Podemos contar com alguns recursos para que as crianças iniciem, de forma fácil e divertida, no mundo da programação. Um exemplo disto são os jogos online encontrados na plataforma de Tynker. Existe 8 jogos dedicados a este projeto, levando em conta diferentes idades e nível de conhecimento.
Os jogos gratuitos também oferecem suficientes
opções para que as crianças escolham um tema de seu interesse e a
experiência seja mais agradável para elas. Por exemplo, alguns puzzles
têm como protagonista um cachorrinho que viverá diferentes aventuras a
medida que se desenvolve o jogo.
Se, por outro lado, a criança preferir o tema espaço, há dois jogos
dedicados à ele, são Lost in Space e Space Zombies. Também há desafios
interessantes que permitem construir formas ou descobrir objetos
mediante um ambiente de programação em blocos, desenvolvendo suas
habilidades.
Para acessar os jogos, não é preciso registro, basta simplesmente
escolher a atividade que a criança deseja e seguir as instruções. E um
detalhe para os pais ou professores que optarem por
implementar estes jogos, é que cada um deles contém um breve resumo dos
conceitos e habilidades que a atividade pretende ensinar.
Fonte: Ensino
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segunda-feira, 25 de dezembro de 2017
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
Eleições 2014: Pesquise e descubra mais sobre os candidatos com o #Google
A
tecnologia transformou as eleições em algo que as pessoas compartilham,
discutem e moldam. Candidatos usam a internet para difundir suas
mensagens e isso ajuda a aperfeiçoar o debate público em torno de
assuntos importantes. Eleitores estão constantemente online para
aprender mais sobre os candidatos e para expressar suas visões políticas
em blogs, redes sociais e muitas outras mídias digitais. Hoje, há
muitas oportunidades de usar a tecnologia para permitir que cidadãos se
conectem e se envolvam com as eleições por meio de diferentes
plataformas.
Acreditamos que tornar informações e notícias mais acessíveis aos usuários contribui para o debate político. Por isso, após experiências de sucesso na Índia e Alemanha, lançamos hoje o site Google Eleições 2014 no Brasil. Fizemos parcerias com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a ONG Transparência Brasil e mais de 30 veículos de imprensa para criar uma plataforma neutra que ajudará você a se manter informado durante as eleições deste ano.
O Google Eleições inclui os seguintes recursos:
Conheça seus candidatos
Está em dúvida em quem votar para Presidente ou Governador? O site tem uma área para ajudar você a encontrar informações sobre os candidatos. Para investigar a base de dados, é possível usar filtros, como cargo em disputa, Estado, partido e ordem alfabética, pesquisar por nome ou somente clicar no mapa. Depois de selecionar um candidato, você verá os dados oficiais fornecidos pelo TSE, como nome ou apelido político, idade, patrimônio declarado, entre outros. Caso queira saber mais, basta clicar no link da Transparência Brasil que remeterá ao perfil do político no site da ONG.
Veja o que eles estão falando
Assista a entrevistas com os candidatos e outros vídeos produzidos pelo Estadão, um de nossos parceiros de mídia.
Acompanhe o noticiário
A seção Mídia traz o perfil de mais de 30 parceiros, como Brasil Post, Veja.com, BBC Brasil, O Globo, Terra, Diário de S. Paulo, entre vários outros. Ao clicar em um perfil, é possível ler as notícias sobre as eleições produzidas pelo parceiro e ver links para a páginas do Google+, YouTube e do site oficial do veículo.
Não deixe passar nada
Quer ficar sabendo o que os nossos parceiros de mídia estão fazendo? Fique ligado em nossa linha do tempo de Eventos, que é constantemente atualizada com agendas de Hangouts e transmissões ao vivo no YouTube.
Informe-se com rapidez
A seção de Notícias traz as últimas novidades sobre as eleições selecionadas dos feeds dos nossos parceiros na plataforma Google News.
Nosso objetivo foi colocar as tecnologias do Google à disposição dos eleitores para estimular uma participação pautada na informação. Esperamos que a plataforma Google Eleições te ajude a pesquisar, descobrir mais e votar conscientemente.
Acreditamos que tornar informações e notícias mais acessíveis aos usuários contribui para o debate político. Por isso, após experiências de sucesso na Índia e Alemanha, lançamos hoje o site Google Eleições 2014 no Brasil. Fizemos parcerias com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a ONG Transparência Brasil e mais de 30 veículos de imprensa para criar uma plataforma neutra que ajudará você a se manter informado durante as eleições deste ano.
O Google Eleições inclui os seguintes recursos:
Conheça seus candidatos
Está em dúvida em quem votar para Presidente ou Governador? O site tem uma área para ajudar você a encontrar informações sobre os candidatos. Para investigar a base de dados, é possível usar filtros, como cargo em disputa, Estado, partido e ordem alfabética, pesquisar por nome ou somente clicar no mapa. Depois de selecionar um candidato, você verá os dados oficiais fornecidos pelo TSE, como nome ou apelido político, idade, patrimônio declarado, entre outros. Caso queira saber mais, basta clicar no link da Transparência Brasil que remeterá ao perfil do político no site da ONG.
