você o tenha que fazer. Ao invés de percebê-lo como uma receita em potencial perdida, considere-o um lucro em potencial. E se você não puder verificar uma fonte? Fergus Bell recomenda procurar uma nova fonte.
“Se você concluir que a fonte está errada, que os acontecimentos são ultrapassados e o conteúdo é falso, então pare. No longo prazo, sai muito caro ficar verificando alguma coisa. Se algo não está certo, comece a procurar algo que esteja [certo].”

– Confiar nos avisos sobre filiações e interesses de autores (disclaimer)
“Eu incentivaria a ignorar os avisos porque é uma coisa sem valor. Qual valor tem um desmentido senão o de esconder fatos por trás dele? Sei que isso pode chocar, mas quem vai sair ganhando nisto serão os profissionais que bancam o conteúdo que firmam ser disseram ser o correto”, disse Bell.

– Bombardear as testemunhas com exigências
Como parte do fluxo de trabalho na redação, desenvolva uma estratégia no sentido de que as testemunhas oculares não recebam muitas exigências de sua organização. Isso pode parecer não profissional – tanto para suas fontes em potencial quanto para o público mais amplo.

– Deixe tudo por conta da automação
Fergus Bell disse que embora venham ocorrendo avanços na verificação feita pelo UGC – o que inclui o trabalho provocado por redes tecnológicas voltadas para o sistema nervoso –, a ferramenta mais importante ainda é o seu cérebro.
Seus instintos, experiência e conhecimento ainda não podem ser replicados – nem pelas máquinas mais avançadas. “Você precisa saber quando está olhando para alguma coisa que não é real ou não foi carregada de acordo com um padrão estabelecido”, disse Bell. “Boa parte do conteúdo recusado foi devido à forma pela qual surgiu.”

[1] Conteúdos produzidos por usuários é uma expressão recente para designar noticias e dados enviados por indivíduos praticantes de atos jornalísticos , sem formação especializada

Jason Howie, do site journalism.co.uk/news
Via Observatório de Imprensa

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Criador do antivírus @Mcafee quer suceder a Barack Obama

John Mcafee, criador do primeiro antivírus comercial do mundo, é candidato à Presidência dos EUA. A candidatura vai ser feita através do Cyber Party, um partido político que o próprio decidiu fundar. A Mcafee foi comprada pela Intel.

 A confirmação foi dada pelo próprio à CNN . A Wired ,  no entanto, publicou que a decisão ainda não está tomada. Isto porque Mcafee ainda não sabe se será o candidato ou dará  apoio a outra pessoa. Mas o milionário norte-americano diz que recebe milhares de e-mails com pedidos para que ele seja candidato. 

Há quem diga que os papéis oficiais de candidatura já foram encaminhados à Comissão Federal de Eleições e foram validados pela entidade, escreve o The Hill. Também já está online uma página oficial de candidatura, na qual é possível ver McAfee com a bandeira dos EUA.

A candidatura vai ser feita através do Cyber Party, um partido que John Mcafee decidiu fundar e que tem ideais fortes em torno da tecnologia, um indústria crucial para a economia norte-americana.
Apesar dos planos e intenções que possa ter para os EUA, John Mcafee não é uma figura consensual,  por causa dos comportamentos excêntricos.

 


O fundador da Mcafee saiu do Belize em 2013 por ser suspeito de um homicídio.

 Via SAPOTex

domingo, 9 de agosto de 2015

#Twitter: Veja como é fácil criar tuites falsos

Definitivamente, não dá pra confiar em mais nada e mais ninguém. :-) Como se não bastasse ser extremamente fácil forjar uma mensagem de qualquer usuário do Twitter – usando serviços online como o http://www.lemmetweetthatforyou.com/ –, tweetes ‘embedados’ também não são mais confiáveis do que esse screenshot aí em cima. 

Segundo matéria do TNW, “há uma forma de ‘embedar’ tweetes usando o JavaScript que permite que você altere várias de suas propriedades, incluindo fonte, data, números de retweets e favorites e até seu conteúdo. Basta copiar e colar o trecho de código JavaScript na sua página, alterando o ‘tweet ID’ para o ID do tuite que você deseja alterar. O resultado é um tuite ‘embedado’ que parece legítimo, mas que diz qualquer coisa que você quiser” – leia na íntegra aqui.



Fonte: Beware @Blue Bus

terça-feira, 5 de maio de 2015

O acordo do Facebook coloca em risco o futuro da Internet?

A PROTESTE e outras 33 entidades que participam da campanha Marco Civil Já entregaram, na quarta-feira (22), carta à presidente Dilma Rousseff com críticas ao possível acordo entre o Facebook e o governo, anunciado  no último dia 10, para levar internet à população de baixa renda e de áreas isoladas do país.

