terça-feira, 5 de maio de 2015

Drones serão usados para semear e reflorestar o planeta

Corte de madeira, mineração, agropecuária e a cada vez maior expansão dos centros urbanos em direção às florestas são responsáveis por levar ao chão aproximadamente 26 bilhões de árvores por ano.  Para reverter este cenário de destruição, o americano Lauren Fletcher sonha em fazer um replantio em escala industrial: semear 1 bilhão de árvores por ano usando drones. “Há anos eu e meu time estudamos as mudanças climáticas. Com esta tecnologia, acreditamos que poderemos mudar o mundo”, afirma o visionário.
 

Fletcher, engenheiro que trabalhou durante 20 anos na Agência Aeroespacial Americana (Nasa), é o CEO da BioCarbon Engineering, sediada em Oxford, na Inglaterra. A startup desenvolveu um projeto que utiliza a tecnologia dos drones para mapear, plantar e monitorar o crescimento das mudas.
 


No ar, os drones farão o mapeamento preciso das áreas que precisam ser replantadas, gerando imagens em alta resolução e mapas em 3D. Em seguida, o equipamento será usado para o plantio de sementes germinadas, que tem índice de absorção na terra muito mais alto quando comparado a técnicas que fazem dispersão aérea de sementes  secas.  O sistema é bastante sofisticado. Os drones descem a dois ou três metros acima do solo e lançam uma espécie de casulo, que contem sementes pré-germinadas, cobertas por um hidrogel com nutrientes. O veículo aéreo tem capacidade para plantar dez sementes por minuto. Fletcher acredita que será possível plantar 36 mil mudas de árvores por dia.

A técnica de agricultura de precisão garantirá o replantio em larga escala. Segundo a BioCarbon Engineering, o plantio manual é caro e lento e o que espalha sementes secas apresenta baixo índice de germinação. Numa última etapa, os drones servirão para monitorar as áreas que foram replantadas. Esta informação ajudará a fornecer avaliações da saúde do ecossistema ao longo do tempo.


 

No ano passado, o projeto da BioCarbon Engineering recebeu um prêmio da Skoll Foundation, fundação americana que investe na inovação e empreendedorismo social. Mais recentemente, ficou com o terceiro lugar na competição Drones for Good, nos Emirados Árabes Unidos. A intenção do engenheiro americano é que até o meio do ano os drones já estejam no ar, semeando novas florestas pelo planeta. Que bons ventos os levem! Assista abaixo ao vídeo que explica como funcionará o replantio de árvores com drones:




Fonte: Planeta Sustentável 


O acordo do Facebook coloca em risco o futuro da Internet?

A PROTESTE e outras 33 entidades que participam da campanha Marco Civil Já entregaram, na quarta-feira (22), carta à presidente Dilma Rousseff com críticas ao possível acordo entre o Facebook e o governo, anunciado  no último dia 10, para levar internet à população de baixa renda e de áreas isoladas do país.

O projeto Internet.org, implementado pela rede social em países da América Latina, África e Ásia, viola direitos assegurados pelo Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965), como a privacidade, a liberdade de expressão e a neutralidade da rede.

Ao prometer o "acesso gratuito e exclusivo" a aplicativos e serviços, o Facebook está na verdade limitando o acesso aos demais serviços existentes na rede e oferecendo aos usuários de baixa renda acesso a apenas uma parte da internet.

Esta estratégia da rede social, realizada em parceria com operadoras de telecomunicações e provedores de conteúdo, desrespeita o princípio da neutralidade, ainda que garanta o uso dos aplicativos e conteúdos mais populares. No longo prazo, pode gerar concentração dos serviços de infraestrutura, de acesso à internet e conteúdos, restringindo a liberdade de escolha do usuário. A cartelização do mercado e a falta de estímulo a preços baixos comprometem os objetivos de universalização.




Ou seja, o projeto Internet.org fere a livre concorrência e a liberdade no fluxo de informações, já que em alguns casos, o acesso à internet e a conteúdos são fornecidos pelas mesmas empresas. E também viola o princípio da privacidade, já que dados pessoais dos usuários podem ser disponibilizados, deixando-os vulneráveis a interesses comerciais e pressões políticas.

Na carta, é pedido que não seja firmado qualquer acordo com o Facebook, relacionado ao projeto Internet.org, que tenha como objetivo "fornecer acesso grátis à internet"; e que qualquer parceria futura a ser fechada com a rede social ou qualquer outra empresa respeite os direitos garantidos pelo Marco Civil, em especial o da neutralidade da rede. O movimento Marco Civil Já pede também que o governo realize amplo debate com a sociedade civil antes de fechar acordos desse tipo, da mesma forma como foi feito com o Marco Civil da Internet.