Veja o que eles estão falando
Assista a entrevistas com os candidatos e outros vídeos produzidos pelo Estadão, um de nossos parceiros de mídia.
Acompanhe o noticiário
A seção Mídia traz o perfil de mais de 30 parceiros, como Brasil Post, Veja.com, BBC Brasil, O Globo, Terra, Diário de S. Paulo, entre vários outros. Ao clicar em um perfil, é possível ler as notícias sobre as eleições produzidas pelo parceiro e ver links para a páginas do Google+, YouTube e do site oficial do veículo.
Não deixe passar nada
Quer ficar sabendo o que os nossos parceiros de mídia estão fazendo? Fique ligado em nossa linha do tempo de Eventos, que é constantemente atualizada com agendas de Hangouts e transmissões ao vivo no YouTube.
Informe-se com rapidez
A seção de Notícias traz as últimas novidades sobre as eleições selecionadas dos feeds dos nossos parceiros na plataforma Google News.
Nosso objetivo foi colocar as tecnologias do Google à disposição dos eleitores para estimular uma participação pautada na informação. Esperamos que a plataforma Google Eleições te ajude a pesquisar, descobrir mais e votar conscientemente.
Via Google
quarta-feira, 1 de maio de 2013
Site reconta notícias do mundo para crianças
Em entrevista a INFO Online, a jornalista Simone Ronzani explica como começou
o Recontando e conta um pouco sobre o sucesso do site, que foi ao ar em
março, mais precisamente no último dia 30. O site pode ser acessado no seguinte endereço: http://recontando.com/
Segundo a INFO Online, uma das características que mais marcam a Geração Z é a facilidade de lidar com as novas tecnologias. Já não é mais surpreendente ver crianças de 5 anos - ou menos - usando tablets, smartphones e computadores de forma avançada. As variadas abas expõem que as crianças também possuem gosto por notícias e capacidade de absorver muitas informações simultaneamente. Porém, nem sempre os usuários mirins conseguem entender o que muitos portais de notícias veiculam nos domínios.
A jornalista Simone Ronzani pensou nas dúvidas que seu filho tinha após ouvir e ler as notícias e criou o Recontando, site que cria animações sobre as notícias mais repercurtidas nas redes sociais. Cada animação é desenvolvida com precisão para deixar a notícia mais clara e didática possível para que as crianças, principal público alvo do domínio, absorvam os fatos que as circundam ao redor do mundo. Leia a entrevista completa na INFO Online
Fonte: INFO Online
Segundo a INFO Online, uma das características que mais marcam a Geração Z é a facilidade de lidar com as novas tecnologias. Já não é mais surpreendente ver crianças de 5 anos - ou menos - usando tablets, smartphones e computadores de forma avançada. As variadas abas expõem que as crianças também possuem gosto por notícias e capacidade de absorver muitas informações simultaneamente. Porém, nem sempre os usuários mirins conseguem entender o que muitos portais de notícias veiculam nos domínios.
A jornalista Simone Ronzani pensou nas dúvidas que seu filho tinha após ouvir e ler as notícias e criou o Recontando, site que cria animações sobre as notícias mais repercurtidas nas redes sociais. Cada animação é desenvolvida com precisão para deixar a notícia mais clara e didática possível para que as crianças, principal público alvo do domínio, absorvam os fatos que as circundam ao redor do mundo. Leia a entrevista completa na INFO Online
Fonte: INFO Online
terça-feira, 9 de abril de 2013
Dez sugestões para manter os seus filhos protegidos online
A
tarefa de proteger as crianças é um desafio cada vez mais complexo informa esse artigo da Symantec, fabricante do Norton. Se esforce para ler até o final.
Há
apenas alguns anos, os pais preocupavam-se principalmente com os perigos
de "falar com estranhos" e com predadores online. Recentemente, uma
pesquisa do Berkman Center, localizado na Universidade de Harvard, indicou que ainda existem muitos
riscos para nossos filhos. Esses riscos
podem ser categorizados em três grupos.
Cibercrime
A primeira categoria é o cibercrime ou as ameaças provocadas por estranhos por motivos financeiros. Vírus, cavalos de tróia, phishing ou spam, utilizados pelos cibercrime, continuam a crescer e a mudar todos os anos. É muito importante que os pais acompanhem os diferentes tipos de ameaças. Isto pode ser desencorajante, especialmente se achar que não sabe muito sobre tecnologia ou se não souber onde procurar ajuda. Felizmente, existem vários passos que pode tomar para manter o cibercrime, em todas as suas formas, longe do seu computador, da sua rede doméstica e das informações da sua família. Siga estas sugestões e transmita-as aos seus filhos.