O projeto Internet.org, implementado pela rede social em países da América Latina, África e Ásia, viola direitos assegurados pelo Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965), como a privacidade, a liberdade de expressão e a neutralidade da rede.

Ao prometer o "acesso gratuito e exclusivo" a aplicativos e serviços, o Facebook está na verdade limitando o acesso aos demais serviços existentes na rede e oferecendo aos usuários de baixa renda acesso a apenas uma parte da internet.

Esta estratégia da rede social, realizada em parceria com operadoras de telecomunicações e provedores de conteúdo, desrespeita o princípio da neutralidade, ainda que garanta o uso dos aplicativos e conteúdos mais populares. No longo prazo, pode gerar concentração dos serviços de infraestrutura, de acesso à internet e conteúdos, restringindo a liberdade de escolha do usuário. A cartelização do mercado e a falta de estímulo a preços baixos comprometem os objetivos de universalização.




Ou seja, o projeto Internet.org fere a livre concorrência e a liberdade no fluxo de informações, já que em alguns casos, o acesso à internet e a conteúdos são fornecidos pelas mesmas empresas. E também viola o princípio da privacidade, já que dados pessoais dos usuários podem ser disponibilizados, deixando-os vulneráveis a interesses comerciais e pressões políticas.

Na carta, é pedido que não seja firmado qualquer acordo com o Facebook, relacionado ao projeto Internet.org, que tenha como objetivo "fornecer acesso grátis à internet"; e que qualquer parceria futura a ser fechada com a rede social ou qualquer outra empresa respeite os direitos garantidos pelo Marco Civil, em especial o da neutralidade da rede. O movimento Marco Civil Já pede também que o governo realize amplo debate com a sociedade civil antes de fechar acordos desse tipo, da mesma forma como foi feito com o Marco Civil da Internet.




Fonte: Proteste

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

CGI.br promove reunião aberta para debater a regulamentação do Marco Civil

Encontro contará com a participação dos conselheiros do Comitê e será transmitido em tempo real pela web

O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) inicia nesta sexta-feira (27) uma nova etapa do debate com a sociedade sobre a regulamentação do Marco Civil da Internet, Lei 12.965/2014. A partir das 10h, haverá uma reunião com os conselheiros do CGI.br aberta para a participação de todos os interessados por meio de streaming de vídeo ao vivo na web. Quem segue o NIC.br no Twitter também poderá participar com o envio de perguntas por meio da hashtag #marcocivil e #cgibr.

Um dos objetivos do encontro é apresentar os resultados obtidos na chamada de contribuições do CGI.br para a regulamentação do Marco Civil, disponível nos últimos dois meses (de 19 de dezembro a 20 de fevereiro) por meio de uma plataforma online. “Recebemos importantes e significativas colaborações que serão analisadas e discutidas durante a reunião. Será um diálogo aberto, inclusive para quem quiser fazer novas contribuições”, esclarece Demi Getschko, diretor-presidente do NIC.br e coordenador do Grupo de Trabalho (GT) multissetorial do CGI.br criado para acompanhar as propostas de regulamentação do Marco Civil.

O CGI.br recebeu 138 contribuições, oriundas de 14 diferentes estados e de organizações do setor acadêmico, empresarial e terceiro setor, além de contribuições individuais de pesquisadores e interessados. Todas as propostas de contribuições estão públicas no site http://marcocivil.cgi.br/contribuicoes/.

Os temas para a regulamentação do Marco Civil da Internet tratam principalmente da neutralidade da rede (parágrafos 1 e 2, artigo 9º), da privacidade e sigilo das comunicações (parágrafo 3, artigo 11), manutenção de registros de conexão e registros de acesso a aplicações (artigos 13 e 15, respectivamente) e proteção de registro e dados pessoais (parágrafo 4, artigo 10).

Depois da reunião aberta o GT multissetorial do CGI.br analisará todas as contribuições antes de elaborar um documento final e divulgar os consensos a que chegar. Aprovada em 23 de abril de 2014, a Lei nº 12.965 prevê que o CGI.br será ouvido, assim como a Anatel, no processo de regulamentação sobre a Neutralidade de Rede (artigo 9º, parágrafo primeiro) bem como das políticas de promoção da racionalização da gestão, expansão e uso da Internet (artigo 24, inciso II).

Além do processo participativo do CGI.br, o Ministério da Justiça também abriu debate público até o dia 31 de março sobre a regulamentação do Marco Civil da Internet e outro sobre o Anteprojeto de Lei para Proteção de Dados Pessoais, que seguirá até o mês de abril. As colaborações podem ser enviadas por meio de um portal de participação (www.participacao.mj.gov.br). Igualmente a Anatel abrirá consulta pública sobre o Marco Civil.

