Uma mensagem falsa postada no Facebook induz os internautas a procurar informações no site da
Receita Federal, mas, na verdade, trata-se de mais uma das artimanhas
de criminosos para instalar programas maliciosos no computador da
vítima. O texto desperta a curiosidade, pois diz que o nome da pessoa
“está aparecendo na lista de inscrições da malha fina”. A tela apresentada no Facebook mistura um link
verdadeiro da Receita Federal e um falso, que baixa um programa para o
computador dos desavisados. Por segurança, o Fisco alerta que os
programas, como o gerador do Imposto de Renda, por exemplo, devem ser
obtidos diretamente na página da RFB
na internet. No caso do programa que é disponibilizado na mensagem
falsa, um olhar mais atento permite verificar que o servidor de
aplicativos não é o da Receita Federal (como na linha tracejada em
vermelho). Link leva o usuário a baixar programa de site que não é da Receita FederalTela capturada no Facebook Embora tenha um perfil oficial no Facebook ,
a Receita tem deixado claro que não se trata de um canal de atendimento
ao contribuinte e que pretende, com as publicações, “estabelecer laços
menos formais no relacionamento com o contribuinte, por meio de
campanhas, dicas e mensagens de interesse da administração".
Além
das mensagens em redes sociais, criminosos procuram sempre se utilizar
de formas fáceis de enganar os cidadãos usando o nome da Receita Federal
e de outros órgãos. Durante o período de entrega da declaração, é
comum, por exemplo, aparecerem mensagens eletrônicas (e-mails)
com o falso propósito de divulgar facilidades na obtenção do Programa
Gerador da Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física.
Assim como nas redes sociais, as mensagens nos e-mails
usam indevidamente nomes e timbres oficiais e iludem o cidadão com a
apresentação de telas que misturam instruções verdadeiras e falsas, na
tentativa de obter ilegalmente informações fiscais, cadastrais e
principalmente financeiras. Os links contidos em determinados pontos indicados na correspondência costumam ser a porta de entrada para vírus e malwares (softwares maliciosos ou programas mal-intencionados) no computador, tem informado a Receita.
A Receita Federal esclarece que não envia e-mails sem autorização do contribuinte nem autoriza parceiros e conveniados a fazê-lo em seu nome.
Um ex-cientista da computação desejava tornar-se um engenheiro de
computação e, para isso, trabalhava em um projeto para adquirir todas as
habilidades necessárias. Quando pesquisou no Google “lista de funções de compreensão phyton lambda”, o link do Google apareceu.
Mas então, conforme ele escreveu para o site The Hustle,
“algo anormal aconteceu”. Os resultados de sua busca começaram a
dividir-se na metade horizontalmente e uma caixa preta apareceu com uma
mensagem: “Você está falando nossa língua. Aceita um desafio?”
Max
Rosett, o engenheiro, aceitou o desafio ao clicar em “Eu quero jogar” e
o Google o direcionou para um site chamado foo.bar. “A página era
semelhante a uma interface Unix, então eu digitei o comando para ver a
lista de arquivos. Tinha um chamado ‘comece_aqui.txt’ (traduzido
livremente do inglês para o português)”, ele escreveu.
“Eu o abri e tinha duas frases: ‘Digite “pedir” para pedir um desafio’ e ‘Digite “ajuda” para uma lista de comandos’”.No final, após resolver seis desafios e informar seu contato, um recrutador o enviou um e-mail alguns dias depois. Tratava-se de um processo de recrutamento “bem típico” do Google e Rosett foi aprovado para uma vaga de engenheiro na empresa pouco tempo depois. Ele não é o único que passou pelo processo.
Um adolescende indiano desenvolveu um mecanismo de busca personalizada
que, segundo testes, é quase 50% mais preciso do que o do Google. Anmol
Tukrel, de 16 anos, explica que a tecnologia leva em conta, além de
localização e histórico de navegação, a personalidade do usuário, o que
ajuda a fornecer resultados ainda mais precisos.
O projeto
surgiu quando o garoto se inscreveu para a Google Science Fair,
competição global da gigante de tecnologia que premia jovens com idade
entre 13 e 18 anos. "Pensei em fazer algo no setor de pesquisas
personalizadas. Quando percebi que o Google já faz isso, quis torná-lo
ainda melhor", explica o jovem, que atualmente faz estágio em uma
empresa de tecnologia indiana.
Anmol Tukrel, 16 anos.
Atualmente,
a personalização nas buscas se baseia em fatores como a localização,
histórico de navegação e afinidade com o tipo de aplicativos instalados
no dispositivo que realiza a pesquisa. De acordo com Turkel, esta é
somente metade da equação. Seu algoritmo parece resolver o resto:
compreende o que o usuário gostaria de ver com base no conteúdo
apresentado, na personalidade e em sua compreensão de texto.