1. Utilize uma solução de segurança para a Internet em todos os seus computadores. Utilizar um simples antivírus já não é protecção suficiente. Precisa de uma firewall completa, anti-spyware e outras protecções que a solução lhe pode dar.
2. Mantenha a sua rede doméstica segura, com uma boa senha e definições de segurança.
3. Aprenda a não clicar em links suspeitos. Não responda a anúncios e não abra mensagens de correio electrônico enviadas por desconhecidos.
4. Utilize uma boa senha (única e complexa) . As duas senhas mais importantes são as da rede social e a da conta de correio electrônico. Se um hacker conseguir o controle da sua conta de rede social, pode enviar spam para os seus amigos. Se tiver controle sobre a sua conta de correio electrônico, pode alterar a senha em todas as outras contas, utilizando a ferramenta de recuperação "esqueci a minha senha".
5. Ensine a seus filhos sobre os perigos do cibercrime. Eles têm que ser tão cautelosos como você. Também é importante que sejam orientados a falar com você quando cometerem um erro online. Muitas crianças sabem o suficiente para perceber quando baixaram um vírus, mas poucas têm a confiança necessária para admitir o erro aos pais.
Cyberbullying
A segunda categoria são os perigos a que os seus filhos podem estar expostos devido às pessoas que os conhecem. Normalmente, isto significa cyberbullying, o perigo online mais comum ao qual as crianças estarão expostas. As estatísticas variam, mas pelo menos 20 por cento das crianças irá receber mensagens de assédio, ódio ou com insultos através das redes sociais, do correio electrónico, de mensagens instantâneas, vídeos e textos.
Curiosamente, ao contrário do tipo de bullying mais tradicional, o ciberbullying permite que os papéis se invertam quase instantaneamente. A vítima pode tornar-se a agressor simplesmente ao responder a uma mensagem de correio electrónico má com outro ataque verbal.
Há muito trabalho a fazer nas nossas escolas e comunidades online para promover o civismo e a amabilidade online. Também temos que promover as respostas apropriadas para quando uma criança é confrontada com cyberbullying. Uma excelente fonte de informações sobre todas as formas de bullying pode ser encontrada em http://www.stopbullying.gov/ e especificamente sobre cyberbullying em http://www.cyberbullying.us/.
6. Aconselhe os seus filhos a nunca partilharem senhas, nem mesmo com um amigo próximo. Se já o tiverem feito, devem alterar a palavra-passe.
7. Ensine os seus filhos a terminarem a sessão nos computadores quando terminarem os trabalhos de casa, mesmo em casa. Assim impedem que um amigo ou irmão publiquem algo ou enviem algo por correio electrónico na sua conta--mesmo que seja uma piada.
Se o seu filho estiver a ser vítima de cyberbullying, ensine-o a não responder, a guardar uma cópia de todas as mensagens e a comunicar a situação à escola ou ao website. Se as mensagens incluírem ameaças, comunique o facto à polícia. Se comunicar o ciberbullying à escola, certifique-se de que segue o caso pessoalmente e que pede um plano escrito de como a escola irá responder ao problema. A maioria dos estados tem leis contra esta forma de abuso e as escolas têm a obrigação de tratar deste problema assim que lhes é comunicado.
Reputação online
A terceira categoria de risco online é o mal que provocamos a nós mesmos. Isso pode ter muitas formas, incluindo sexting (enviar conteúdo sexual por fotografia, vídeo ou mensagem de texto), publicar informações ou imagens privadas, embaraçosas ou controversas ou até mesmo negligenciar a configuração das definições de privacidade.
Sexting é sem sombra de dúvidas algo em que não queremos que os nossos filhos se envolvam. As leis de pornografia infantil, entre outras, podem exigir que os professores, pais e as autoridades participem, se tomarem conhecimento dessas mensagens. As crianças pensam que estão a partilhar essas imagens numa relação privada, mas muitas vezes o destinatário partilha as imagens, por várias razões. Talvez porque a relação acabou, talvez o destinatário se esteja a gabar aos amigos ou talvez um amigo veja as mensagens no telefone e as reenvie para outras pessoas. (Mais uma razão para colocar uma palavra-passe em todos os dispositivos!)
"Reputação online" é um termo para todas as informações disponíveis sobre si na Internet, quer seja por pesquisa ou visualizando o seu perfil numa rede social. Esse retrato composto de si é como um perfil digital que conta uma história que distorce os factos reais sobre si. Ouvimos falar muitas vezes de jovens que destroem o seu futuro académico, profissional ou romântico com publicações estúpidas, fotografias de bebedeiras enquanto menores ou inscrições em grupos online controversos.
A questão da privacidade na Internet é uma preocupação cada vez maior para muitas pessoas. Cada um de nós tem que dar os passos necessários para manter as suas informações pessoais seguras, protegendo as contas online, limitando as informações que publicamos em fóruns públicos e desistindo de serviços não utilizados ou não pretendidos. As nossas vidas estão a ser publicamente documentadas a um nível que é cada vez mais desconfortável. Faça uma pesquisa online do seu próprio nome e vai encontrar a classificação da sua corrida dos 10.000 metros, as informações da hipoteca da sua casa e as informações com tag da sua rede social. As informações privadas podem ser utilizadas de formas irritantes e prejudiciais, por isso, compensa cada vez mais prestar atenção às questões de privacidade--e transmitir os bons conselhos e hábitos aos seus filhos.