Sobre o Comitê Gestor da Internet no Brasil – CGI.br
O Comitê Gestor da Internet no Brasil, responsável por estabelecer diretrizes estratégicas relacionadas ao uso e desenvolvimento da Internet no Brasil, coordena e integra todas as iniciativas de serviços Internet no País, promovendo a qualidade técnica, a inovação e a disseminação dos serviços ofertados. Com base nos princípios do multissetorialismo e transparência, o CGI.br representa um modelo de governança da Internet democrático, elogiado internacionalmente, em que todos os setores da sociedade são partícipes de forma equânime de suas decisões. Uma de suas formulações são os 10 Princípios para a Governança e Uso da Internet (http://www.cgi.br/principios). 


Fonte:  http://www.cgi.br/

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Hervé Falciani conta como e porque roubou arquivos do HSBC

Hervé Falciani, o homem que está na origem do caso Swissleaks, revela as razões que levaram ao roubo dos arquivos no banco suíço onde trabalhava. 

Hervé Falciani divulgou uma lista de mais 100 mil nomes titulares de contas bancárias no HSBC que utilizaram este banco suíço para fugir ao fisco e fazer lavagens de dinheiro.

 Clique na imagem para assitir ao vídeo

Fonte: SIC Notícias

 

Os apps gratuitos são mesmo de graça?

Existem milhões de apps gratuitos para dispositivos móveis no mercado, mas a maioria deles inclui um "preço oculto" que não é divulgado. Alguns apps gratuitos procuram algo em troca.


Outubro foi o mês de Conscientização Nacional da Segurança Cibernética (National Cyber Security Awareness). Existem milhões de apps gratuitos para dispositivos móveis no mercado, mas a maioria deles inclui um "preço oculto" que não é divulgado. Alguns apps gratuitos procuram algo em troca.

Os apps para dispositivos móveis transformaram a forma como interagimos com nossos smartphones e tablets. Se você estiver procurando uma forma rápida de acessar suas contas bancárias, uma ferramenta para torná-lo mais produtivo enquanto estiver em trânsito ou um jogo para se distrair no ponto de ônibus, haverá um app para cada uma dessas situações. Lembre-se, porém, de que tudo o que você fizer no seu telefone ficará armazenado nele. Com os smartphones se tornando um banco dos nossos dados pessoais, a preocupação com a privacidade certamente aumenta. No entanto, violações de dados nem sempre são provenientes de malware em dispositivos móveis ou tentativas de phishing.

Com centenas de milhares de apps gratuitos no Google Play, por exemplo, existem sempre várias opções de escolha em cada categoria de apps. Como o download de muitos deles pode ser feito em poucos segundos, em apenas alguns minutos você pode instalar uma ferramenta que pode trazer uma funcionalidade nova e inovadora para seu dispositivo móvel. Mas essa simplicidade e gratificação instantânea do processo de download podem também se transformar em seus piores inimigos. Seus amigos podem estar animadíssimos com um novo app gratuito, e você corre para fazer o download dele e ficar a par da novidade. Entretanto, você já parou para pensar o que torna esse app uma ferramenta gratuita?

O "preço" oculto dos aplicativos gratuitos para dispositivos móveis

Quase 50% dos apps gratuitos utilizam publicidade incorporada, de acordo com os dados do Symantec Threat And Response (STAR) de agosto de 2014. Alguns contam com bibliotecas de anúncios incorporadas ao app. Durante o processo de instalação, os usuários podem não perceber que outros aplicativos podem estar incluídos no app que está sendo baixado. As permissões que você concede ao aplicativo pai são também concedidas aos outros apps integrados; nesse caso, a biblioteca de anúncios incorporada ao app. Essas permissões permitem que a biblioteca de anúncios tenha acesso potencialmente aos serviços de localização, a seu catálogo de endereços, mensagens de texto, e-mails e mais. Essas bibliotecas podem então usar esses serviços para rastrear agressivamente seus hábitos de uso a fim de personalizar os anúncios de acordo com os seus interesses. Esses anúncios podem causar comportamentos bastante intrusivos e irritantes, como a inclusão de anúncios na sua barra de notificações ou de ícones na sua tela inicial, que podem ser vinculados diretamente aos anúncios. Essencialmente, essas informações e a inclusão de anúncios nos seus dispositivos são o "preço" oculto que você "paga" para usar o aplicativo. Além da invasão de privacidade, esses apps secundários são também um grande peso no hardware do seu telefone, como o processador e a duração da bateria.

