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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Raspberry Pi: Quase 1 milhão de unidades já foram vendidas

A Fundação Raspberry Pi estima que um milhão de unidades de seu diminuto computador de baixo custo foram (US$ 25) vendidas desde o lançamento no ano passado, de acordo com números divulgados por uma das distribuidoras do produto, a Premier Farnell.
A Premier Farnell anunciou na semana passada que já produziu mais de 500 mil Raspberry Pi desde fevereiro de 2012, e que não há sinal de redução na demanda. “A cada vez que falamos sobre o Rasberry Pi dizemos que ele tem sido um verdadeiro fenômeno, e é verdade”, disse Mike Buffham, executivo da Premier Farnell.

A empresa é uma de apenas duas distribuidoras oficiais do Raspberry Pi: a outra é a RS Components. “Ainda não temos números atualizados da RS Components, mas a notícia da Farnell sugere que provavelmente já vendemos nosso milionésimo Pi”, disse Liz Upton, gerente de marketing da Fundação Raspberry Pi em um post no blog oficial.
O Raspberry Pi tem ajudado a impulsionar uma nova onda de entusiasmo pela programação de computadores. Com uma placa-mãe não muito maior que um cartão de crédito, o Raspberry Pi é extremamente barato, e capaz de rodar software básico para processamento de textos e internet.
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Um Raspberry Pi "Modelo B". Crédito: Jwrodgers / Wikimedia Commons
O computador tem conexões básicas para TV (analógica e HDMI), entrada (USB) e rede (Ethernet), e pode rodar distribuições Linux como o Fedora, Debian e ArchLinux. É visto por alguns como uma forma barata de substituir PCs para Home Theater ou desktops Windows de baixo custo para tarefas como acesso básico à internet e produtividade.

Entretanto, o objetivo principal da Raspberry Pi Foundation, que não tem fins lucrativos, é promover a programação de computadores, algo que o próprio governo inglês apóia com iniciativas como a introdução de aulas de programação no currículo escolar.

“As gerações mais jovens tem demonstrado interesse significativo em aprender como montar e programar seus próprios computadores. E tem sido ótimo observar o enorme crescimento no mercado entusiasta”, disse Eben Upton, co-fundador da Raspberry Pi Foundation. “Vi projetos que vão de galinheiros integrados ao Twitter a kits para produção doméstica de cerveja, todos criados com o Raspberry Pi e seus acessórios”.

No final de 2012 a Raspberry Pi Foundation abriu uma loja de aplicativos dedicados ao seu aparelho, com a qual  espera tornar mais fácil para desenvolvedores de todas as idades a tarefa de compartilhar seus jogos, aplicativos, ferramentas e tutoriais como o resto da comunidade.
A Premier Farnell também anunciou recentemente que o Raspberry Pi será produzido no Reino Unido, o que o torna o primeiro computador pessoal completamente “britânico” em quase duas décadas.

Fonte: PC WORLD

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

#Facebook diz para funcionários deixarem #iPhone em troca de #Android


O Facebook está incentivando sua equipe a mudar do iPhone, da Apple, para smarphones com Android.
O plano é ajudar as equipes do Facebook a desenvolver um app Android melhor, de acordo com reportagens. Há temores de que, com o crescimento da plataforma do Google, uma inclinação para o iPhone poderia levar a rede social a ser deixada de lado pela maioria de seus usuários móveis.
Compradores de smartphone e tablet Android abocanharam produtos cinco vezes mais frequentemente do que aqueles que escolheram os dispositivos iOS, da Apple, durante o terceiro trimestre, de acordo com um novo estudo do Gartner. O TechCrunch afirma que o FB tem pregado cartazes em sua sede incentivando os funcionários a "mudar hoje" e comer seu próprio "droidfood", que na língua da empresa significa "usar o seu próprio produto".
O porta-voz do Facebook confirmou que o site disse que há "mais iPhones implantados" na companhia do que smartphones Android, embora tenha admitido que "muita gente aqui carrega ambos os dispositivos, não apenas os engenheiros ou os trabalhadores móveis". Como o TechCrunch sugere, isso indica que os usuários do iPhone não entregarão seu dispositivo sem lutar.
Os funcionários do Facebook testam as últimas versões betas do aplicativo, e quando encontram um bug, o telefone vibra fortemente e envia as informações para os engenheiros que trabalham com a próxima versão de seu aplicativo.



Fonte:  macworldbrasil

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Nova lei brasileira pode reduzir preço dos smartphones até o Natal, diz O Globo

Se você planeja comprar um smartphone no Brasil, talvez valha a pena esperar um pouco mais. Isso porque, segundo o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, os chamados celulares inteligentes vão ficar bem mais baratos em breve no país. 