Fonte: Proteste

A Era das Notificações e a Sanidade

Quando boto meus fones, o burburinho do metrô vira um oásis de calmaria. Essa é a forma como a tecnologia sempre fez sentido para mim: não como uma barreira entre meu ser e o mundo, e sim como um amortecedor, uma fuga temporária. Hoje a maioria da tecnologia móvel é vista de forma inversa. Para muitos de nós, as telas brilhantes dos smartphones são feitas para distrair. Servem como excesso escapista, uma forma de alimentar a introspecção. 


Mas agora, com o lançamento do AppleWatch — um objeto preso ao pulso para informar coisas —, acredito que estamos prestes a entrar em uma nova era de distração e de comportamento antissocial. O intelectual Michael Bull já falou disso antes – não sobre o Apple Watch, mas sobre como o iPod e o Walkman mudaram nossa forma de interagir uns com os outros. Ele sugeriu que o áudio individual, via fones de ouvido, permite criarmos “bolhas auditórias” que nos separam do ambiente e fomentam o comportamento antissocial. 

Pouco tempo atrás, John Hermann, do The Awl, previu que o Apple Watch será bem-sucedido não por causa de seus aplicativos ou características bacanas, mas por “criar novos mundos de isolamento para quem os utilizar”. A teoria até que faz sentido, mas acadêmicos como Nick Prior apontam que o fenômeno não é tão simples assim. Prior relatou que os usuários de iPod e Walkman usavam as tais bolhas auditórias de forma estratégica, usando a música não só como uma espécie de trilha para a monotonia da cidade, mas também como uma maneira de se livrar do barulho, da distração e do restante da massa humana. Em outras palavras, afirma Prior, não é a tecnologia que separa as pessoas; na verdade, ela nos dá controle sobre as novas condições do urbanismo. Um par de fones de fato ajudou as pessoas a burlar o excesso de interação social das cidades modernas.

Independentemente disso, teve gente que começou a se preocupar que o Apple Watch fosse capaz de amplificar o pior da era digital da distração. A Era das Notificações, no fim das contas, chegou pra ficar: cada serviço e aplicativo, do email às incontáveis redes sociais, nos bombardeiam com notificações a cada minuto. O fluxo incessante é o padrão.
Mas fico pensando: e se o Apple Watch oferecer uma pausa estratégica às condições da Era das Notificações?  No The Atlantic, Ian Bogost sugere que o Watch é uma espécie de graxa para as rodas da máquina capitalista: a Apple fabrica bilhões de telas, que se acendem com notificações do Facebook, Twitter e organizações de notícias – possivelmente com rumores sobre o próximo iPhone. É um ciclo vicioso de tecnologia e informação digitais, e o Watch só intensifica a circularidade de tudo, colocando-nos em ciclos cada vez mais apertados de consumo em que a tecnologia gera informações que precisam de... mais tecnologia. É verdade até o momento que o relógio inteligente, e em especial o Apple Watch, parecem feitos para ampliar o absurdo da situação em vez de resolvê-la. Em sua resenha do dispositivo, Joshua Topolsky, da Bloomberg, reclamou que seu pulso vivia emitindo barulhos, alertas vibratórios e notificações. Mas controlar quais bipes você permite é algo muito mais simples do que Topolsky dá a entender. 

Você pode desligá-los.
De certa forma, a reclamação de Topolsky é como dirigir um carro de janelas abertas e, ao avaliar a experiência, reclamar que está ventando demais. O Apple Watch talvez permita alertas sem limites, mas também possibilita pouquíssima intrusão em relação a um smartphone ao deixar algumas das notificações apenas no celular e sem desligá-las por completo. O Watch, então, pode agir como filtro. Ele diferencia uma mensagem da sua namorada ou um email do seu chefe de um alerta de um aplicativo fitness, separando mental e fisicamente o importante e o supérfluo.

É possível também que nenhuma notificação seja o ideal. Como o próprio cenário urbano, a tecnologia sempre é ambivalente; sempre boa e ruim. O Walkman e o iPod podiam ser usados para fins diferentes: para evitar pessoas e também para controlar a experiência urbana. Do mesmo modo, se abandonássemos as notificações, talvez também desistíssemos de um mundo de descobertas, conexões e informações. Esse é o trato digital que caiu no nosso colo. Na ausência de uma revolução global em que invadiremos os escritórios do Facebook e desligaremos seus servidores, um filtro de notificações parece ser uma solução melhor do que não ter nenhuma.