Um pouco mais de cuidado pode trazer grandes resultados para a manutenção da sua proteção:
  • Ao instalar um app, examine cuidadosamente os serviços aos quais o aplicativo solicita acesso. Por que um app de previsão de tempo deseja acessar o seu catálogo de endereços? Saiba que não há nada de errado em negar permissão ao app se a solicitação não for relevante às funções às quais ele se presta.
  • Ninguém tem paciência para isso, mas ao fazer o download de um app, leia a política de privacidade dele antes de prosseguir com a instalação. A política de privacidade deve fornecer uma boa indicação de quais informações o app pretende acessar no seu telefone e o que pretende fazer com elas. Se essas informações não estiverem claras na política de privacidade, não faça o download do app, pois do contrário você ficará no escuro em relação ao que acontecerá exatamente com suas informações. Ao concordar com o Contrato do Usuário, você concede legalmente ao desenvolvedor do aplicativo permissão para ele coletar informações pessoais e fazer o que desejar com elas, o que às vezes envolve a venda desses dados para terceiros. A leitura dos Contratos de Usuários e Políticas de privacidade de um app permitirá que você tome uma decisão informada sobre o quanto da sua privacidade você está disposto a fornecer.
Con Mallon, Diretor Sênior de Gerenciamento de produtos de dispositivos móveis para usuários domésticos na Symantec, oferece três dicas importantes para a segurança de apps e destaca que existem vários sinais indicadores no Google Play destinados a promover a transparência sobre as credenciais de um app.
Três dicas importantes para a segurança de apps
  • Leia as críticas sobre os apps na App Store. A classificação de um app pode fornecer informações relevantes.
  • Verifique quando o app foi publicado. Como você se sente usando um app que acabou de ser lançado ou que é usado por poucas pessoas? Como isso se encaixa no seu nível de tolerância a riscos?
  • Não clique no botão "Instalar" precipitadamente. Para aplicativos do Android, você verá uma lista de "permissões" que o desenvolvedor do app estará solicitando para o app. Se várias permissões estiverem sendo solicitadas, pare um pouco para pensar: esse aplicativo precisa mesmo de tudo isso?
Portanto, apesar de um app gratuito não solicitar nenhum pagamento, ele deseja algo em retorno: o acesso às suas informações pessoais. Os desenvolvedores de apps tendem a obter seus lucros através de serviços publicitários, o que cria a ilusão de que o app está sendo oferecido gratuitamente aos usuários. O que você deve pensar ao instalar um app é o quanto da sua privacidade você está disposto a revelar em troca do seu uso.
Se você deseja eliminar a "adivinhação" do processo de identificação de riscos em apps e se manter no controle de sua privacidade, considere fazer a assinatura de um serviço de segurança que contenha tecnologia de verificação de aplicativos que analisa e relada os comportamentos do apps, como o Norton Mobile Security ou o Norton Security, caso queira proteger também seus PCs e Macs, além dos dispositivos móveis.

Fonte: 

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Dez Estratégias para um detox de Mídia Social. Receita para os fortes

Arte Mashable
O Facebook está deixando você triste, o Twitter atrapalha suas tarefas cotidianas e o Instagram tira sua concentração. Sem falar no WhatsApp que virou epidemia. 

Estas são apenas algumas das reclamações feitas contra a mídia social. Pode ser verdade ou não essas declarações, mas concordamos em um ponto: se livrar em alguns momentos das mídias sociais pode nos deixar um pouco melhor.

Afastar-se do bate-papo nas redes pode parecer assustador, mas o que este texto publicado no site Mashable pretende mostrar é que ninguém vai sentir algum tipo de perda. Surpreendido? Há outros benefícios diz também os autores. Você pode ter um pouco mais de sono quando o aplicativo do Facebook não está chamando a atenção antes de você dormir. Você pode ler um livro nas férias em vez de verificar o Instagram. Coisas desse tipo. Você nunca saberá até tentar, destaca os autores.

Mas como resistir ao canto da sereia da mídia social? Aqui está um tipo de ajuda com uma fórmula de detox em mídia social para este verão, sem você precisar se esconder no deserto.


1. Elimine aplicativos de mídias sociais do telefone ou tablet 

Remova qualquer aplicativo de todos os seus dispositivos móveis. Lembre-se que esses aplicativos podem ser instalados de volta com facilidade e há quase sempre a opção de verificar esses sites a partir do navegador.

2. Peça a um amigo para mudar sua senha 

Encontre um (a) amigo (a) de confiança - de preferência com uma boa memória - para alterar a senha da sua conta de mídia social favorita. Combine com o (a) amigo (a) um tempo e peça a ele (a) que envie uma nova senha no prazo estipulado. Uma semana, por exemplo.


3. Temporariamente bloquear sites com ajuda externa

Você passa muito tempo surfando em sistemas de mídia social durante o horário de trabalho? Bloqueie certos sites por um período de tempo. Aplicativos de autocontrole como o LeechBlock para Firefox irá barrar sites que sugam o seu tempo, por exemplo.