8. Utilize as definições de segurança e privacidade na sua rede social e em todas as contas para limitar o acesso aos conteúdos que publica.
9. Saiba mais sobre as definições de limitação de acesso para os telefones, dispositivos de jogos, tablets e todos os computadores.
10. Fale com os seus filhos regularmente sobre como utilizar a tecnologia. Defina as regras e limites e fale com eles sobre a tecnologia. Saiba mais com "A conversa," e tenha uma conversa anual com eles ou sempre que introduzir nova tecnologia na vida familiar.
Fonte: Norton
Há
apenas alguns anos, os pais preocupavam-se principalmente com os perigos
de "falar com estranhos" e com predadores online. Recentemente, uma
pesquisa do Berkman Center, localizado na Universidade de Harvard, indicou que ainda existem muitos
riscos para nossos filhos. Esses riscos
podem ser categorizados em três grupos.Cibercrime
A primeira categoria é o cibercrime ou as ameaças provocadas por estranhos por motivos financeiros. Vírus, cavalos de tróia, phishing ou spam, utilizados pelos cibercrime, continuam a crescer e a mudar todos os anos. É muito importante que os pais acompanhem os diferentes tipos de ameaças. Isto pode ser desencorajante, especialmente se achar que não sabe muito sobre tecnologia ou se não souber onde procurar ajuda. Felizmente, existem vários passos que pode tomar para manter o cibercrime, em todas as suas formas, longe do seu computador, da sua rede doméstica e das informações da sua família. Siga estas sugestões e transmita-as aos seus filhos.
1. Utilize uma solução de segurança para a Internet em todos os seus computadores. Utilizar um simples antivírus já não é protecção suficiente. Precisa de uma firewall completa, anti-spyware e outras protecções que a solução lhe pode dar.
2. Mantenha a sua rede doméstica segura, com uma boa senha e definições de segurança.
3. Aprenda a não clicar em links suspeitos. Não responda a anúncios e não abra mensagens de correio electrônico enviadas por desconhecidos.
4. Utilize uma boa senha (única e complexa) . As duas senhas mais importantes são as da rede social e a da conta de correio electrônico. Se um hacker conseguir o controle da sua conta de rede social, pode enviar spam para os seus amigos. Se tiver controle sobre a sua conta de correio electrônico, pode alterar a senha em todas as outras contas, utilizando a ferramenta de recuperação "esqueci a minha senha".
5. Ensine a seus filhos sobre os perigos do cibercrime. Eles têm que ser tão cautelosos como você. Também é importante que sejam orientados a falar com você quando cometerem um erro online. Muitas crianças sabem o suficiente para perceber quando baixaram um vírus, mas poucas têm a confiança necessária para admitir o erro aos pais.
Cyberbullying
A segunda categoria são os perigos a que os seus filhos podem estar expostos devido às pessoas que os conhecem. Normalmente, isto significa cyberbullying, o perigo online mais comum ao qual as crianças estarão expostas. As estatísticas variam, mas pelo menos 20 por cento das crianças irá receber mensagens de assédio, ódio ou com insultos através das redes sociais, do correio electrónico, de mensagens instantâneas, vídeos e textos.
Curiosamente, ao contrário do tipo de bullying mais tradicional, o ciberbullying permite que os papéis se invertam quase instantaneamente. A vítima pode tornar-se a agressor simplesmente ao responder a uma mensagem de correio electrónico má com outro ataque verbal.
Há muito trabalho a fazer nas nossas escolas e comunidades online para promover o civismo e a amabilidade online. Também temos que promover as respostas apropriadas para quando uma criança é confrontada com cyberbullying. Uma excelente fonte de informações sobre todas as formas de bullying pode ser encontrada em http://www.stopbullying.gov/ e especificamente sobre cyberbullying em http://www.cyberbullying.us/.
6. Aconselhe os seus filhos a nunca partilharem senhas, nem mesmo com um amigo próximo. Se já o tiverem feito, devem alterar a palavra-passe.
7. Ensine os seus filhos a terminarem a sessão nos computadores quando terminarem os trabalhos de casa, mesmo em casa. Assim impedem que um amigo ou irmão publiquem algo ou enviem algo por correio electrónico na sua conta--mesmo que seja uma piada.
Se o seu filho estiver a ser vítima de cyberbullying, ensine-o a não responder, a guardar uma cópia de todas as mensagens e a comunicar a situação à escola ou ao website. Se as mensagens incluírem ameaças, comunique o facto à polícia. Se comunicar o ciberbullying à escola, certifique-se de que segue o caso pessoalmente e que pede um plano escrito de como a escola irá responder ao problema. A maioria dos estados tem leis contra esta forma de abuso e as escolas têm a obrigação de tratar deste problema assim que lhes é comunicado.
