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terça-feira, 12 de agosto de 2014

Microsoft oferece Windows para Internet das Coisas à comunidade maker

A empresa está distribuindo uma versão reduzida do sistema operacional junto com a CPU Galileo da Intel e aposta na criação de novos dispositivos conectados




Na esperança de cobrir todos os pontos de presença no mercado emergente da Internet das Coisas (IoT), a Microsoft está "dando uma ajuda" aos hackers, hobistas e empreendedores que criam novos dispositivos conectados usando as pequenas CPUs compatíveis com a plataforma Arduino, de PCs do tamanho de um cartão de crédito.

A Microsoft está distribuindo uma versão reduzida do Windows na placa de desenvolvimento Intel Galileo, na esperança de estender o alcance do seu sistema operacional para dentro do universo dos dispositivos inteligentes e aparelhos conectados à Internet.

A empresa aposta que desenvolvedores de software e hackers de hardware usarão a placa para construir e testar novos dispositivos que, algum dia, possam se transformar em produtos comerciais. Com o kit de desenvolvimento da Galileo, a Microsoft busca uma nova audiência de potenciais criadores de inovação na IoT: desenvolvedores independentes trabalhando em casa, mais popularmente conhecidos como a "comunidade maker".

Galileo e Windows

O computador Galileo da Intel, que consiste em uma CPU do tamanho de um cartão de crédito, tem sido usado para uma variedade de dispositivos como robôs que distribuem doces, sistemas de iluminação e dispositivos de saúde conectados a smartphones ou tablets e à internet. A placa da Intel compete com o PC open-source Raspberry Pi, que custa 25 dólares, e é compatível com a plataforma Arduino.
A Microsoft está distribuindo o kit com a placa como parte da sua iniciativa Windows Developer Program for IoT. Os destinatários do primeiro lote de placas parecem ter sido cuidadosamente selecionados e nem todos que solicitam o kit para entrar no programa conseguem. Mas os desenvolvedores interessados em se candidatar a entrar no programa podem se inscrever no site da Microsoft.
"Fomos surpreendidos pela resposta pública à oferta e recebemos mais pedidos de kits do que tínhamos em estoque para essa primeira rodada", diz o comunicado da Microsoft num site GitHub para o programa de desenvolvedores IoT.

intel galileo placa 520

Windows for IoT

A placa, segundo notas publicadas pela Microsoft no GitHub, roda uma "versão menor" do Windows. A Microsoft não quis comentar que versão é essa, mas no GitHub diz que é o pré-release de um software que até agora está sendo genericamente chamado de "Windows." O sistema operacional é compatível com Arduino.
Segundo uma porta-voz da Microsoft, o software que está rodando na placa Galileo para IoT "é uma versão não comercial customizada do Windowsbaseada no Windows 8.1". Segundo a porta-voz, a prova de conceito dodo SO ainda está em estágio inicial e não foram definidas ainda as regras e requisitos de hardware para ela.

"Nós simplesmente elegemos a placa Galileo da Intel para um projeto piloto projetado para colocar em funcionamento uma versão do Windows voltada para dispositivos de baixo custo e baixo consumo de energia", diz a porta-voz.
A Microsoft publicou ferramentas de desenvolvimento open-source para a Galileo no GitHub. No site há exemplos de como fazer um sensor de temperatura, um piano e um sistema de iluminação com LED usando portas especiais da placa.



Intel e Microsoft

A Intel também vende as placas Galileo com uma versão mais leve do Linux através de distribuidores. Mas o kit da placa com o Windows só será distribuído pela Microsoft, diz a Intel. Em algum momento, a Microsoft poderá colocar o sistema operacional disponível para todos que comprarem a placa Galileo, mas a empresa não definiu uma data para isso.
"Temos planos para vocês. Acompanhem nossos sites de redes sociais para ficar sabendo", diz o comunicado da Microsoft numa página do GitHub voltada para as pessoas que já possuem uma placa Galileo.
A Galileo começou a ser distribuída no ano passado e a Intel já anunciou uma segunda versão da placa chamada Galileo Gen2, que estará disponível este mês. A Intel não informou se a Galileo Gen2 será compatível com o novo Windows, dizendo apenas que caberia à Microsoft fazer isso acontecer.
A placa original Galileo tem um processador Quark SoC X1000 de 400MHz e suporta PCI-Express, Ethernet e USB 2.0. Ela também tem um leque de portas para conectar câmeras, telas, sensores, fontes de força e outros componentes.

Windows no piano

Durante sua conferência Build, realizada em abril, a empresa mostrou a Galileo e uma versão experimental do software embutidos em um piano. Um app móvel se conectava com a placa e fazia com que o piano tocasse uma música ou, no sentindo inverso, recebia da placa informações sobre as notas da melodia tocada no instrumento e as enviava para um serviço hospedado na nuvem Azure, da Microsoft.
A meta final é pegar a informação coletada de bilhões de dispositivos e alimentar serviços de cloud hospedados no Azure, como parte da estratégia geral "mobile first, cloud first" da empresa.
"O ponto mais importante sobre a Internet das Coisas é que ela não se limita "às coisas", mas sim ao fato de que elas estão conectadas à internet", disse Terry Myerson, vice presidente executivo de sistemas operacionais da Microsoft durante sua apresentação na Build.