Apesar
do sucesso, o jovem é bastante humilde. "É muito arrogante pensar que
suaideia é tão boa que você não precise aprender nada", afirma. Para o
futuro, a ideia é continuar os estudos e aprimorar sua empresa, que se
chama TacocaT Computers.
Definitivamente, não dá pra confiar em mais nada e mais ninguém. :-)
Como se não bastasse ser extremamente fácil forjar uma mensagem de
qualquer usuário do Twitter – usando serviços online como o http://www.lemmetweetthatforyou.com/ –, tweetes ‘embedados’ também não são mais confiáveis do que esse screenshot aí em cima.
Segundo matéria do TNW, “há
uma forma de ‘embedar’ tweetes usando o JavaScript que permite que você
altere várias de suas propriedades, incluindo fonte, data, números de
retweets e favorites e até seu conteúdo. Basta copiar e colar o trecho de código JavaScript
na sua página, alterando o ‘tweet ID’ para o ID do tuite que você
deseja alterar. O resultado é um tuite ‘embedado’ que parece legítimo,
mas que diz qualquer coisa que você quiser” – leia na íntegra aqui.
O site "Tudo Sobre Todos", que gerou polêmica ao vender
informações pessoais de pessoas que morem no Brasil (como data de
nascimento, endereço, nome dos pais e vizinhos, a partir de seus nomes
ou CPF), reabriu a discussão sobre até que ponto os dados pessoais estão
protegidos na internet.
Para Wanderson Castilho, especialista em crimes digitais e autor do
livro "Manual do Detetive Virtual", a discussão sobre privacidade
deveria acontecer diariamente, e não apenas quando surge uma página
vendendo informações pessoais.
"As redes sociais oferecem mais informações que o ′Tudo Sobre Todos′.
Mostra o relógio, o filho, a casa, a viagem. Não existe uma empresa que
saiba tanto sobre você quanto a rede social", diz.
Alexandre Freire, professor da UFRJ (Universidade Federal do Rio de
Janeiro) e consultor de segurança da informação, discorda. Segundo ele,
as pessoas conseguem medir boa parte do que é publicado no Facebook e em
páginas afins e dificilmente colocam dados cadastrais.
"Sites que vendem os dados são mais perigosos, pois você não tem como
controlar como a informação é divulgada. Nas redes sociais, você pode,
de certa forma, ter um controle maior", afirma.
O "Tudo Sobre Todos" diz que todas as informações comercializadas são
obtidas em fontes públicas, como cartórios, decisões judiciais e diários
oficiais. Assim, o trabalho seria filtrar esses dados, organizá-los e
vendê-los.
No entanto, nesta quinta-feira (30), a Justiça Federal determinou que a
página fosse retirada do ar por causa do perigo que pode causar à
sociedade. Isto é, alguém usar as informações vendidas para cometer
algum tipo de crime.
A venda de dados pessoais, porém, não é proibida pela lei. O advogado
Rony Vainzof, especialista em direito digital, afirma que esse tipo de
comércio acontece todos os dias, mas precisa do consentimento das
pessoas.
"Quando você cria uma conta em um e-mail gratuito, em troca de usar o
serviço sem pagar, informa seus dados. Você aceita os termos de uso
dizendo que eles podem ser vendidos para uma empresa de publicidade, mas
apenas para essa finalidade. Eles não podem ser desvirtuados, como
serem vendidos em um site, por exemplo", explica.
Assim, para ele, os responsáveis pelo "Tudo Sobre Todos" precisam
explicar onde conseguiram as informações para que a Justiça decida se
elas podem ser comercializadas.
ORIGEM DOS DADOS
Vainzof diz que há, sim, a possibilidade de terem sido obtidas apenas
por documentos públicos. Ele acredita que há a necessidade de criar uma
legislação específica para proteção de dados oficias.
Freire afirma que tecnologicamente a compilação de dados oficiais
divulgados é possível, da mesma forma que conseguir tudo pelas redes
sociais.
No entanto, segundo Castilho, a maior probabilidade é que o banco de
dados tenha sido obtido de alguma forma ilícita, principalmente porque o
site não informa quem são os responsáveis, está sediado fora do país,
em Seicheles, e usa bitcoin, uma moeda virtual que não pode ser
rastreada, como única forma de pagamento.
"A metodologia de como eles estão trabalhando com essa informação
levanta a suspeita de ser ilícito. Seja invadindo o banco de dados de
alguma empresa ou comprando informações vazadas por algum funcionário.
Há inúmeras formas de conseguir isso no mercado negro", declara
Castilho. A hipótese de a base de dados ter sido vazada de alguma
empresa se baseio no fato de que algumas informações referentes a
endereço de indivíduos aparecem desatualizados quando se faz a consulta.
A Folha entrou em contato com os responsáveis pelo "Tudo Sobre Todos", mas eles disseram que preferiam não dar entrevistas. Fonte: S.O.S Consumidor via UOL
Futuro do mundo pode estar ameaçado com a chegada de robôs.