Reputação online
A terceira categoria de risco online é o mal que provocamos a nós mesmos. Isso pode ter muitas formas, incluindo sexting (enviar conteúdo sexual por fotografia, vídeo ou mensagem de texto), publicar informações ou imagens privadas, embaraçosas ou controversas ou até mesmo negligenciar a configuração das definições de privacidade.
Sexting é sem sombra de dúvidas algo em que não queremos que os nossos filhos se envolvam. As leis de pornografia infantil, entre outras, podem exigir que os professores, pais e as autoridades participem, se tomarem conhecimento dessas mensagens. As crianças pensam que estão a partilhar essas imagens numa relação privada, mas muitas vezes o destinatário partilha as imagens, por várias razões. Talvez porque a relação acabou, talvez o destinatário se esteja a gabar aos amigos ou talvez um amigo veja as mensagens no telefone e as reenvie para outras pessoas. (Mais uma razão para colocar uma palavra-passe em todos os dispositivos!)
"Reputação online" é um termo para todas as informações disponíveis sobre si na Internet, quer seja por pesquisa ou visualizando o seu perfil numa rede social. Esse retrato composto de si é como um perfil digital que conta uma história que distorce os factos reais sobre si. Ouvimos falar muitas vezes de jovens que destroem o seu futuro académico, profissional ou romântico com publicações estúpidas, fotografias de bebedeiras enquanto menores ou inscrições em grupos online controversos.
A questão da privacidade na Internet é uma preocupação cada vez maior para muitas pessoas. Cada um de nós tem que dar os passos necessários para manter as suas informações pessoais seguras, protegendo as contas online, limitando as informações que publicamos em fóruns públicos e desistindo de serviços não utilizados ou não pretendidos. As nossas vidas estão a ser publicamente documentadas a um nível que é cada vez mais desconfortável. Faça uma pesquisa online do seu próprio nome e vai encontrar a classificação da sua corrida dos 10.000 metros, as informações da hipoteca da sua casa e as informações com tag da sua rede social. As informações privadas podem ser utilizadas de formas irritantes e prejudiciais, por isso, compensa cada vez mais prestar atenção às questões de privacidade--e transmitir os bons conselhos e hábitos aos seus filhos.
8. Utilize as definições de segurança e privacidade na sua rede social e em todas as contas para limitar o acesso aos conteúdos que publica.
9. Saiba mais sobre as definições de limitação de acesso para os telefones, dispositivos de jogos, tablets e todos os computadores.
10. Fale com os seus filhos regularmente sobre como utilizar a tecnologia. Defina as regras e limites e fale com eles sobre a tecnologia. Saiba mais com "A conversa," e tenha uma conversa anual com eles ou sempre que introduzir nova tecnologia na vida familiar.
Fonte: Norton
Manuais de tecnologia digital na educação podem ser acessados pela internet
Pensando em auxiliar os profissionais de educação e estudantes de pedagogia e interssados na área, a Universidade Estadual da Paraíba lançou o livro "Tecnologias Digitais na Educação", que apresenta uma seleção de artigos que são resultado de monografias acadêmicas sobre o tema. Tutoriais do universo digital e análises sobre o tema podem ser acessados ou baixados gratuitamente pela internet. O uso de games e de multimídia em disciplinas como geografia, matemática e líguas estrangeiras são descritos e analisados para servir de estímulo para educadores.
O livro está disponível na internet pela A Rede SciELO Livros, que compartilha periódicos científicos de modo a contribuir com o desenvolvimento da comunicação científica em ambos meios de publicação. SciELO Livros é dirigido pela FAPESP e o seu desenvolvimento é financiado pelas editoras da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP), Universidade Federal da Bahia (UFBA) e Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ). O Projeto de desenvolvimento da plataforma metodológica e tecnológica teve sua execução apoiada pela Fundação de Apoio à Universidade Federal de São Paulo.
Para acessar o livro "Tecnologias Digitais na Educação", clique aqui.
Fonte: Portal EBC
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Escola digital desafia 'professor analógico'
A ideia de "professores analógicos" em escolas com "alunos digitais" sempre volta à
tona quando o debate é a chegada da tecnologia na sala de aula. A diferença de
gerações é essencial nessa relação, mas há uma crise que cabe principalmente ao
poder público resolver: a formação dos docentes ainda não contempla essa nova
realidade e desafios.
As lacunas de formação que fazem com que professores cheguem às escolas já
defasados em relação ao uso da tecnologia são sentidas pelas secretarias de
Educação. "Graduações e licenciaturas atualmente em seu currículo tratam a
tecnologia e seus recursos de maneira superficial, pois a formação desses
profissionais dá-se a partir de embasamentos teóricos, não relacionando a prática
com a real função das tecnologias na educação", diz a presidente do Conselho
Nacional de Secretários de Educação, Maria Nilene da Costa.