Windows Compacto

A Microsoft há um bom tempo vem entregando a fabricantes de equipamentos o chamado Windows Embedded Compact, utilizado em um leque de dispositivos industriais, dispositivos móveis, monitores médicos, ATMs e outros dispositivos, e reforçando a eles a capacidade do sistema operacional embutido de trabalhar em dispositivos para a IoT.
"O Windows Embedded Compact continua a ser importante para nossa oferta abrangente para IoT. Ele continua sendo o único sistema operacional real-time da Microsoft e é o sistema operacional com o mais abrangente conjunto de portas, incluindo inúmeros níveis das arquiteturas ARM e x86", disse a Microsoft no GitHub.

Ainda assim, permanecem as dúvidas sobre como precisamente o novo SO da Galileo se difere do Windows Embedded Compact. O novo sistema "poderá ser mais moderno ou possivelmente um produto mais focado em aplicações voltadas para a IoT que o Windows Embedded Compact", especula Al Gillen, vice-presidente de programas, servidores e software de sistemas da IDC, em email enviado à redação.

Leia também:  O IP das Coisas: Até a geladeira poderá denunciar o dono

Fonte:  PC World

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

#Facebook diz para funcionários deixarem #iPhone em troca de #Android


O Facebook está incentivando sua equipe a mudar do iPhone, da Apple, para smarphones com Android.
O plano é ajudar as equipes do Facebook a desenvolver um app Android melhor, de acordo com reportagens. Há temores de que, com o crescimento da plataforma do Google, uma inclinação para o iPhone poderia levar a rede social a ser deixada de lado pela maioria de seus usuários móveis.
Compradores de smartphone e tablet Android abocanharam produtos cinco vezes mais frequentemente do que aqueles que escolheram os dispositivos iOS, da Apple, durante o terceiro trimestre, de acordo com um novo estudo do Gartner. O TechCrunch afirma que o FB tem pregado cartazes em sua sede incentivando os funcionários a "mudar hoje" e comer seu próprio "droidfood", que na língua da empresa significa "usar o seu próprio produto".
O porta-voz do Facebook confirmou que o site disse que há "mais iPhones implantados" na companhia do que smartphones Android, embora tenha admitido que "muita gente aqui carrega ambos os dispositivos, não apenas os engenheiros ou os trabalhadores móveis". Como o TechCrunch sugere, isso indica que os usuários do iPhone não entregarão seu dispositivo sem lutar.
Os funcionários do Facebook testam as últimas versões betas do aplicativo, e quando encontram um bug, o telefone vibra fortemente e envia as informações para os engenheiros que trabalham com a próxima versão de seu aplicativo.



Fonte:  macworldbrasil

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

O Primeiro processador do mundo, o Intel® 4004, faz 41 anos



O microprocessador, também conhecido como Unidade Central de Processamento (CPU, na sigla em inglês), é o cérebro de todos os computadores e muitos dispositivos domésticos e eletrônicos. 

Múltiplos microprocessadores, trabalhando juntos, são o "coração" de data centers, supercomputadores, produtos de comunicação e outros dispositivos digitais.


O 4004, lançado no dia 15 de novembro de 1971, não era muito poderoso e era utilizado principalmente para realizar operações matemáticas simples em uma calculadora chamada "Busicom".


Assim como o micro-ondas ou o telefone, os dispositivos com microprocessadores se tornaram tão integrados em nossa vida diária, que não podemos imaginar nossa vida sem eles.


Às vezes é difícil acreditar que há apenas 60 anos, os computadores eram raros e não estavam disponíveis para o público em geral. Não foi até os anos 80 que os computadores entraram em nossas casas e - graças ao microprocessador - realmente causaram um impacto na vida das pessoas.


Atualmente, os microprocessadores modernos podem executar operações extremamente sofisticadas em áreas como meteorologia, aviação, física nuclear e engenharia, além de ocuparem muito menos espaço e fornecerem um desempenho superior.


Ao longo dos últimos 41 anos, os microprocessadores tornaram-se mais rápidos e  poderosos, mas cada vez menores e mais acessíveis.


A fabricação de uma CPU é um processo altamente complexo e exigente que envolve centenas de etapas em "salas limpas". As salas limpas ou plantas de manufatura, contém ar 1.000 vezes mais limpo do que o da sala de operação de um hospital. A construção de uma planta de manufatura custa cerca de US$ 5 bilhões.

Gordon Moore :  “O melhor ainda está por vir...”

Em 1965, o cofundador da Intel, Gordon Moore, teve uma visão do futuro. Sua previsão, conhecida popularmente como a Lei de Moore, afirma que o número de transistores em um chip dobra a cada dois anos. Esta observação sobre a integração de silício, transformada em realidade pela Intel, tem alimentado a revolução tecnológica global.

As tecnologias baseadas em silício da Intel, apoiaram o desenvolvimento e a adoção mundial de nossas arquiteturas e plataformas como o padrão da indústria, convertendo a Intel na maior provedora de silício do mundo.


A experiência com silício e os investimentos da Intel em P&D apoiam esses avanços únicos conseguidos pela Intel desde a criação do seu primeiro microprocessador em 1971, os que nos permitiram dar continuidade à Lei de Moore no futuro e oferecer recursos mais emocionantes nas tecnologias da Intel.  O vídeo a seguir é baseada em idéias imaginadas por funcionários da Intel.


Fonte: Intel acessado em 15 de novembro de 2012 (18h55)