Há
muito tempo o homem sonha com robôs totalmente autônomos que podem
desempenhar diversas funções, inclusive, substituir o trabalho humano.
Porém, juntamente com a tecnologia
de ponta útil aos homens, outras criações podem ser prejudiciais. Mesmo
que atualmente não exista nada de oficial, muitas pessoas ligadas ao
mundo tecnológico estão preocupadas com o nosso futuro.
Vários experts em robótica do mundo alertam sobre um assunto específico, ou seja, o uso de armas autônomas. Nomes como Stephen Hawking,
Elon Musk e Steve Mozniak pedem o fim de tais armas, alertando sobre os
riscos de uma “revolução da inteligência artificial”, que um dia poderá
resultar em um grande desastre para a humanidade.
O pedido do
grupo foi proferido em uma carta aberta, publicada pelo instituto Future
of Life e assinada por centenas de pesquisadores ligados ao assunto,
bem como por personalidades da ciência e tecnologia.
Levando em consideração que o
mundo está passando por uma grande revolução tecnológica, que envolve
carros guiados apenas por computadores, drones com câmeras que invadem a
privacidade, entre outros, especialistas mostram insegurança e
preocupação para o futuro da humanidade. O cenário atual, para alguns,
parece bastante promissor, e claro, sem dúvidas é um grande avanço. O
grande problema é a proporção que o assunto irá tomar, e o surgimento de
tecnologias avançadas e autônomas que podem ser usadas pelo lado
negativo, principalmente na corrida armamentista.
Na carta, as
armas autônomas estão definidas como aquelas que “selecionam e engajam
alvos sem a intervenção humana”. Com isso, para encontrar os alvos, é
necessário outros dispositivos tecnológicos. Conforme a carta, estas
armas irão resultar em uma corrida armamentista já que são capazes de
encabeçar grandes mudanças no mundo.
“Armas
Autônomas são ideais para tarefas como assassinatos, desestabilizar
nações, subjugar as populações e matar seletivamente um grupo étnico em
particular. Estamos, portanto, a acreditar que uma corrida AI
armamentista militar não seria benéfico para a humanidade.”
Noel
Sharkey, roboticista que assinou a petição e é membro da Campaign to
Stop Killer Robots, os robôs da vida real deverão ser piores que as
representações de ficção científica vista no cinema. “Eles vão se
parecer com tanques. Eles se parecerão com navios, eles vão se parecer
com caça a jato”, diz Sharkey. Além disso, a carta também cita as armas
químicas, que podem causar diversos problemas.
“Assim como a
maioria dos químicos e biólogos não têm interesse na construção de armas
químicas ou biológicas, a maioria dos pesquisadores de AI não tem
interesse em construir armas AI - e não quer que os outros possam
manchar seu campo de trabalho, ao fazer isso, potencialmente criando uma
grande reação pública contra a AI que limitaria seus futuros benefícios
para a sociedade.” A carta pode ser assinada por qualquer pessoa, basta clicar aqui.
Está aberta a temporada de caça a um dos clientes de download mais populares do mundo, o uTorrent.
De acordo com o site TorrentFreank, a plataforma agora é tida como
perigosa ou de conteúdo malicioso por serviços de segurança como
softwares antivírus e até o filtro de buscas do Google.
Aparentemente, uma série de programas de
segurança para o computador começou a bloquear o uTorrent
repentinamente, alegando a presença de componentes potencialmente
perigosos. A mensagem dos antivírus cita que o arquivo EXE do serviço
está relacionado com o Trojan.Win32.Generic!BT e o OpenCandy, um adware
que é polêmico e pode gerar um falso positivo — mas que era aceito até o
momento.
Além disso, o Google iniciou uma jornada
própria para dificultar o acesso do usuário à plataforma. No Chrome, a
página de download da atual versão do uTorrent leva você a um alerta em
vermelho sobre os potenciais perigos do site. Isso significa que ele foi
denunciado ao menos sete vezes nos últimos noventa dias.
Em testes próprios, a empresa detectou "downloads maliciosos sendo feitos e instalações sem o consentimento do usuário". Vale lembrar que o próprio uTorrent já tem a imagem bastante negativa: em março, vazou a informação de que ele usava PCs de clientes para minerar bitcoins durante o download.
"Nas próximas semanas, as melhorias
nesse sistema de detecção ficarão mais notáveis no Chrome: usuários
verão mais avisos do que nunca sobre softwares que não são bem-vindos" -
Google
O Torrent Freak informa que vários sites de
torrent também receberam o mesmo aviso. Em resposta às denúncias, a
Google afirma que esse é o resultado de uma nova filtragem de páginas
que podem realizar "mudanças inesperadas" no seu computador. Por
enquanto, a equipe do uTorrent ainda não se pronunciou sobre o caso.