A educadora ressalta que a presença de recursos digitais vem avançando nas
escolas do País, com projetos do Ministério da Educação (MEC) e também das
esferas estaduais - o que pressiona o professor. "O docente que está iniciando a
carreira ainda se depara com dificuldades de inserir o uso das tecnologias e recursos
midiáticos de maneira interdisciplinar, reproduzindo ainda as aulas tradicionais."
O maior desafio para a presidente da União Nacionais dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Cleusa Repulho, é incorporar a tecnologia desde a formação inicial. "A tecnologia não está integradas nas faculdades e na sala de aula, é notória a angústia dos professores", diz ela. "O segredo é fazer com que todos os professores
entendam que isso é importante."
Cleusa lembra que cabe ao MEC induzir políticas públicas. A pasta informou que pretende oferecer capacitação a todos os cerca de 500 mil professores do ensino médio nos tablets que está distribuindo. Os cursos, voluntários, têm duração de quatro a seis meses e são semipresenciais.
Apesar de receber críticas sobre a distribuição de tablets sem que houvesse uma
plataforma específica para seu uso, o ministro Aloizio Mercadante tem mostrado
preocupação com a formação. Em entrevista ao Estado publicada ontem - quando se
revelou que o ministério trabalha na criação dessa plataforma -, Mercadante reafirmou
que a capacitação dos professores é a prioridade. O ministro já repetiu algumas
vezes que os estudantes estão no século XXI, enquanto professores, no século XX.
Diferenças
Além de achar a comparação infeliz, o professor Nelson Pretto, da Universidade
Federal da Bahia (UFBA), ressalta que a diferença de gerações entre professor e
aluno sempre existiu e não é tão problemática. "O aluno é jovem e por natureza traz a
novidade, o desafio. Se um dia for muito diferente é que teremos de nos preocupar."
Especialista em educação e comunicação, Pretto concorda EM que a formação inicial
precisa ser transformada, para que não se dependa tanto da capacitação em serviço.
"Necessitamos de uma revolução na formação, mas ela tem de ser acompanhada por
uma revolução nas condições de trabalho e salário. Não é possível termos tantas
expectativas com a educação sabendo as condições dos professores."
Professor da escola municipal Guiomar Cabral, de Pirituba, zona oeste de São Paulo,
André Bastos, de 41 anos, lembra que aprendeu mexer no Power Point, programa de
apresentações, porque um aluno o ensinou. Mas para ele, isso só pode ser positivo.
"A educação é uma via de mão dupla, eu tenho de tirar vantagem disso. O bom é que
o aluno fica ainda mais protagonista", diz ele, professor de português há 20 anos. "E esse é um desafio permanente do professor. Ele sempre entra na sala sem saber
onde uma pergunta vai levar a aula."
Fonte: O Estado de São Paulo
Manuais de tecnologia digital na educação podem ser acessados pela internet
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Teste de Sentar-Levantar (TSL) tem repercussão internacional
O artigo “Ability to sit and rise from the floor as a predictor of all-cause mortality” com os resultados de pesquisa sobre o Teste de Sentar-Levantar (TSL) desenvolvido pelo doutor Claudio Gil Araújo, professor da Universidade Gama Filho e pesquisador 1A do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), está obtendo grande repercussão internacional.
O TSL é capaz de avaliar o nível de condicionamento muscular do paciente, revelando suas chances de mortalidade e não exige a utilização de equipamentos. Para comprovar sua tese, o médico avaliou 2,2 mil adultos entre 51 e 80 anos. "Concluímos que os pacientes com pior desempenho, aqueles que apresentam notas entre 0 e 3, têm 5,4 vezes mais chances de morrer por todas as causas”, conta o Dr. Claudio Gil Araújo.
Os resultados da pesquisa foram publicados em dezembro de 2012 na European Journal of Preventive Cardiology, uma das revistas mais conceituadas da área, editada pela Sociedade Europeia de Cardiologia. “Os resultados estão sendo difundidos por todo o mundo. Já fizemos uma busca rápida na internet e observamos mais de 400 reportagens publicadas, em mais de 60 países, entre eles Estados Unidos, França e Alemanha.", afirma Araújo.
Segundo o médico cardiologista especializado em medicina do esporte, o TSL foi pensado após observar que potência muscular, flexibilidade, equilíbrio e coordenação motora também podem ser relacionados a fatores de risco cardiovascular.
"Desde que o teste foi desenvolvido, já o aplicamos em cerca de cinco mil pessoas de diferentes idades e já publicamos inúmeros artigos com os resultados obtidos. Dessa forma, já sabemos avaliar o que é uma pontuação ruim ou boa, para cada faixa etária", explica o pesquisador.
