sábado, 27 de junho de 2009

Lula chama de censura projeto de lei que endurece penas a crimes cometidos na internet


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chamou de censura o projeto de lei que endurece as penas para crimes cometidos na internet. Ele visitou o 10º Fórum Internacional de Software Livre, em Porto Alegre.

O texto prevê que, quem obtiver ou transferir dado ou informação disponível em rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado sem autorização do legítimo titular, poderá ser preso. Para professores de comunicação e organizações ligadas à internet, atividades corriqueiras no mundo virtual, como baixar uma música ou um filme, poderão ser interpretadas como crime.

“Essa lei que está aí não visa corrigir abuso de internet. Na verdade, quer fazer censura. Precisamos responsabilizar as pessoas que trabalham com internet, mas não proibir ou condenar. É interesse policialesco fazer uma lei que permite que as pessoas adentrem a casa de outras para saber o que estão fazendo, até seqüestrando os computadores. Não é possível”, disse Lula, após ouvir apelos da platéia para vetar a lei. O projeto ainda tramita no Congresso Nacional.

Em ocasiões anteriores, o relator do texto na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado e apoiador do projeto, Eduardo Azeredo (PSDB-MG), alegou que o objetivo não é controlar o uso da web, mas punir crimes via rede mundial de computadores, como cópia de cartões de crédito e senhas.

O texto obriga os provedores online a guardar, por três anos, os registros de acesso e encaminhar os dados à Justiça, quando solicitados para investigação. Com essas informações, a ideia é chegar ao endereço de um criminoso.

Fonte: Agência Brasil/EBC

Morte de Michael Jackson deixa lições a jornalistas sobre como cobrir notícias de última hora

Num dia em que a mídia já estava consumida com o falecimento de Farrah Fawcett, a morte repentina de Michael Jackson deixou os jornalistas meio perdidos, especialmente nas redes de TV, informam o Los Angeles Times e a revista Entertainment Weekly.

A morte de Michael Jackson intensificou o tráfego na web e tornou-se ”a principal história pelo mundo”, diz o New York Times. Os redatores de obituários do Washington Post, que não tinham um texto preparado para o cantor, tiveram que se apressar para cumprir com o fechamento da edição da costa leste dos Estados Unidos, com um redator escrevendo o lide, e outro agregando conteúdo para a segunda metade do texto.

O primeiro com a notícia foi o site de fofocas de celebridades TMZ, que informou que Jackson havia sofrido uma parada cardíaca às 13h30 (horário local, 17h30 em Brasília). Às 14h44 (18h44 em Brasília), bateu os concorrentes por apenas 16 minutos ao dar a notícia da morte do cantor, diz o LA Times. No entanto, muitos sites americanos e internacionais, "receosos pelas fotos de paparazzi e pauta sensacionalista do TMZ", esperaram até que o LA Times, uma fonte mais séria e confiável, colocasse a notícia em seu site às 14h51 (18h51 em Brasília) para atribuir a informação ao jornal, explica o The Guardian, que acrescenta: "O TMZ teve o furo da década".

A morte de Michael Jackson "deveria levar as redações a reavaliar como lidam com notícias de última hora em um ambiente hipercompetitivo e de publicação instantânea [como a internet]", escreve Robert Niles no Online Journalism Review. Entre suas sugestões, estão designar alguns jornalistas às tarefas de reportagem e outros às de publicação. "Mas não peça que uma mesma pessoa faça as duas coisas". Ele também acha que "está na hora de abandonar o e-mail como meio para [informar] notícias de última hora". Vale a pena ler seu post na íntegra.


Other Related Headlines:
» Morte de Michael Jackson sobrecarrega sites e faz disparar vendas e troca de arquivos na web (O Globo Digital)
» Um dia de Michael Jackson (Webmanario)
» A que horas Michael Jackson morreu? (Jornalismo B)

Fonte:
The Knight Center for Journalism in the Americas

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Sustentabilidade está na moda

Achei esse site muito interessante. Por isso, abro um espaço aqui para ele. Às vezes, a gente não se dá conta, mas essa é uma corrida contra o tempo. Não podemos perder nenhum segundo . Legal a idéia dessa turma. http://oxigenio.etc.br/site/







BB investe R$ 7,5 mi em virtualização de seus sistemas

A mudança dos equipamentos de rede abrange as quatro mil agências do banco no País

SÃO PAULO - O Banco do Brasil (BB) investiu R$ 7,5 milhões na virtualização de seus sistemas bancários. A mudança dos equipamentos de rede abrange as quatro mil agências do banco no País e visa aumentar de produtividade para atrair mais clientes.