Se
você tem flexibilidade de datas para viajar, visite sites como kayak, farecompare, momondo e skyscanner para comparar os valores das passagem.
Vale
a pena entrar em vários sites, já que as companhias têm acordos
diferentes com cada um deles. Alguns dos sites, por exemplo, incluem
tarifas de companhias de baixo custo.
Além disso, você pode filtrar os resultados mais convenientes para sua viagem.
Um
ferramenta interessante do farecompare e do skyscanner é ativar alertas
de tarifas para quando os preços caírem de uma trecho em que você tem
interesse.
Já no momondo, a ferramenta "previsão de voo" é útil
para te dar detalhes de uma rota específica. Por exemplo: fazendo uma
busca de voos de Londres para o México, essa opção mostra em que dias da
semana é mais barato viajar ou até em que semanas do ano as tarifas são
mais baixas.
Agora, se você tiver um espírito mais aventureiro e
topar viajar para onde houver uma oferta, em sites como o skyscanner
pode-se colocar como destino "qualquer lugar" e encontrar voos a todos
os países.
Uma vez que você encontrar a tarifa mais em conta, não custa checar o valor disponível no site da companhia aérea também.
Mas
corra porque algumas companhias, como Lufthansa e o grupo
AirFrance-KLM, estão adotando estratégias para combater esses sites,
como uma cobrança extra nos bilhetes emitidos fora de seus sites
oficiais ou de sistemas operados por agentes de turismo.
A
Lufthansa anunciou que vai cobrar 16 euros. A ideia é atrair mais
clientes para os sites das companhias aéreas, evitando esses sites
intermediários.
2. Cheque quando é mais barato viajar
Provavelmente você já tenha percebido, mas nunca é demais repetir: viajar durante a semana é mais barato. A
sexta-feira e o domingo são os dias mais escolhidos pelas pessoas que
viajam a negócios e também para turistas que querem aproveitar o fim de
semana. Assim, é mais provável encontrar uma boa oferta na terça ou na
quarta-feira.
A ferramenta "previsão de voo", mencionada no item
interior, também pode ajudar a identificar o dia mais barato da semana
em uma rota específica.
3. Ver quando é mais barato comprar a passagem
Segundo
um comunicado da Airlines Reporting Corporation, publicado em novembro
de 2014, o melhor dia para se comprar uma passagem aérea é a
terça-feira. A data também é sugerida por vários blogueiros e
especialistas em viagens.
As explicações para isso variam, mas, em geral, esse é o momento em que
as companhias aéreas lançam suas ofertas de passagens restantes, para
tentar obter a ocupação máximo em seus voos.
Monitorar durante vários dias, em horários distintos, ajuda bastante a assumir um risco calculado na hora da compra.
4. Vale a pena esperar uma oferta de último minuto?
Há alguns anos, existia esse mito. Mas atualmente a posição geral da indústria é a de que não vale a pena.
Vários estudos mostram que o ideal é comprar com uma antecedência de cerca de 60 dias para voos internacionais.
Apenas
no caso de alguns pacotes de viagens é que pode valer a pena checar
ofertas às vésperas da viagem, já que pode haver cancelamentos ou
lugares vagos em voos charter.
5. Limpe os cookies de seu computador e troque de navegador
Ainda
que a BBC não tenha conseguido verificar essa informação de maneira
independente, há relatos de que algumas companhias aéreas usem
informações providas por cookies para monitorar sua navegação e aumentar
os preços de um voo se souber que você está interessado.
Isso
explicaria por que, algumas vezes, quando você volta meia hora depois
para comprar uma passagem, encontra um valor mais alto.
Para viagens longas, uma dica é procurar rotas alternativas ou fazer voos com escalas
Por outro lado, a jornalista Erica Ho, que trabalhava para a revista Time
em Hong Kong, comprovou que os preços das mesmas rotas variavam de
maneira exorbitante dependendo do país em que se acessava o site da
companhia aérea.
Há muitas estratégias para testar isso: uma opção
é apagar as cookies antes de pagar a passagem ou utilizar outro
navegador para fazer a mesma busca.
Uma outra dica sugerida por
Erica é, no site de compras, trocar a sua localização e o idioma. Se
estiver no Brasil, escolha um país diferente e não selecione o
português.
6. Busque rotas alternativas
Se
não encontrar a oferta que procura e se o destino for distante, uma
ideia é usar sua criatividade para buscar voos partindo ou chegando a
outros aeroportos ou com escalas.
Por exemplo, se seu destino for
São Paulo, voar para Viracopos (no município de Campinas) pode ser mais
barato do que para o aeroporto de Guarulhos.
É possível saber de promoções em primeira mão ao
se assinar as newsletter das companhias aéreas ou segui-las no Twitter
7. Inscreva-se em programas de milhagem
Se
você viaja bastante, pode aproveitar as ofertas de programas de
fidelidade. Algumas companhias aéreas também oferecem cartões de crédito
próprio, com os quais se ganha mais milhas com seu uso.