A grande vantagem do TSL é poder ser executado em qualquer ambiente sem a necessidade de aparelhagem específica, nem contato físico entre médico e paciente. Basta a utilização de roupas confortáveis que não limitem os movimentos de braços e pernas e um tapete antiderrapante para evitar, principalmente, que pessoas idosas escorreguem. Outro ponto positivo destacado é que tanto o sistema de pontuação do teste quanto o significado dos resultados são facilmente compreendidos pelas pessoas.
Assista o vídeo com o passo-a-passo do Teste Sentar e Levantar (TSL) .
Leia mais aqui.
Fonte: Assessoria de Comunicação Social
(Com informações da FAPERJ)
Foto: Divulgação/UGF
domingo, 25 de novembro de 2012
Pior e melhor escola do Enem no DF divergem sobre uso de tecnologia
Os colégios do Distrito Federal com o melhor e o pior desempenho dos alunos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2011 ocupam posições extremas também sobre o papel da tecnologia no aprendizado dos estudantes.
O Olimpo, colégio privado que pelo terceiro ano consecutivo aparece com a melhor média no exame no DF, aposta no tradicional esquema “professor-giz-quadro negro”. No Centro Educacional Taquara, a direção da escola reclama de só ter giz e quadro negro nas aulas.
O Colégio Olimpo, na Asa Sul, defende o ensino tradicional e atribui o sucesso ao emprego desse método. "Aqui nós temos aversão à informática. O professor é que passa o conhecimento para o aluno. O professor precisa de cuspe e giz", diz o diretor pedagógico do Olimpo, Vinícius Miranda.
Para o diretor do Taquara, Volemar Ornelas, há três meses no cargo, a falta de tecnologia compromete o aprendizado dos alunos. "Nós só temos quadro negro e giz. É muito pouco. Um aluno de ensino médio tem que estar ligado no que acontece no mundo, nas redes sociais e em pesquisas. Eles têm que ter uma visão de mundo. Acho difícil o professor passar isso só com giz, quadro e saliva", disse.
Embora vivam realidades diferentes, os dois colégios possuem alguns números semelhantes. O Olimpo tem 950 alunos distribuídos pelos ensinos fundamental, médio e pré-vestibular. O colégio de Planaltina tem cerca de 800 alunos em turmas do fundamental, médio e educação infantil. O colégio particular tem 48 professores, contra 46 da escola pública. A diferença é que os professores do colégio de Planaltina dão aulas para o ensino médio e para o fundamental. No Olimpo, a maioria dos professores se dedica ao ensino médio.
O laboratório de informática do colégio Taquara está equipado com 20 computadores que não estão funcionando. "Nosso convênio com a empresa que oferecia o sistema Linux terminou em julho e desde então estamos sem acesso aos computadores", disse Ornelas. O Olimpo não tem laboratório. "Usamos computadores somente para as aulas de robótica", conta Miranda.
Os dois colégios têm salas de leitura que funcionam como uma espécie de biblioteca. No Olimpo, o atendimento é das 6h às 23h, com espaços para estudo individual e coletivo. No Taquara, a sala de leitura funciona em uma área improvisada, apenas no período da manhã.
O corpo docente é um dos atrativos para manter os estudantes do Olimpo na escola. Dos 48 professores da instituição, que dão aulas no ensino fundamental 2 e no ensino médio, alguns vêm de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Goiânia e Palmas.
Os salários variam entre R$5 mil e R$ 15 mil. "Nossos professores estão sempre se atualizando. Aqui nós fazemos as provas dos principais vestibulares do país, IME, ITA, Unicamp, UnB, UFG e UFT para estarmos preparados para responder aos alunos." Os professores da escola pública recebem R$ 4 mil em média, segundo a direção.
A permanência do aluno na escola é incentivada no Olimpo. A escola fica aberta para aulas, plantões de dúvidas e estudos. Os portões do colégio são abertos às 6h e fechados às 23h.
Apesar das diferenças e dificuldades, os representantes dos dois colégios dizem que buscam preparar os estudantes para os desafios.
"Cheguei aqui há três meses e encontrei a escola desmotivada, sem norte. Ninguém fica motivado por ficar. Quero uma atividade diversificada, trazer a comunidade para o ambiente escolar", disse Ornelas. Miranda resume o bom desempenho dos alunos do Olimpo em Brasília: "Nosso sucesso está focado no aluno, professor, na pedagogia e no ensino".
Fonte: Portal G1
O Olimpo, colégio privado que pelo terceiro ano consecutivo aparece com a melhor média no exame no DF, aposta no tradicional esquema “professor-giz-quadro negro”. No Centro Educacional Taquara, a direção da escola reclama de só ter giz e quadro negro nas aulas.
O Colégio Olimpo, na Asa Sul, defende o ensino tradicional e atribui o sucesso ao emprego desse método. "Aqui nós temos aversão à informática. O professor é que passa o conhecimento para o aluno. O professor precisa de cuspe e giz", diz o diretor pedagógico do Olimpo, Vinícius Miranda.