O que precisamos é de uma tecnologia que possa ser usada para reduzir o desejo – e o Watch não é um mau começo. O que o relógio da Apple oferece, acima de tudo, é restrição: no tamanho da tela, na duração de bateria, nas funcionalidades. É uma tecnologia que permite uma pessoa minimizar a Era das Notificações – ao desligar os alertas ou personalizá-los de forma que soem apenas por meio de ligações importantes. O relógio pode armar barreiras entre você e as notificações; entre você e o smartphone; entre você e a Era da Distração.

Com certeza há um elemento de "solucionismo" aqui – aquele termo usado por Evgeny Morozov para se referir à busca de uma solução tecnológica quando talvez ela não seja necessária. Mas o que o exemplo do Walkman e iPod sugere é que a tecnologia não corrompe um estado ideal, arruinando, por exemplo, a calmaria da ida ao trabalho com fones de ouvido; ele dá a entender que a tecnologia muitas vezes é uma reação a uma série de circunstâncias que a própria tecnologia criou.
É possível, então, que um relógio inteligente ofereça algum controle sobre nossas notificações a fim de torná-las úteis novamente? O Apple Watch talvez não seja esse aparelho. Talvez ele seja mágico demais – ele tem aquele DNA da Apple que nos induz ao uso compulsivo – para funcionar como uma maneira de controlar o desejo de distração. Mas talvez o conceito do relógio inteligente faça isso no futuro: dentro da limitação de sua tela, no espaço entre o pulso e o bolso, possamos encontrar uma barreira entre nós mesmos e um mundo feito para nos distrair incessantemente.




Fonte: Motherboard
Tradução: Thiago “Índio” Silva

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Imposto de Renda: Dicas para quem perdeu o prazo

Os contribuintes que perderam o prazo para a entrega da declaração do imposto de renda das pessoas físicas poderão fazê-lo hoje (4 ), com multa mínima de R$ 165,74 e máxima de 20% do imposto devido.

A declaração poderá ser preenchida no próprio computador, com a utilização do programa gerador, ou em dispositivos móveis, como tablets ou smartphones utilizando o aplicativo m-IRPF ou diretamente no site da Receita Federal, por meio do Centro Virtual de Atendimento (e-CAC).



Para entender melhor todo o processo, existe um passo a passo na página da Receita para o contribuinte agilizar o preenchimento e o envio da declaração http://goo.gl/RW2nMJ

As restituições do Imposto de Renda Pessoa Física 2015 começam a ser pagas no dia 15 de junho e vão até dezembro. É importante entender que o ato de enviar a Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2012 no início do prazo não significa direito à restituição nos primeiros lotes. A regra não vale se forem constatadas inconsistências ou pendências na declaração.

Por isso, caso descubra algum problema refaça e envie uma declaração retificadora para escapar da malha fina. Os contribuintes devem verificar também no portal do Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) http://goo.gl/3V5TE se existem pendências após o processamento da declaração

A regularização por meio do e-CAC pode evitar muita dor de cabeça. Um contribuinte que acredita ter direito à restituição pode, por descuido, não perceber que tem, na verdade, imposto a pagar , errado o endereço ou até uma casa decimal nos números envidados para a Receita, por exemplo. Por isso, o contribuinte deve fazer as correções assim que identificar o erro.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

O Jornalismo, o Passaralho e a Computação em Nuvem

O Estado de S. Paulo reproduz, na edição de quinta-feira (23/4), reportagem da revista inglesa The Economist sobre as perspectivas de crescimento da computação em nuvem. O tema central é a queda progressiva dos preços de armazenamento de dados, ao mesmo tempo em que cresce exponencialmente a capacidade e a operacionalidade desses sistemas. Um olhar no horizonte mostra que a gestão de redes de computadores remotos é um dos setores da tecnologia que mais crescem, junto com a comunicação móvel.
René Mansi - Creative Commons
O que isso tem a ver com a imprensa como a conhecemos?

Tem tudo a ver, em pelo menos dois pontos cruciais: primeiro, o tráfego instantâneo de informações numa rede complexa de computadores manda para o arquivo morto os sistemas centralizados de gestão que caracterizam as empresas de mídia noticiosa; segundo, o sistema transforma o núcleo da atividade jornalística em mercadoria que pode ser servida por qualquer tipo de empresa que possua os programas de gestão remota de dados.
Um olhar para o horizonte próximo mostra que será necessário trocar grande parte dos programas utilizados na coleta, edição e publicização de material jornalístico, porque a maioria dos sistemas multiplataforma foi construída com a lógica da mídia impressa.