4. Crie uma regra e cumpra

Crie regras. Entrar no Facebook só após as 18h. Instagram somente nos fins de semana. Twitter só no trabalho. Se você adora compartilhar, tente postar fotos semanalmente em vez de diariamente ou apenas atualizar seu status uma vez.

5. Organize-se com listas

As funções “listas” no Facebook e Twitter pode organizar as postagens de pessoas favoritas em fluxos eficientes. Criar uma lista de "amigos e familiares" em ambas as redes pode ajudar.

7. Comece-se um leitor de RSS

Em vez de procurar as notícias favoritas em sites como o Facebook, Twitter ou Tumblr, use um leitor de RSS.

8. Lembrando dos aniversários

Facebook tem um bom recurso para lembrar dos aniversários, mas o Calendário do Google pode ser um ainda melhor. Gaste 30 minutos de sua vida para descobrir o aniversário dos seus amigos importantes e dos membros da família e coloque no Calendário do Google como “datas importantes”. Eu fiz isso e não me arrependo.

9. Substitua um impulso com outro

Fique longe do smartphone quando estiver entediado. Treine-se para fazer algo diferente. Use um leitor eletrônico de livros, como o Kindle, e-Lev e Kobo. Vá tocar um instrumento ou faça outra coisa coisa.

10. Decisão radical. Elimine suas contas

Ao falar sobre um programa detox é difícil não mencionar a opção final: eliminação. Essa opção não é para os fracos de coração. 

  Fonte: Mashable 


Uso excessivo de mídias digitais e má alimentação de adolescentes


Resultados de um estudo publicado no The American Journal of Clinical Nutrition demonstram uma relação entre o tempo de utilização de mídias de tela e a ingestão de alimentos e bebidas de baixa qualidade nutricional, frequentemente veiculados nas mídias digitais.

Trata-se de um estudo tipo coorte com uma amostra composta por 4.604 meninas e 3.668 meninos com idade entre 9 e 15 anos que foram acompanhados por um período de 2 anos. Através de questionários previamente validados para a população adolescente, que foram preenchidos pelos participantes do estudo, os autores avaliaram as relações longitudinais entre o tempo de utilização de mídias de tela (televisão, jogos eletrônicos, DVDs) e mudança no consumo de alimentos de baixa qualidade nutricional (ABQN) que são comumente anunciados nessas mídias (bebidas açucaradas, fast-foods, doces, salgadinhos) e baixa ingestão de frutas e hortaliças.

Cada aumento nas horas por dia na televisão, jogos eletrônicos e DVDs foi associado com o aumento na ingestão de ABQN total (que é a soma de todos esses alimentos; variação: 0,10-0,28 porções/dia, p < 0,05), com o aumento da ingestão de bebidas açucaradas, fast-foods, doces e salgadinhos (variação: 0,02-0,06 porções/dia; p < 0,001) e com a diminuição do consumo de frutas e hortaliças (intervalo: 20,05-20,02 porções/dia, p <0,05).

“Os resultados desse estudo fornecem evidências adicionais de que o marketing de alimentos pode mediar ligações entre tempo de utilização das mídias de tela, dieta e adiposidade. Consequentemente, essas mídias poderiam ser menos obesogênicas, por isso poderiam reduzir a quantidade de marketing de produtos não saudáveis voltados para a juventude”, afirmam os autores.

Referência(s)

Falbe J, Willett WC, Rosner B, Gortmaker SL, Sonneville KR, Field AE. Longitudinal relations of television, electronic games, and digital versatile discs with changes in diet in adolescents. Am J Clin Nutr. 2014; 100:1173–81


Publicado em Nutritotal 

Leia também: Cérebro esta sendo alterado pela tecnologia do século XXI





   
   

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Google acredita que computadores vão roubar empregos em breve

Para o CEO do Google, Larry Page, as constantes evoluções no setor de inteligência artificial podem fazer com que, em pouco tempo, computadores e robôs ocupem vagas de emprego que existem hoje. Em entrevista ao Financial Times, o executivo falou sobre mudanças no conceito de trabalho . “Quando computadores são capazes de assumir postos de trabalho, a maneira como pensamos no trabalho é modificada. Não há maneira de contornar isso.”
-----larry-pageLarry Page falou da evolução tecnológica e das mudanças nas relações de emprego (Imagem: Reprodução) 
Leia Mais:
Futuro da profissão? Robôs já escrevem artigos, revela pesquisa
“Seja excelente ou você será substituído por um robô”, alerta colunista do TechRepublic

Ele acredita que as novas tecnologias serão capazes de tornar empresas e negócios 10 vezes mais eficientes, o que pode resultar numa queda do preço dos produtos e serviços. Page afirmou que projetos inovadores que podem fazer diferença na vida das pessoas estão travados porque as pessoas que trabalham neles não estão satisfeitas com as funções que desempenham.