Para o diretor do Taquara, Volemar Ornelas, há três meses no cargo, a falta de tecnologia compromete o aprendizado dos alunos. "Nós só temos quadro negro e giz. É muito pouco. Um aluno de ensino médio tem que estar ligado no que acontece no mundo, nas redes sociais e em pesquisas. Eles têm que ter uma visão de mundo. Acho difícil o professor passar isso só com giz, quadro e saliva", disse.
Embora vivam realidades diferentes, os dois colégios possuem alguns números semelhantes. O Olimpo tem 950 alunos distribuídos pelos ensinos fundamental, médio e pré-vestibular. O colégio de Planaltina tem cerca de 800 alunos em turmas do fundamental, médio e educação infantil. O colégio particular tem 48 professores, contra 46 da escola pública. A diferença é que os professores do colégio de Planaltina dão aulas para o ensino médio e para o fundamental. No Olimpo, a maioria dos professores se dedica ao ensino médio.
O laboratório de informática do colégio Taquara está equipado com 20 computadores que não estão funcionando. "Nosso convênio com a empresa que oferecia o sistema Linux terminou em julho e desde então estamos sem acesso aos computadores", disse Ornelas. O Olimpo não tem laboratório. "Usamos computadores somente para as aulas de robótica", conta Miranda.
Os dois colégios têm salas de leitura que funcionam como uma espécie de biblioteca. No Olimpo, o atendimento é das 6h às 23h, com espaços para estudo individual e coletivo. No Taquara, a sala de leitura funciona em uma área improvisada, apenas no período da manhã.

Os salários variam entre R$5 mil e R$ 15 mil. "Nossos professores estão sempre se atualizando. Aqui nós fazemos as provas dos principais vestibulares do país, IME, ITA, Unicamp, UnB, UFG e UFT para estarmos preparados para responder aos alunos." Os professores da escola pública recebem R$ 4 mil em média, segundo a direção.
A permanência do aluno na escola é incentivada no Olimpo. A escola fica aberta para aulas, plantões de dúvidas e estudos. Os portões do colégio são abertos às 6h e fechados às 23h.
Apesar das diferenças e dificuldades, os representantes dos dois colégios dizem que buscam preparar os estudantes para os desafios.
"Cheguei aqui há três meses e encontrei a escola desmotivada, sem norte. Ninguém fica motivado por ficar. Quero uma atividade diversificada, trazer a comunidade para o ambiente escolar", disse Ornelas. Miranda resume o bom desempenho dos alunos do Olimpo em Brasília: "Nosso sucesso está focado no aluno, professor, na pedagogia e no ensino".
Fonte: Portal G1
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Google oferece bolsas de mestrado em jornalismo investigativo na Espanha
O Google oferece seis bolsas de estudos de 80% do valor da mensalidade do curso de mestrado em Jornalismo Investigativo,
Dados e Visualização oferecido pela Escuela de Periodismo y
Comunicación na Universidad Rey Juan Carlos, em Madri, Espanha. O
programa é indicado para jornalistas com experiência na área, designers
gráficos, advogados e economistas. As inscrições vão até 28 de setembro.
A Escuela de Periodismo é ligada a Unidad Editorial, grupo de comunicação espanhol que edita o jornal El Mundo. As bolsas serão dadas de acordo com o rendimento acadêmico e perfil curricular. Por meio de estudos de casos reais, o programa prepara os alunos para atuar no jornalismo investigativo usando as ferramentas tecnológicas e a análise de documentos. O foco do programa é a busca e o acesso à informação, considerando a melhor forma de apresentá-la ao leitor. O mestrado é presencial e o período letivo começa em novembro de 2012 e termina em junho de 2013. Entre junho e setembro, será o período prático nas redações dos veículos EL Mundo, Marca, Expansión e outros do grupo.
Para concorrer às bolsas é preciso fazer primeiro uma pré-inscrição no site da Escuela de Periodismo e ser aprovado nas provas de admissão do curso. A direção do programa entrará em contato para dar continuidade à seleção com testes de atualidade, redação e entrevista, entre outros.
Detalhes no site COMUNIQUE-SE .
A Escuela de Periodismo é ligada a Unidad Editorial, grupo de comunicação espanhol que edita o jornal El Mundo. As bolsas serão dadas de acordo com o rendimento acadêmico e perfil curricular. Por meio de estudos de casos reais, o programa prepara os alunos para atuar no jornalismo investigativo usando as ferramentas tecnológicas e a análise de documentos. O foco do programa é a busca e o acesso à informação, considerando a melhor forma de apresentá-la ao leitor. O mestrado é presencial e o período letivo começa em novembro de 2012 e termina em junho de 2013. Entre junho e setembro, será o período prático nas redações dos veículos EL Mundo, Marca, Expansión e outros do grupo.
Para concorrer às bolsas é preciso fazer primeiro uma pré-inscrição no site da Escuela de Periodismo e ser aprovado nas provas de admissão do curso. A direção do programa entrará em contato para dar continuidade à seleção com testes de atualidade, redação e entrevista, entre outros.
Detalhes no site COMUNIQUE-SE .
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