O BB passa a utilizar switches - dispositivo que cria uma espécie de canal de comunicação exclusiva entre a origem e o destino da informação - para permitir a inserção de novos serviços na rede IP e a redução de custos com suporte - tanto telefônico quanto presencial (deslocamento de técnicos até as agências e postos). O banco também aperfeiçoou a largura de banda para tráfego de pacotes IP.

“Este é o maior projeto de modernização do parque tecnológico de uma instituição unitário já registrado no mercado financeiro”, explica Fred Maynart, gerente da D-Link Brasil - fabricante de equipamentos de networking, conectividade e comunicações de dados - para a área de governo.

Segundo Maynart, a solução adotada pelo BB permite um gerenciamento remoto mais seguro, por utilizar uma chave criptografada. Os switches são administrados por um único endereço IP e podem se conectar a servidores, estações de trabalho, sistemas de segurança, impressoras e a sistemas de controle de acesso e segurança patrimonial.

“Até mesmo os procedimentos de atualização de firmware (software embarcado) podem ser realizados a partir da nova rede do Banco do Brasil”, diz.

Fonte: Finacial Web

segunda-feira, 22 de junho de 2009

A Playboy e o futuro do jornalismo erótico (Comentário de Paul Alonso)





O império da Playboy inicia uma nova era em julho de 2009. Pela primeira vez, a revista terá um diretor-executivo que não é parte da família Hefner: Scott Flanders tentará superar a crise financeira herdada na Playboy, atrair novos parceiros de negócios, adequar-se à mídia digital, e fazer um uso mais lucrativo da marca do coelhinho conhecida mundialmente.

Será que uma das referências mais controversas da cultura popular e do jornalismo impresso sobreviverá?

Desde que Marilyn Monroe apareceu na capa da primeira edição da Playboy em 1953, o mundo da mídia mudou bastante, e a revolução sexual tornou-se uma ditadura.

Poucas pessoas imaginavam que o legendário Hugh Hefner consideraria vender sua revista (por cerca de US$ 300 milhões) após a renúncia de sua filha. Além disso, o jornalismo erótico parecia ocupar um lugar privilegiado no mercado. No entanto, a Playboy tem sofrido grandes perdas (US$ 13.7 milhões só no primeiro trimestre de 2009), viu seu número de leitores diminuir mais de 50 por cento, teve que fechar seus escritórios em Nova York, e demitiu cerca de 25 por cento de seus funcionários. A crise econômica e a pornografia online gratuita têm sido apontadas como culpadas.

Leia a versão completa deste post no original em espanhol.

Material publicado originalmente no Jornalismo nas Américas

Da mesma fonte

Supremo Tribunal da Venezuela apoia censura prévia a meios de comunicação

O Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela (TSJ, por suas siglas em espanhol) apoiou a autoridade do governo nacional para ordenar a retirada de qualquer mensagem transmitida por rádio e TV que, segundo critério dos representantes do Executivo, possa atentar contra a segurança da nação e dos valores da República, informa o El Tiempo.

O TSJ rejeitou um recurso de anulação apresentado pelos canais Globovisión e RCTV contra a Lei das Telecomunicações, e declarou que a censura prévia pelo Executivo é legal e não contradiz o direito à liberdade de expressão e de informação garantido na Constituição, explica o El Nacional.

O Supremo também decidiu que empresas e corporações podem ser processadas criminalmente, o que valida a norma recorrida pelo governo para castigar a Globovisión, acrescenta o El Universal. A decisão judicial surge três semanas após o presidente Chávez ter exigido que os magistrados do TSJ colocassem "freio ao envenenamento midiático" da Globovisión ou renunciassem.

Jornalismo nas Américas




sexta-feira, 12 de junho de 2009

Tá tudo dominado!

Google entra na briga com Oracle, IBM e Microsoft em banco de dados
(http://pcworld.uol.com.br/noticias/2009/06/12/google-entra-na-briga-com-oracle-ibm-e-microsoft-em-banco-de-dados)
IDG News Service/EUA
12/06/2009

Fusion Tables é uma plataforma online com nova tecnologia que uniformiza diversos tipos de dados e promete economia às empresas.