“Quando projetos assim são pensados, não estão em busca de avanços técnicos fundamentais. Eles são conduzidos por pessoas ambiciosas que simplesmente trabalham neles”, explicou. “A ideia de que todos devem atuar servilmente fazendo algo ineficiente apenas para manterem seu trabalho simplesmente não faz sentido para mim. Essa não pode ser a resposta certa”, conclui Page.


Fonte: Portal Comunique-se

Futuro do Jornalismo? Robôs já escrevem artigos, revela pesquisa

Não vai demorar muito para que conteúdos jornalísticos sejam produzidos de maneira automática por robôs. É neste futuro que o professor de mídia e comunicações da Karlstad University (Suécia), Christer Clerwall, aposta. O profissional estuda e faz testes para que matérias sejam produzidas por meio de equipamentos eletrônicos. Segundo informações do site da Revista Galileu, Clerwall realizou recente pesquisa com 46 alunos da graduação de jornalismo, que avaliaram textos escritos por jornalistas e robôs. A ideia era analisar a qualidade do conteúdo.
---0-----0-----tecnologiaEstudioso aposta que, no futuro, robôs vão escrever reportagens
(Imagem: Divulgação)
A reportagem, sobre um jogo de futebol americano, passou por alguns ajustes no tamanho, para que ambos tivessem o mesmo comprimento. O professor afirmou que as alterações foram feitas sem que os textos perdessem o sentido. Alguns pontos, como confiável, agradável de ler, informativo e útil foram utilizados nas avaliações. O resultado apontou que o material criado pelo jornalista foi definido como bem escrito, claro e agradável. O produzido pelo software como descritivo, informativo, preciso, confiável e objetivo.


A avaliação final mostrou que, das 27 pessoas que responderam o questionário, 10 disseram acreditar que um jornalista era o autor da nota feita de maneira eletrônica. Dos 18 entrevistados que leram a matéria escrita por um profissional, 10 arriscaram ao dizer que tinha sido escrita por um programa. "Fiquei surpreso com os resultados, até certo ponto. Mesmo que eu soubesse que os textos automáticos eram realmente muito legíveis, pensei que eles seriam considerados piores do que os escritos por um jornalista", disse o professor.
O assunto foi tema também da coluna de Gilberto Dimenstein na CBN. Para ele, a notícia deixará muito jornalista "de cabelo em pé". "Graças às novas invenções da tecnologia da informação, muitos desses dados puramente descritivos talvez sejam feitos por uma máquina. O que vai ficar para nós seres humanos é fazer matérias com mais charme, emoção e reflexão". 



segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Peladonas gaúchas


Em ‘Corra Pelada’, objetivo é fugir da polícia, nu, com a mão no bolso. FOTO: Reprodução
Porto Alegre. Cidade do chimarrão, do belo Guaíba… e das corredoras nuas. A cidade está famosa desde o fim de outubro, quando um fenômeno nasceu: mulheres esportistas que decidem andar ou correr debaixo de chuva ou sol, com boné, tênis, meias e alegria.
Uma delas, ex-lutadora de MMA, chegou a dizer que acha normal sair sem roupa por aí, já que… “Eu sou saudável, sou bonita”.
Quer coisa mais inspiradora? Pois o desenvolvedor Cristiano Bartel, de Porto Alegre, se deixou levar e criou um game para dispositivos móveis em homenagem às corredoras do Parcão – tradicional parque do município –, da Perimetral – avenida muito movimentada da cidade –, ou próximo ao Palácio Piratini.
“Agora a moda pegou! Seja uma corredora pelada profissional! Fuja do guarda desviando dos obstáculos! Jogo simples e viciante!”, propagandeia o único desenvolvedor da Auren Games, com 10 anos de experiência no mercaod.
“O jogo foi feito em 24 horas por uma pessoa só, então peguem leve com a avaliação do jogo”, defende-se logo de partida. Bartel conta que quis tirar proveito da “polêmica” e após uma madrugada de trabalho, nascia Corrida Pelada! POA.
O jogo para Android é simples. Você incorpora uma corredora loira peladona que deve fugir da polícia enquanto desvia de obstáculos como bancos, cavaletes e buracos. Se o policial te alcançar, é o fim da naturalidade.

domingo, 19 de outubro de 2014

Crime na INTERNET: intimidade compartilhada - sexting

O programa Caminhos da Reportagem da TV Brasil investigou o “sexting”, troca de imagens com conteúdo sexual pelas redes sociais, e a “pornografia de revanche”, divulgação de cenas íntimas de alguém na Internet, com fins de vingança.
Bruno processou o aplicativo "Secret", no qual teve uma foto íntima compartilhadaBruno processou o aplicativo "Secret", no qual teve uma foto íntima compartilhada“ 