8. Assine as newsletters das companhias aéreas
Receber
ofertas por e-mail pode ser um pouco irritante, mas te permite ficar
sabendo em primeira mão quando uma companhia lança uma promoção.
Outra boa ideia pode ser seguir as contas de Twitter das empresas que fazem as rotas que mais te interessam.
A Microsoft anunciou a maior queda trimestral dos lucros da companhia. É o preço pela compara da Nokia.
Divulgação Microsoft
A Microsoft fechou o último trimestre com um resultado negativo de
cerca de 3,2 bilhões de dólares,
porque teve que pagar uma parcela de 7,5 bilhões de dólares pela compra da Nokia. Foi o pior trimestre da história da
empresa agora liderada por Satya Nadella.
Excluindo os custos relacionados com a reestruturação e aquisição a
Microsoft registou um lucro de 22,2 bilhões de dólares, ou seja até um pouco acima do esperado
pelos analistas.
A Microsoft ainda com Steve Ballmer à frente dos comandos comprou há
um ano a nokia por 9,5 bilhões de dólares. O mês passado a
norte-americana Microsoft enviou um e-mail aos funcionários para explicar a
reestruturação que irá fazer na conselho de administração. No âmbito
desta remodelação Stephen Elop, ex-CEO da Nokia, vai deixar a Microsoft
depois de um período de transição. As ações da Microsoft caíram no mercado de futuros norte-americano.
A rede
social vai passar a mensurar o tempo gasto na visualização de cada
publicação e, com isso, definir quais posts são considerados mais
interessantes e terão mais destaque ao internauta.
Comunicado do Facebook explica que para a rede
social não é tão simples adotar o critério de seleção, pois muitas
pessoas podem passar mais tempo olhando para determinada publicação
porque possuem uma conexão de internet lenta. Por outro lado, se os
usuários gastam muito mais tempo em um conteúdo particular do que em
outros, pode ser um bom sinal de que aquilo é importante para ela.
O fato de um usuário não rolar a barra do feed vai ajudar o
Facebook a perceber que o que estava sendo exibido naquele pedaço é
interessante e, dessa forma, podem ser priorizados conteúdos similares. A
novidade começa a ser implementada nas próximas semanas. A rede não
espera mudanças significativas com a distribuição e alcance das fan
pages com essa atualização.
Corte de madeira, mineração, agropecuária e a cada vez maior expansão dos centros urbanos em direção às florestas são responsáveis por levar ao chão aproximadamente 26 bilhões de árvores por ano. Para reverter este cenário de destruição, o americano Lauren Fletcher sonha em fazer um replantio em escala industrial: semear 1 bilhão de árvores por ano usando drones. “Há anos eu e meu time estudamos as mudanças climáticas. Com esta tecnologia, acreditamos que poderemos mudar o mundo”, afirma o visionário.
Fletcher, engenheiro que trabalhou durante 20 anos na Agência Aeroespacial Americana (Nasa), é o CEO da BioCarbon Engineering, sediada em Oxford, na Inglaterra. A startup desenvolveu um projeto que utiliza a tecnologia dos drones para mapear, plantar e monitorar o crescimento das mudas.
No ar, os drones farão o mapeamento preciso das áreas que precisam ser replantadas, gerando imagens em alta resolução e mapas em 3D. Em seguida, o equipamento será usado para o plantio de sementes germinadas, que tem índice de absorção na terra muito mais alto quando comparado a técnicas que fazem dispersão aérea de sementes secas. O sistema é bastante sofisticado. Os drones descem a dois ou três metros acima do solo e lançam uma espécie de casulo, que contem sementes pré-germinadas, cobertas por um hidrogel com nutrientes. O veículo aéreo tem capacidade para plantar dez sementes por minuto. Fletcher acredita que será possível plantar 36 mil mudas de árvores por dia.
A técnica de agricultura de precisão garantirá o replantio em larga escala. Segundo a BioCarbon Engineering, o plantio manual é caro e lento e o que espalha sementes secas apresenta baixo índice de germinação. Numa última etapa, os drones servirão para monitorar as áreas que foram replantadas. Esta informação ajudará a fornecer avaliações da saúde do ecossistema ao longo do tempo.
No ano passado, o projeto da BioCarbon Engineering recebeu um prêmio da Skoll Foundation, fundação americana que investe na inovação e empreendedorismo social. Mais recentemente, ficou com o terceiro lugar na competição Drones for Good, nos Emirados Árabes Unidos. A intenção do engenheiro americano é que até o meio do ano os drones já estejam no ar, semeando novas florestas pelo planeta. Que bons ventos os levem! Assista abaixo ao vídeo que explica como funcionará o replantio de árvores com drones:
A PROTESTE e outras 33 entidades que participam da campanha Marco Civil Já entregaram, na quarta-feira (22), carta à presidente Dilma Rousseff com críticas ao possível acordo entre o Facebook e o governo, anunciado no último dia 10, para levar internet à população de baixa renda e de áreas isoladas do país.