O Google lançou na última terça-feira (9/6) e sem alarde, um novo banco de dados online chamado Fusion Tables. E pode causar uma revolução no gerenciamento de dados ao driblar as limitações dos bancos de dados tradicionais e simplificar as operações de relacionamento de informações.

O gigange de buscas afirmou que, com a implementação do Fusion Tables em cloud computing, simplificará também a possibilidade de colaboração em grupos de dados. “Sem um jeito fácil de oferecer acesso a todos os colaboradores ao mesmo servidor, os dados são copiados e enviados por e-mail e FTP, resultando em várias versões que saem de sintonia rapidamente”, informa a empresa em um comunicado.

O Fusion Tables também oferece uma tecnologia de espaço de dados, conceito que existe desde os anos 1990, e o Google, percebendo seu potencial, o desenvolve desde a compra da Transformic, em 2005, que é uma pioneira da tecnologia.

O esquema de 'espaço de dados' tenta resolver o problema de vários tipos e formatos de dados nas empresas, que gastam muito em dinheiro e esforços para torná-los uniformes, com o objetivo de armazená-los e analisá-los em bases de dados convencionais.

Tais 'espaços' preveem um sistema que cria um índice para oferecer acesso a dados de vários tipos e formatos, resolvendo o problema que o Google chama de “Torre de Babel”.

A tecnologia permite que o Google inclua, nas tabelas bidimensionais tradicionais de base de dados, uma terceira coordenada com elementos como reviews de produtos, posts e mensagens do Twitter, além de uma quarta ‘dimensão’ de atualizações em tempo real.

“Agora temos um espaço com quatro dimensões onde podemos incluir novas perguntas para criar novos produtos e oportunidades de marketing”, diz o anúncio. O Fusion Tables ainda está em versão prévia e carrega a marca “Labs” de produto experimental do Google.

Fonte:

terça-feira, 19 de maio de 2009

Entenda a computação em nuvem segundo a Sun

Computação em nuvem - Acesse o guia.
Cloud Computing Explained: A Guide from Sun Microsystems

» Acesse o guia

Entenda a computação em nuvem
Prezado Daniel Lima,

é fácil se perder numa conversa sobre computação em nuvem. Todos parecem ter uma nuvem, estar conectados à nuvem, estar preparados para a nuvem ou, pelo menos, estar prontos para a nuvem.

Há vários jargões, mas nem tudo é papo furado. Por trás do jargão estão alguns negócios muito reais e benefícios tecnológicos.

Nosso novo guia te ajudará a separar o que é importante do que não é – e te armará com uma base para determinar se e como a computação em nuvem faz sentido para sua empresa.

Em 25 páginas, este guia gratuito:
  1. define computação em nuvem e seus benefícios
  2. explica os diferentes tipos de nuvem (pública, privada e híbrida)
  3. descreve as arquiteturas para as camadas de serviços (ex. Software as a Service)
  4. detalha as tecnologias de virtualização que estão por trás
  5. sugere os próximos passos e ações para dar o primeiro passo
Você também conhecerá a abordagem da Sun – que é entregar todos os componentes que empresas, desenvolvedores e usuários finais necessitam para ambientes de nuvem. Usando código aberto e padrões abertos, é claro.

Baixe o Guia
Acesse o guia – e coloque sua cabeça na nuvem.

Atenciosamente,

Sun Microsystems, Inc.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Tráfego na Ásia causou pane no Google



Tráfego na Ásia causou pane no Google



sábado, 9 de maio de 2009

Sete motivos que fazem as pessoas abandonarem o Linux

Vou provocar o Dimas, meu colega de faculdade.

Fonte: PC WORLD

Interface ruim, dificuldade de instalação e carência de aplicativos compatíveis são algumas das principais razões apontadas.

Linux-X-Desktop_150.jpgCom o boom dos netbooks e de computadores mais baratos - acompanhado de melhorias gritantes na interface com os usuários, o sistema operacional Linux vem ganhando cada dia mais espaço entre os novos usuários. Mesmo assim, não é difícil encontrar pessoas que abandonaram o sistema operacional do pinguim por uma versão qualquer do Windows.

Conheça os sete principais motivos dessas reclamações e saiba o que você pode fazer para contorná-las.