Tudo por conta da chamada “Lei do Bem”, que diminui os impostos em cima de determinados produtos.
Os smartphones foram incluídos nas isenções fiscais da nova lei e, assim, receberão desonerações de IPI, Pis e Cofins. Com isso, os preços dos aparelhos, que estavam entre os mais caros do mundo, podem cair até 25%. Vale lembrar que estas novidades fazem parte de uma medida provisória, a 563, e por isso ainda vai depender de decretos dos Ministérios das Comunicações, da Fazenda e do Desenvolvimento para saírem do papel.
“Os dois decretos já estão com o texto pronto. Já fizemos as primeiras consultas e ainda vamos dialogar com a Fazenda e Desenvolvimento para levar para a assinatura da presidente. Estamos trabalhando para que ambos sejam publicados com celeridade”, garantiu o ministro durante evento da Motorola para lançar o Razr HD, primeiro aparelho a chegar ao Brasil com a tecnologia 4G.
Como a parte burocrática ainda deve demorar um pouco, a expectativa é de que até as festas de fim de ano os smartphones já estejam custando bem menos. Portanto, mesmo que a ansiedade por um Galaxy S3, iPhone 5, Razr HD ou Lumia 920 seja grande, vale aguardar um pouco para economizar em dezembro.
Fonte: O Globo

Wozniak, um dos fundadores da Apple, espera fotos melhores do novo iPhone





Um dos fundadores da Apple, Steve Wozniak, espera que o novo iPhone 5 tire fotos melhores do que as do seu Galaxy S III. 

"Eu estou sempre animado sobre cada produto iPhone porque há sempre bons avanços", disse em uma entrevista em Xangai. Segundo ele, uma melhor qualidade nas imagens significará muito, pois quando tira fotos de pessoas com o iPhone 4 e também com o Galaxy S III , as pessoas sempre dizem que o aparelho da Samsung, ou até mesmo o Motorola Razr, tem resultados  melhores.

Esta semana, a Apple apresentou o novo iPhone que funciona, segundo a empresa, mais rápido em redes sem fio, possui uma tela maior e um chip mais ágil. É o primeiro lançamento desde a morte de Steve Jobs , que fundou a empresa com Wozniak em 1976, em uma garagem na Califórnia.

Apple espera vender até 58 milhões de unidades do iPhone 5 até o final do ano, de acordo com a estimativa  de analistas consultados pela Bloomberg. Isso poderia gerar US$ 36,2 bilhões  em vendas para a Apple.

A Apple também anunciou um novo recurso de mapas  totalmente desenvolvido pela companhia e que é considerado uma novidades pela empresa na forma como as pessoas enxergam o mundo. Os mapas são vetoriais, informou Apple, com textos e  imagens mais  detalhados, mesmo dando um zoom total ou vendo uma panorâmica. 

Desde o lançamento do iPhone, em 2007, a concorrência para a Apple aumentou.

Apple e Samsung brigam na justiça por patentes. A Samsung, que usa o sistema operacional Android da Google é a maior concorrente da Apple no mercado de smartphones. A Samsung  também é uma dos maiores fornecedoras de componentes para a Apple.  

A luta nos tribunais é porque a Apple acusa a Samsung de ter feito cópias para o smartphone Samsung. Um júri da Califórnia deu de causa à Apple com idenização de US$ 1 bilhão. Mas a briga na justiça não acabou.

"Eu odeio isso. Não acho que a decisão será mantida. Não concordo. São coisas muito pequenas e não inovadoras. Todo mundo deveria apenas concordam em trocar as patentes para que todos pudessem usar melhor as tecnologias", disse Wozniak.

Fonte:  Bloomberg

Assista aos vídeos:

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domingo, 9 de setembro de 2012

O desktop Linux não morreu, ao contrário do que diz o obituário prematuro publicado pela CNN


A semana foi marcada por um artigo que pode ser classificado como troll, portanto lide com ele usando luvas de amianto: um artigo da Wired na CNN dizendo que a Apple matou o desktop Linux, construído a partir das declarações de uma fonte primária cujo histórico a coloca em posição de poder ser consultado a respeito (mas não de ser o único consultado, claro), ainda que se discorde de sua opinião: o criador do ambiente gráfico GNOME, Miguel de Icaza.

O título dado pelo jornalista é “Como a Apple matou o desktop Linux”, mas o argumento de Icaza não se reduz à Apple, e muito menos diz que os usuários do Linux no desktop estão migrando para o ambiente (com laços fortes com o Unix BSD) existente nos Macs, mas sim que parcela considerável dos desenvolvedores que impulsionaram o desenvolvimento do desktop Linux migraram para outras plataformas – não só os Macs: ele frisa que muitos estão voltados para a Open Web (que também é positiva para os usuários de Linux), eu percebo que muitos estão atentos às plataformas móveis, e assim por diante.