O projeto Internet.org, implementado pela rede social em países da América Latina, África e Ásia, viola direitos assegurados pelo Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965), como a privacidade, a liberdade de expressão e a neutralidade da rede.
Ao prometer o "acesso gratuito e exclusivo" a aplicativos e serviços, o Facebook está na verdade limitando o acesso aos demais serviços existentes na rede e oferecendo aos usuários de baixa renda acesso a apenas uma parte da internet.
Esta estratégia da rede social, realizada em parceria com operadoras de telecomunicações e provedores de conteúdo, desrespeita o princípio da neutralidade, ainda que garanta o uso dos aplicativos e conteúdos mais populares. No longo prazo, pode gerar concentração dos serviços de infraestrutura, de acesso à internet e conteúdos, restringindo a liberdade de escolha do usuário. A cartelização do mercado e a falta de estímulo a preços baixos comprometem os objetivos de universalização.
Ou seja, o projeto Internet.org fere a livre concorrência e a liberdade no fluxo de informações, já que em alguns casos, o acesso à internet e a conteúdos são fornecidos pelas mesmas empresas. E também viola o princípio da privacidade, já que dados pessoais dos usuários podem ser disponibilizados, deixando-os vulneráveis a interesses comerciais e pressões políticas.
Na carta, é pedido que não seja firmado qualquer acordo com o Facebook, relacionado ao projeto Internet.org, que tenha como objetivo "fornecer acesso grátis à internet"; e que qualquer parceria futura a ser fechada com a rede social ou qualquer outra empresa respeite os direitos garantidos pelo Marco Civil, em especial o da neutralidade da rede. O movimento Marco Civil Já pede também que o governo realize amplo debate com a sociedade civil antes de fechar acordos desse tipo, da mesma forma como foi feito com o Marco Civil da Internet.
Quando boto meus fones, o burburinho
do metrô vira um oásis de calmaria. Essa é a forma como a tecnologia sempre fez
sentido para mim: não como uma barreira entre meu ser e o mundo, e sim como um
amortecedor, uma fuga temporária. Hoje a maioria da tecnologia móvel é
vista de forma inversa. Para muitos de nós, as telas brilhantes dos smartphones
são feitas para distrair. Servem como excesso escapista, uma forma de alimentar
a introspecção.
Mas agora, com o lançamento do AppleWatch — um objeto preso ao pulso para informar coisas —, acredito
que estamos prestes a entrar em uma nova era de distração e de comportamento
antissocial. O intelectual Michael Bull já falou
disso antes – não sobre o Apple Watch, mas sobre como o iPod e o Walkman mudaram nossa forma de interagir uns com os outros. Ele sugeriu que o áudio individual, via fones de ouvido, permite criarmos “bolhas auditórias” que nos separam do ambiente e
fomentam o comportamento antissocial.
Pouco tempo atrás, John Hermann, do The Awl, previu que o Apple
Watch será bem-sucedido não por causa de seus aplicativos ou características bacanas,
mas por “criar novos mundos de
isolamento para quem os utilizar”. A teoria até que faz sentido, mas acadêmicos como Nick Prior apontam que o fenômeno não é tão simples assim. Prior relatou que os usuários de iPod e Walkman
usavam as tais bolhas auditórias de forma estratégica, usando a música não só
como uma espécie de trilha para a monotonia da cidade, mas também como uma
maneira de se livrar do barulho, da distração e do restante da massa humana. Em
outras palavras, afirma Prior, não é a tecnologia que separa as
pessoas; na verdade, ela nos dá controle sobre as novas condições do
urbanismo. Um par de fones de fato ajudou as pessoas a burlar o excesso de interação social das cidades modernas.
Independentemente disso, teve gente
que começou a se preocupar que o Apple Watch fosse capaz de amplificar o pior
da era digital da distração. A Era das Notificações, no fim das contas, chegou
pra ficar: cada serviço e aplicativo, do email às incontáveis redes sociais, nos
bombardeiam com notificações a cada minuto. O fluxo incessante é o padrão.
Mas fico pensando: e se o Apple
Watch oferecer uma pausa estratégica às condições da Era das
Notificações? No The Atlantic, Ian Bogost sugere que o Watch é uma espécie de
graxa para as rodas da máquina capitalista: a Apple fabrica bilhões de telas,
que se acendem com notificações do Facebook, Twitter e organizações de notícias
– possivelmente com rumores sobre o próximo iPhone. É um ciclo vicioso de
tecnologia e informação digitais, e o Watch só intensifica a circularidade de
tudo, colocando-nos em ciclos cada vez mais apertados de consumo em que a
tecnologia gera informações que precisam de... mais tecnologia. É verdade até o momento que o
relógio inteligente, e em especial o Apple Watch, parecem feitos para ampliar o
absurdo da situação em vez de resolvê-la. Em sua resenha do dispositivo, Joshua Topolsky, da Bloomberg, reclamou que seu pulso vivia emitindo barulhos,
alertas vibratórios e notificações. Mas controlar quais bipes você permite é
algo muito mais simples do que Topolsky dá a entender.