Leia também:
> 5 bons motivos para você conhecer o Ubuntu 9.04
> Substitutos em Linux para seus aplicativos Windows favoritos
> Guia para novatos em Linux
> Saiba como instalar o Windows no lugar do Linux
> Oito motivos para que seu próximo computador tenha Windows
> Oito motivos para que escolher um Mac em vez de PC


1 – O Linux não roda o programa que eu uso
As reclamações, em geral, estão relacionadas a programas populares, como o Photoshop, e pelo fato de muitos usuários não conhecerem substitutos para eles no universo open source.

No caso das ferramentas mais genéricas, é importante frisar que existem sim, programas gratuitos que podem substituir os programas pagos, algumas vezes com vantagens. Tem editor de imagem (Gimp), suíte de aplicativos para escritório (BrOffice), programa de e-mail (Pegasus) e muito mais, só para citar alguns poucos.

Agora, caso o problema seja uma aplicação específica, a situação se complica e pode ser que, por enquanto, ainda não haja um similar em versão open source. Nesse caso, a única alternativa que resta é continuar utilizando o Windows ou Mac OS.

2 – Instalei o Linux e ele não reconhece alguns elementos de hardware
Para sermos justos, este tipo de erro não é mérito somente do Linux. Muitas vezes o Windows também não reconhece alguns dispositivos internos, como placa gráfica e Wi-Fi. Em favor da plataforma Linux está o fato de que uma rápida busca na web fornecerá a solução para esse problema.

Proliferam fóruns de usuários que oferecem gratuitamente todo tipo de ajuda para problemas com o sistema operacional. Inicialmente, seguir as instruções de outros usuários pode parecer complicado e levá-lo a um território desconhecido. Mas saiba que ajustes desse tipo são necessários apenas uma fez. E é provável que, ao solucionar o problema, você aprenderá muita coisa sobre seu novo sistema operacional.

3 – É chato ter de usar a linha de comandos de vez em quando
Como explicado no item anterior, algumas vezes para que um processo, aplicativo ou dispositivo funcione corretamente da primeira vez, o usuário terá de conversar com o sistema operacional, digamos, de forma mais elementar, a partir da linha de comandos.

Isso pode ser necessário, por exemplo, para fazer o Ubuntu reconhecer um drive DVD e poder reproduzir discos de filmes; depois de baixar o software, é necessário instalar o aplicativo. Mas digitar algumas palavras estranhas não acabará com o seu dia. Apenas atente-se ao que o programa pede e quando tiver dúvidas, procure os fóruns da comunidade Linux para esclarecimentos. E, de novo, isso terá de ser feito apenas uma vez.

4 – Realizei uma ação e aconteceu algo estranho com o sistema
Por mais que os desenvolvedores procurem tornar as interfaces com os usuários mais fáceis de usar, um sistema operacional sempre terá suas peculiaridades. Uma determinada tarefa pode ser feita de uma maneira no Windows e de outra forma, digamos no OS X ou no Linux. E isso não quer dizer que um sistema seja melhor ou pior do que outro.

Uma fase de adaptação pode ser necessária para que o usuário se familiarize com a nova plataforma, seja ela qual for.

5 – Não fui muito bem recebido por alguns usuários ao postar uma dúvida em fórum
É verdade que alguns membros de comunidades não são muito educados. Mas essas pessoas podem ser encontradas em qualquer lugar, não somente em fóruns sobre o Linux. E não dá para julgar a plataforma por conta do comportamento de alguns de seus usuários.

Algumas dicas para ajudar a ser bem recebido e conseguir o que se deseja da comunidade:

a) Respeite as pessoas da comunidade

b) Seja simpático ao postar uma dúvida, mesmo que esteja se sentindo frustrado por não conseguir fazer o Linux operar bem
c) Pesquise nas bases de dados e FAQs se a solução do seu problema já existe; responder a mesma dúvida várias vezes pode irritar os usuários;

6 – Não gostei do Linux
As opiniões são válidas, afinal o Linux (como o Windows, OS X e Unix) não é um sistema operacional que serve para todos. Vale notar, porém, que a maior parte das pessoas que dizem isso se referem à sua usabilidade – um termo nebuloso que tem um significado diferente para cada pessoa.

E o pior: questionados sobre o que de fato incomoda, poucos usuários realmente oferecem uma resposta razoável. Uma primeira experiência com a plataforma, em uma versão menos amigável (quem sabe inadequada para aquele usuário em particular) pode ser a causa da queixa, criando uma barreira que depois é difícil transpor.