Na maioria dos casos, as vítimas de crimes virtuais relacionados a sexo são mulheres. A jornalista do Paraná, Rose Leonel, teve a vida arrasada por um ex-namorado que publicou fotos dela nua em sites de prostituição. Hoje, ela trabalha para ajudar outras pessoas que passam por problemas parecidos. A goiana Francyelle dos Santos, 20 anos, ficou conhecida em todo o país quando um vídeo em que aparecia fazendo sexo foi propagado pela Internet. O que era uma tragédia para a  jovem virou piada nacional. Várias figuras públicas chegaram a posar para fotos parodiando um gesto de Francyelle.



“Ele foi me queimando viva” – diz Rose Leonel sobre o ex-namorado que publicou suas fotos íntimas em sites de prostituiçãoEle foi me queimando viva” – diz Rose Leonel sobre o ex-namorado que publicou suas fotos íntimas em sites de prostituição

Os prejuízos vão desde a perda do emprego à perda da própria vida. No interior do Rio Grande do Sul, aos 16 anos, Giana Laura se matou depois de saber que uma imagem de seus seios havia sido disseminada entre os amigos da escola por meio do aplicativo Whatsapp, para conversa de texto via smartphones.
O Caminhos da Reportagem entrevista psicólogas, feministas, delegados, juristas e especialistas em Internet, além de pessoas que trabalham para tornar a rede de computadores mais segura e saudável.

   Francyelle dos Santos teve um vídeo que viralizou na Internet.        Via TV BRASIL

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Câmeras da #Polaroid são lançadas para concorrer com #GoPro

Está em pré-venda a Polaroid Cube, nova aposta da empresa americana no mercado fotográfico. Com apenas 3,5 centímetros, a câmera tira fotos de 6 megapixels, possui lente que alcança ângulo de 124 graus e captura vídeos em HD.

Cube tem apenas 3,5 centímetros (Imagem: Divulgação)Tudo indica que a marca desenvolveu a Cube para concorrer com a GoPro, que atualmente domina o nicho de câmeras compactas. A principal diferença das duas já é percebida no preço: enquanto o lançamento da Polaroid sai por US$ 100, a rival é vendida por cerca de US$300.

O site Photojojo, que faz a pré-venda do produto, entrega para o Brasil, porém com cobrança do valor do frete. De acordo com a previsão, o produto deve chegar aos compradores até o fim de outubro. Além disso, podem ser adquiridos separadamente acessórios da marca, que prometem facilitar a experiência do fotógrafo, como um kit à prova d’água, um tripé e um dispositivo para prender o equipamento ao guidão da bicicleta.

Confira o vídeo promocial lançado pela Polaroid:


 




sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Google consegue registrar todos os locais onde você esteve; saiba desativar

Um recurso do Google chamado histórico de localização ganhou atenção nesta semana, depois que muitos usuários descobriram a função da ferramenta. Ao acessar o site (http://zip.net/bxpjZw) com sua conta do Google, é possível visualizar todos os locais onde o usuário esteve com um smartphone ou tablet (não necessariamente Android, que é a plataforma oficial do Google). É possível desativar.
No Android, esse monitoramento está ativado por padrão. No iPhone e iPad, ele também funciona se o usuário tiver aplicativos do Google instalados (Google Maps, Google Search e Google+), associados a uma conta do Google. A empresa informou ao UOL Tecnologia que esse registro está disponível pelo menos desde 2010.


O histórico mostra o percurso de acordo com períodos: de um até 30 dias. Nos testes da reportagem com smartphones Android, um monitoramento foi iniciado no final de março de 2014, apesar de o aparelho ter sido adquirido alguns meses antes. Com outros dois usuários, os registros foram iniciados anteriormente, ainda em 2013. Houve também quem acessasse a página sem encontrar nenhuma informação.

A ferramenta mostrou-se bastante precisa, indicando corretamente os itinerários percorridos com um smartphone Android (como os usuários geralmente não se separam do celular, a ferramenta faz um raio-x de onde aquela pessoa esteve e quando). O histórico é tão detalhado que, ao selecionar "Marca temporal", é possível ver a hora exata em que se esteve em algum lugar.
Segundo a empresa, essa alternativa facilita as pesquisas em mapas e também o recebimento de informações personalizadas (caso do Google Now, que mostra automaticamente o trânsito para ir ao trabalho ou voltar para casa).