Você pode desligá-los.
De certa forma, a reclamação de
Topolsky é como dirigir um carro de janelas abertas e, ao avaliar a
experiência, reclamar que está ventando demais. O Apple Watch talvez permita
alertas sem limites, mas também possibilita pouquíssima intrusão em relação a
um smartphone ao deixar algumas das notificações apenas no celular e sem
desligá-las por completo. O Watch, então, pode agir como filtro. Ele
diferencia uma mensagem da sua namorada ou um email do seu chefe de um alerta
de um aplicativo fitness, separando mental e fisicamente o importante e o supérfluo.
É possível também que nenhuma notificação seja o ideal. Como o
próprio cenário urbano, a tecnologia sempre é ambivalente; sempre boa e ruim. O
Walkman e o iPod podiam ser usados para fins diferentes: para evitar pessoas e
também para controlar a experiência urbana. Do mesmo modo, se abandonássemos as
notificações, talvez também desistíssemos de um mundo de descobertas, conexões
e informações. Esse é o trato digital que caiu no nosso colo. Na ausência de
uma revolução global em que invadiremos os escritórios do Facebook e
desligaremos seus servidores, um filtro de notificações parece ser uma solução
melhor do que não ter nenhuma.
O
que precisamos é de uma tecnologia
que possa ser usada para reduzir o desejo – e o Watch não é um mau
começo. O que o relógio da Apple oferece, acima de
tudo, é restrição: no tamanho da tela, na duração de bateria, nas
funcionalidades. É uma tecnologia que permite uma pessoa minimizar a Era
das Notificações – ao desligar os alertas ou
personalizá-los de forma que soem apenas por meio de ligações
importantes. O relógio pode armar barreiras entre você e as
notificações; entre você e o
smartphone; entre você e a Era da Distração.
Com certeza há um elemento de
"solucionismo" aqui – aquele termo usado por Evgeny Morozov para se
referir à busca de uma solução tecnológica quando talvez ela não seja necessária.
Mas o que o exemplo do Walkman e iPod sugere é que a tecnologia não corrompe um
estado ideal, arruinando, por exemplo, a calmaria da ida ao trabalho com fones
de ouvido; ele dá a entender que a tecnologia muitas vezes é uma reação a uma
série de circunstâncias que a própria tecnologia criou.
É possível, então, que um relógio
inteligente ofereça algum controle sobre nossas notificações a fim de torná-las
úteis novamente? O Apple Watch talvez não seja esse aparelho. Talvez ele seja mágico demais
– ele tem aquele DNA da
Apple que nos induz ao uso compulsivo – para funcionar como uma maneira
de
controlar o desejo de distração. Mas talvez o conceito do relógio
inteligente faça isso no futuro: dentro da limitação de sua tela, no
espaço entre o pulso e o bolso, possamos encontrar uma barreira entre
nós mesmos
e um mundo feito para nos distrair incessantemente.
Os contribuintes que
perderam o prazo para a entrega da declaração do imposto de renda
das pessoas físicas poderão fazê-lo hoje (4 ), com multa mínima
de R$ 165,74 e máxima de 20% do imposto devido.
A declaração
poderá ser preenchida no próprio computador, com a utilização do
programa gerador, ou em dispositivos móveis, como tablets ou
smartphones utilizando o aplicativo m-IRPF ou diretamente no site da
Receita Federal, por meio do Centro Virtual de Atendimento (e-CAC).
Para entender melhor
todo o processo, existe um passo a passo na página da Receita para o
contribuinte agilizar o preenchimento e o envio da declaração http://goo.gl/RW2nMJ
As restituições do
Imposto de Renda Pessoa Física 2015 começam a ser pagas no dia 15
de junho e vão até dezembro. É importante entender que o ato de
enviar a Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2012 no
início do prazo não significa direito à restituição nos
primeiros lotes. A regra não vale se forem constatadas
inconsistências ou pendências na declaração.
Por isso, caso
descubra algum problema refaça e envie uma declaração retificadora
para escapar da malha fina. Os contribuintes devem verificar também
no portal do Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC)
http://goo.gl/3V5TE se existem
pendências após o processamento da declaração
A regularização
por meio do e-CAC pode evitar muita dor de cabeça. Um contribuinte
que acredita ter direito à restituição pode, por descuido, não
perceber que tem, na verdade, imposto a pagar , errado o endereço
ou até uma casa decimal nos números envidados para a Receita, por
exemplo. Por isso, o contribuinte deve fazer as correções assim
que identificar o erro.