7 – Fui instalar o Linux e algo deu errado
Essa é uma situação que ocorre quando o programa de instalação não termina corretamente. Quando o usuário vai dar boot no sistema, em vez de se deparar com a interface esperada, ele encontra apenas uma janela de comando. Eventualmente o desktop pode ser executado, mas nenhum dos programas funciona corretamente.

Normalmente esse tipo de problema acaba por ser um evento separado, que não acontece com todo mundo. Portanto não seria justo afirmar que o Linux causou tudo isso.

Verifique se o seu computador já estava com algum tipo de problema de hardware ou de vírus e tente resolver - de novo, vale a pena buscar ajuda nos fóruns. Observe também se a instalação do Linux não apresenta algum defeito e tente instalar novamente.


sexta-feira, 8 de maio de 2009

Resposta do Google segundo a Folha Online

Google diz que roteadores causaram falha de conexão no Brasil

O Google informou que o problema de acesso a alguns de seus serviços registrado nesta quinta-feira (7) no Brasil ocorreu em razão de uma falha em um grupo de roteadores, durante uma manutenção de rotina.

Segundo a empresa, uma falha na programação dessa inspeção afetou o funcionamento dos equipamentos, responsáveis por interligar as redes de computadores e permitir a troca de dados, o que limitou o acesso no Brasil. "Não houve falha em nenhum dos nossos servidores", diz o Google, em nota.

De acordo com a empresa, "o acesso foi restabelecido prontamente", entretanto ainda há usuários relatando dificuldades de usar serviços como o buscador Google, o Orkut e o YouTube. "Sabemos quão importante é a disponibilidade dos nossos serviços e lamentamos qualquer inconveniente", diz a companhia.

Como já havia ocorrido em ocasiões anteriores, o episódio levou pânico a internautas --alguns chegaram a falar em "Apocalipse". "É incrível como eu fico inútil quando cai o Google", afirmou um deles, no Twitter, completando 'não ser nada' sem ferramentas como Gmail e Google Reader. "Apocalipse! Google e seus sites relacionados (YouTube, Orkut...) estão fora do ar", exclamou outro.


Endereço da página:

Brasileiros relatam dificuldade de acesso ao Google

Fonte:

Usuários brasileiros afirmaram ter encontrado dificuldades para acessar serviços do Google, como o site de buscas, o Orkut e o YouTube. O problema parece ter sido resolvido, mas, como já havia ocorrido em ocasiões anteriores, o episódio levou pânico a internautas --alguns chegaram a falar em "Apocalipse".

Procurado pela reportagem, o Google afirmou não ter pistas sobre o problema e que seus servidores funcionaram normalmente --uma hipótese é que um problema localizado em um provedor tenha causado a dificuldade do acesso.

Na internet, usuários relatavam a dependência dos serviços oferecidos pela empresa. "É incrível como eu fico inútil quando cai o Google", afirmou um deles, no Twitter, completando "não ser nada" sem ferramentas como Gmail e Google Reader. "Apocalipse! Google e seus sites relacionados (Youtube, Orkut...) estão fora do ar", exclamou outro.

Outros aproveitavam para fazer piada. "O Google está fora do ar. Vamos ter que voltar pra escola, pessoal", aconselhou o humorista Danilo Gentili, repórter do "CQC", da Band, no serviço de microblogs.


Endereço da página:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u562100.shtm

terça-feira, 5 de maio de 2009

Linux bate 1% de ´mercado´ pela primeira vez

INFO Online
Sábado, 02 de maio de 2009 - 10h56

SÃO PAULO – Nunca, na história dos sistemas operacionais, o Linux havia ultrapassado a marca de 1% no market share mundial. Em abril, porém, segundo a Net Application, o índice foi batido.

Com 1,02% do total, o Linux é atualmente o terceiro SO mais usado no mundo, de todos os ramos. A pesquisa contabiliza também plataformas móveis, como smartphones, e também videogames.

Leia também:

O crescimento dos sistemas operacionais com núcleo Linux se deu, principalmente, nos últimos dois anos. De janeiro de 2004 até julho de 2006, o market share do SO permanecia entre 0,2% a 0,4%, entre pequenas inconstâncias, segundo dados da própria Net Apllications.

Mas, quase dois anos depois, a porcentagem já era o dobro. De janeiro de 2007 a julho de 2008, o Linux passou de 0,4% para 0,8% e se manteve por ali.