O próprio GNOME criado por Icaza hoje não vive seu momento de maior aceitação, e tenho dúvidas se voltará a vivê-lo, mas na minha opinião isso vem pouco ao caso para os usuários de Linux que lerão este artigo: eles nos dirão que vão usar o ambiente desktop que melhor lhes atender, pois há vários outros, embora o GNOME tenha anteriormente alcançado um grau de sucesso interessantíssimo.

Outro aspecto mencionado por Icaza é que na visão dele “o desktop open source” (que, descrito assim no singular, é para mim uma entidade bastante abstrata) foi menos atrativo para esta geração de desenvolvedores que migrou para outras plataformas, porque praticou muitas vezes o jogo da quebra da compatibilidade retroativa, ou seja, o surgimento de novas versões do sistema que mudam o jeito de fazer as coisas e tornam incompatíveis os códigos e habilidades previamente desenvolvidos pelos interessados. É um fenômeno que já vivi, e felizmente noto em determinados projetos open source grande esforço para evitar ou reduzir.

Já na web a situação é diferente: nos bastidores e debaixo do capô do motor o open source predomina, com nomes como Apache, Nginx, Python, PHP, Ruby on Rails, Hadoop, MongoDB e Xen continuando a fazer a alegria de desenvolvedores que se dirigem a um conjunto de usuários bem maior do que se estivessem voltados à fatia dos desktops open source.

O fenômeno inclusive fez aumentar a relevância dos movimentos a favor de uma web aberta, explicando movimentos como o de Stormy Peters, anteriormente diretora da GNOME Foundation e hoje militando a favor da web aberta, no âmbito da Mozilla (cujo foco em aplicativos para o desktop open source há muito vem perdendo o brilho).

Leia o texto na íntegra o artigo de Augusto Campos em techtudo

Bina finalmente é reconhecido como invenção de brasileiro pela justiça, diz Estadão




Depois de 20 anos de disputa judicial com as operadoras de telefonia, o inventor mineiro Nélio Nicolai, 72 anos, começa a obter reconhecimento oficial por seu principal invento: o Bina, aplicativo que permite identificar previamente as chamadas telefônicas, nos aparelhos fixos e celulares. 

Somente no Brasil, o Bina custa mensalmente a cada assinante R$ 10 ou US$ 6. E são 256 milhões de celulares com esse serviço no País, o que produz faturamento mensal de R$ 2,56 bilhões. Isso apenas no Brasil.

As operadoras Claro/Americel e Vivo são as primeiras a se manifestarem: a primeira, em razão de composição judicial, que extinguiu o processo movido pela Lune (empresa de Nélio), e a segunda por condenação judicial, determinando a indenização, o que deverá provocar medidas judiciais similares envolvendo operadoras que utilizam o Bina, o segundo invento brasileiro efetivamente universalizado. O primeiro foi o avião, por Santos Dumont.
A decisão da 2.ª Vara Cível de Brasília determina que a Vivo pague em juízo "o correspondente a 25% do valor cobrado pela ré por conta do serviço de identificação de chamada para cada usuário e em cada aparelho".
Nélio é ainda autor de mais quatro inventos incorporados mundialmente à telefonia: o Salto (sinalização sonora que indica, durante uma ligação, que outra chamada está na linha), o sistema de Mensagens de Instituições Financeiras para Celular, que permite o controle de operações bancárias via celular; o Bina-Lo, que registra chamadas perdidas; e o telefone fixo celular.
Não há hoje, em todo o planeta, quem fabrique um telefone, celular ou fixo, sem inserir a maioria desses recursos. Como se trata de invento patenteado, esse uso, nos termos da Lei de Patentes, em todo o mundo, precisa ser remunerado, seja como transferência de tecnologia e/ou royalty.
Mas não foi, embora o Bina tenha conferido ao seu inventor duas comendas internacionais: um Certificado e uma Medalha de Ouro do World Intellectual Property Organization (Wipo), reconhecendo e recomendando a sua patente, além de um selo da série Invenções Brasileiras, concedido pelo Ministério das Comunicações.
A conquista ocorre, por ironia, exatamente quando acaba de cessar a vigência (20 anos) da patente de seu invento, em 7 de julho passado. A patente resistiu a todas as tentativas de anulação que lhe moveram na Justiça as operadoras e fabricantes multinacionais e os direitos gerados naquele período são agora irreversíveis.