Desativar o recurso
O histórico de localização está disponível a partir da versão 2.3 (Gingerbread) do Android, em aparelhos como o Google Maps instalado (a partir de 6.14.5) – esse aplicativo de mapas geralmente vem de fábrica.
Para desinstalar, vá a Configurações > Localização > Relatório de localização. Desative a opção (esta página do Google, em inglês, ensina a desativar em diferentes versões do Android: support.google.com/accounts/answer/3118687)
No caso do iPhone e iPad, depende do aplicativo instalado (esta página, em inglês, ensina como desativar: support.google.com/accounts/answer/4388034). De forma geral, é preciso acessar o app, ir até uma opção de localização e depois desativá-la. No caso do Google Maps, por exemplo, o caminho é: configurações > histórico de localização. Lá, será possível escolher a opção para o programa não fazer registros.
Nessa mesma área onde o usuário desativa o monitoramento – seja em Android ou dispositivo da Apple -, é possível remover todos os dados de localização já registrados. Outra opção é acessar a página do serviço na internet e clicar em "Excluir todo histórico".

Fonte: UOL Tecnologia

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Twitter confirma que imagens de protestos na #Venezuela estão sendo bloqueadas

O governo de Nicolás Maduro continua reprimindo os veículos de notícias na Venezuela. Uma semana depois de cortar o sinal da emissora NTN24 enquanto transmitia ao vivo os protestos e de revogar a permissão de trabalho de jornalistas da CNN, o governo venezuelano, segundo confirmou o Twitter a BBC Mundo, está bloqueando as imagens publicadas no microblog no país. Logo depois de ter o sinal cortado, a NTN24 afirmou que sua conta de Twitter havia sido hackeada.

Marcha até o Palácio da Justiça de Maracaibo. Foto: 18 de fevereiro de 2014 via Wikimedia Commons
Nu Wexler, porta-voz do Twitter, disse à BBC Mundo que acredita que o governo esteja bloqueando o conteúdo, já que os afetados afirmam que o problema se produz exclusivamente em conexões do provedor de internet Compañía Anónima Nacional Teléfonos de Venezuela (Cantv), embora a empresa, que fornece mais de 90% da conexão à internet no país, tenha desmentido.

Segundo o jornal La Nación, este apagão informativo é o pior que os venezuelanos já sofreram em décadas: os canais privados se autocensuram e não dão informação que contradiga a versão oficial sobre as manifestações, e os canais públicos operam como porta-vozes do governo. Globovisión, canal de notícias crítico ao governo, foi comprado por entidades próximas a Maduro, e vários jornalistas renunciaram após a evidente censura dos protestos da semana passada.

Com a censura da mídia, Twitter é uma das poucas janelas que os venezuelanos opostos ao governo têm para difundir a informação que os meios não mostram, apesar de haver sempre o risco da mensagem, que se difunde de forma não centralizada, ser passada sem a devida verificação.

Segundo La Nación, a censura à mídia é resultado de uma lei venezuelana que proíbe que se faça apologia ao ódio e à violência, o que gera problemas porque a redação da lei deixa aberto aos funcionários do governo interpretar o que constitui "ódio e violência".

"Fui chamado de ditador, não importa. Mas vou endurecer as normas para acabar com o sensacionalismo e com a propaganda que alimenta a morte”, disse Maduro, justificando a perseguição à imprensa. Nas últimas semanas, Maduro acusou a imprensa internacional de atentar contra o governo e de instigar uma guerra civil.
A Sociedade Interamericana de Imprensa condenou a censura e repressão a meios do país, e também se manifestou em relação à hostilidade aos jornalistas estrangeiros. Segundo dados publicados pelo Colegio Nacional de Periodistas, Sindicato Nacional de Trabajadores de Prensa, e a organização não governamental Espacio Público, 55 de 61 casos reportados de violações `s liberdade de expressão correspondem a agressões contra jornalistas enquanto cobriam as manifestações em todo o país.

Segundo Infobae, o apagão informativo também foi fortemente criticado pela Associação de Entidades jornalísticas Argentina (ADEPA), e seus pares no Brasil, Colômbia, Chile, Equador e Peru.

Desde a tentativa de golpe de Estado em 2002, quando o presidente Hugo Chávez foi tirado temporariamente do poder, o governo reprime a mídia. Radio Caracas Televisión cessou transmissões em 2008 depois que Chávez se negou a renovar sua licença de operação, acusando-os de haver incitado o golpe, segundo La Nación. 

Também foram fechadas várias estações de rádio comerciais, substituídas por emissoras “neutras” sem estilo informativo. Nos últimos meses, vários jornais precisaram parar de circular por falta de papel na Venezuela.
BBC Mundo publicou uma lista de opções para fugir da censura dos provedores de internet, e Repórteres Sem Fronteiras (RSF) publicou uma carta aberta a Maduro denunciando que o direito à informação está em risco na Venezuela. 

Fonte: Jornalismo nas Américas