Agora, nove meses depois, o número já passa do 1% de todos os sistemas operacionais do mundo: um aproximado crescimento de 150% em dois anos.

No topo da pesquisa segue o Windows com 87,9%, e na segunda posição vem o Mac, com 9,73%. O quarto sistema operacional mais usado, logo atrás do Linux, é o iPhone, com 0,55%.

Confira o gráfico completo da pesquisa clicando aqui.

Fonte: Info

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Maioria dos contribuintes ainda usa Windows para declarar Imposto de Renda

O sistema operacional Windows (Microsoft) ainda predomina entre os contribuintes pessoa física que enviaram a declaração do Imposto de Renda de 2009 pela internet. Mesmo assim, segundo o supervisor nacional do Programa do Imposto de Renda, Joaquim Adir, a Receita Federal continuará mantendo a versão Java (Sun Microsystem), única disponibilizada este ano, que funciona em qualquer sistema operacional, incluindo os programas de computador conhecidos como softwares livres.

“Pouca gente usou [software livre]. Mas será mantido, porque é essa a filosofia: atender a todos. A maioria absoluta continua com Windows. E essa cultura poderá mudar com o tempo”, disse Joaquim Adir.

O sistema operacional é o programa de computador que permite ao usuário “se entender com a máquina”. Por meio dele, é possível comandar o computador e usar outros programas instalados na máquina, como editores de textos e planilhas de cálculo. Existem dois tipos de sistema operacional: os pagos, como o Windows da Microsoft, e os softwares livres, gratuitos, como o Linux e suas diversas versões.

Hoje (4), a Receita divulgou que o número de declarações do Imposto de Renda Pessoa Física entregues neste ano pela internet chegou a 25.565.859. A estimativa inicial era de que 25 milhões de declarações fossem enviadas por meio eletrônico.

De acordo com a Receita, 500 mil contribuinte devem entregar as declarações do IR com atraso. O órgão não informou o número de declarações apresentadas em formulários de papel.

A Receita anunciou também que amanhã (5) deverá ser publicada no Diário Oficial da União instrução normativa que trata da devolução do imposto de renda cobrado sobre a venda de dez dias de férias dos trabalhadores.

Para ter direito, o contribuinte nessa situação deverá fazer uma ou mais declarações retificadoras de quatro anos: 2005, 2006, 2007 e 2008 (anos-base 2004, 2005, 2006 e 2007). Os programas estão disponíveis na internet (www.receita.fazenda.gov.br). Na declaração de 2009, a correção foi feita automaticamente.

A Receita estima que serão devolvidos R$ 2 bilhões.

Saem regras para a devolução do IR sobre dez dias de férias

A Receita Federal deve publicar amanhã (5) no Diário Oficial da União instrução normativa que trata da devolução do imposto de renda cobrado sobre a venda de dez dias de férias dos trabalhadores. Em janeiro, foi publicada no Diário Oficial a Solução de Divergência número 1, de 2009, comunicando que a venda de dez dias de férias não deveria reter o imposto.

Para ter direito, o contribuinte nessa situação deverá fazer uma ou mais declarações retificadoras de quatro anos: 2005, 2006, 2007 e 2008 (anos-base 2004, 2005, 2006 e 2007). Os programas estão disponíveis na internet (www.receita.fazenda.gov.br). Na declaração de 2009, a correção foi feita automaticamente.

Para fazer o cálculo, será preciso diminuir do rendimento tributável a parcela referente aos dez dias vendidos e incluir na parcela de rendimentos isentos. As fontes pagadoras não estão obrigadas a fornecer as informações, mas o supervisor nacional do programa do Imposto de Renda, Joaquim Adir, pede a colaboração dos patrões para agilizar a entrega das declarações.

A Receita estima que serão devolvidos R$ 2 bilhões.

Receita recebe mais de 25,5 milhões de declarações do IR pela internet

O número de declarações do Imposto de Renda Pessoa Física entregues, neste ano, por meio da internet chegou a 25.565.859, informou há pouco o supervisor nacional do Imposto de Renda da Receita Federal, Joaquim Adir. A estimativa inicial do órgão era de que 25 milhões de declarações fossem enviadas por meio eletrônico.De acordo com a Receita, 500 mil contribuinte devem entregar as declarações do IR com atraso.

O órgão não informou o número de declarações entregues em formulários de papel