O Estado de S. Paulo reproduz, na edição de quinta-feira (23/4), reportagem da revista inglesa The Economist
sobre as perspectivas de crescimento da computação em nuvem. O tema
central é a queda progressiva dos preços de armazenamento de dados, ao
mesmo tempo em que cresce exponencialmente a capacidade e a
operacionalidade desses sistemas. Um olhar no horizonte mostra que a
gestão de redes de computadores remotos é um dos setores da tecnologia
que mais crescem, junto com a comunicação móvel.
René Mansi - Creative Commons
O que isso tem a ver com a imprensa como a conhecemos?
Tem tudo a ver, em pelo menos dois pontos cruciais: primeiro, o
tráfego instantâneo de informações numa rede complexa de computadores
manda para o arquivo morto os sistemas centralizados de gestão que
caracterizam as empresas de mídia noticiosa; segundo, o sistema
transforma o núcleo da atividade jornalística em mercadoria que pode ser
servida por qualquer tipo de empresa que possua os programas de gestão
remota de dados. Um olhar para o horizonte próximo mostra que será necessário trocar
grande parte dos programas utilizados na coleta, edição e publicização
de material jornalístico, porque a maioria dos sistemas multiplataforma
foi construída com a lógica da mídia impressa.
Não é tarefa simples adequar esses conjuntos de softwares para
gerenciar textos, imagens e sons de maneira integrada entre unidades
computacionais localizadas em várias partes do planeta. Há quem diga que
esse salto tecnológico equivale ao processo de troca dos sistemas de mainframes
pelas redes de computadores pessoais, que gerou altos custos e grande
endividamento nas empresas jornalísticas na década de 1990. No Brasil, onde as corporações de mídia enfrentam dificuldades
financeiras e se veem obrigadas a cortar empregos às dezenas, esse
desafio só poderá ser enfrentado com o suporte do Estado – e aí o leitor
atento pode imaginar o quanto ajudaria ter em Brasília um governo
disposto a abrir os cofres do Tesouro, como aconteceu em passado
recente.
Parece, portanto, haver uma conexão entre a crise financeira das
grandes empresas de comunicação, a perspectiva de aumento dos custos
devido a uma acelerada mudança na tecnologia de informação e
comunicação, e certo esforço que fazem os jornais para substituir os
inquilinos do Palácio do Planalto antes da próxima eleição presidencial
regulamentar.
Demissões em massa
O contexto diz que jornalistas serão sempre essenciais, mas empresas
jornalísticas do tipo que conhecemos se tornam obsoletas. Como se sabe, o
setor vem sendo obrigado a reduzir severamente os postos de trabalho:
no dia 6 de janeiro, houve mais de 30 demissões em jornais do interior
paulista, cinco das quais na sucursal da Folha de S. Paulo em Ribeirão Preto, que foi fechada; nos dois dias seguintes, o Estado de Minas demitiu mais de uma dezena de jornalistas e o Globo
cortou uma centena de funcionários, entre os quais 30 jornalistas; em
março, a TV Bandeirantes mandou embora 30 profissionais; e neste mês de
abril o Estado de S. Paulo cortou 100 postos de trabalho, o SBT demitiu 40 e a Folha começou um corte que, segundo o Sindicato dos Jornalistas, já passou de 50.
Esse cenário tecnológico precisa ser compreendido no contexto mais
amplo do mercado, onde também não há boas notícias para a mídia
tradicional. Na primeira semana deste mês, a revista Meio e Mensagem publicou entrevista (ver aqui)
do britânico Miles Young, presidente mundial da rede Ogilvy, que
pertence à WPP, o maior conglomerado de publicidade e comunicação do
planeta, na qual ele anunciava uma mudança radical no negócio: as
antigas agências de propaganda estão se transformando em produtoras de
conteúdo, ou publishers, e começam a contratar jornalistas.
Na mesma quinta-feira (23), a Folha de S. Paulo publica
entrevista na qual o sorridente diretor de negócios da TV Globo, Willy
Haas, diz que a emissora ainda acredita na força da propaganda, motor da
TV aberta, apesar da crescente concorrência de outras telas, como as do
computador, dos tablets e dos smartphones, além do crescimento dos
serviços de vídeo sob demanda, como o Netflix. Ao comemorar seus 50 anos
de existência, afirmou, a emissora considera que precisa inovar para
concorrer com as novas mídias.
Acontece que, embora se beneficie com 40% do bolo publicitário da TV
no Brasil, tendo faturado em 2014 a montanha de R$ 16,2 bilhões, com um
lucro líquido de R$ 2,4 bilhões, a Globo não está imune às dificuldades
que se avolumam. Um exemplo: como lembra o jornalista Adalberto Marcondes, o que
aconteceria se mudassem as regras que beneficiam a mídia, com uma
separação clara entre jornalismo e entretenimento?