Não é tarefa simples adequar esses conjuntos de softwares para gerenciar textos, imagens e sons de maneira integrada entre unidades computacionais localizadas em várias partes do planeta. Há quem diga que esse salto tecnológico equivale ao processo de troca dos sistemas de mainframes pelas redes de computadores pessoais, que gerou altos custos e grande endividamento nas empresas jornalísticas na década de 1990.
No Brasil, onde as corporações de mídia enfrentam dificuldades financeiras e se veem obrigadas a cortar empregos às dezenas, esse desafio só poderá ser enfrentado com o suporte do Estado – e aí o leitor atento pode imaginar o quanto ajudaria ter em Brasília um governo disposto a abrir os cofres do Tesouro, como aconteceu em passado recente.

Parece, portanto, haver uma conexão entre a crise financeira das grandes empresas de comunicação, a perspectiva de aumento dos custos devido a uma acelerada mudança na tecnologia de informação e comunicação, e certo esforço que fazem os jornais para substituir os inquilinos do Palácio do Planalto antes da próxima eleição presidencial regulamentar.

Demissões em massa

O contexto diz que jornalistas serão sempre essenciais, mas empresas jornalísticas do tipo que conhecemos se tornam obsoletas. Como se sabe, o setor vem sendo obrigado a reduzir severamente os postos de trabalho: no dia 6 de janeiro, houve mais de 30 demissões em jornais do interior paulista, cinco das quais na sucursal da Folha de S. Paulo em Ribeirão Preto, que foi fechada; nos dois dias seguintes, o Estado de Minas demitiu mais de uma dezena de jornalistas e o Globo cortou uma centena de funcionários, entre os quais 30 jornalistas; em março, a TV Bandeirantes mandou embora 30 profissionais; e neste mês de abril o Estado de S. Paulo cortou 100 postos de trabalho, o SBT demitiu 40 e a Folha começou um corte que, segundo o Sindicato dos Jornalistas, já passou de 50.

Esse cenário tecnológico precisa ser compreendido no contexto mais amplo do mercado, onde também não há boas notícias para a mídia tradicional. Na primeira semana deste mês, a revista Meio e Mensagem publicou entrevista (ver aqui) do britânico Miles Young, presidente mundial da rede Ogilvy, que pertence à WPP, o maior conglomerado de publicidade e comunicação do planeta, na qual ele anunciava uma mudança radical no negócio: as antigas agências de propaganda estão se transformando em produtoras de conteúdo, ou publishers, e começam a contratar jornalistas.

Na mesma quinta-feira (23), a Folha de S. Paulo publica entrevista na qual o sorridente diretor de negócios da TV Globo, Willy Haas, diz que a emissora ainda acredita na força da propaganda, motor da TV aberta, apesar da crescente concorrência de outras telas, como as do computador, dos tablets e dos smartphones, além do crescimento dos serviços de vídeo sob demanda, como o Netflix. Ao comemorar seus 50 anos de existência, afirmou, a emissora considera que precisa inovar para concorrer com as novas mídias.

Acontece que, embora se beneficie com 40% do bolo publicitário da TV no Brasil, tendo faturado em 2014 a montanha de R$ 16,2 bilhões, com um lucro líquido de R$ 2,4 bilhões, a Globo não está imune às dificuldades que se avolumam. Um exemplo: como lembra o jornalista Adalberto Marcondes, o que aconteceria se mudassem as regras que beneficiam a mídia, com uma separação clara entre jornalismo e entretenimento?

Via  Observatório da Imprensa

quarta-feira, 22 de abril de 2015

O ócio e a importância de 'não fazer nada', com uma pulseira




A  marca de pijama Joe Boxer, criou uma pulseira inteligente que incentiva o usuário ao ócio, ou seja, a não fazer absolutamente nada.
O mecanismo mapeia a sua inatividade e se conecta a um app para iOS ou Android. Em seguida, ele classifica o seu "desempenho" em níveis como "comandante do sofá", "você é demais", entre outros termos divertidos.

O objetivo da brincadeira é acabar com a culpa geralmente associada ao ócio e lembrar a importância, inclusive para a produtividade e criatividade, de curtir alguns momentos sem fazer nada.

Via AdNews

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Novo algoritmo do Google vale a partir desta terça



Usabilidade e melhor experiência do usuário de tabletes e smartphones. O Google prioriza, a partir de agora, os sites que são responsivos. Ou seja, atendem automaticamente às necessidades do usuário em cada dispositivo. A partir de 21 de abril, esses sites passarão a ter melhor classificação nas pesquisas dos mecanismos de busca da empresa. Isso deve afetar todas as empresas que não estão adaptadas, em todo o mundo.


A mudança parece pouca, mas deve obrigar as empresas a se preocuparem mais com os dispositivos móveis, como celulares e tabletes. É importante observar que 50% de todas as buscas locais são executadas em dispositivos móveis e apenas cerca de 50% de todos os sites são otimizados para as plataformas.

Segundo pesquisa, sites não responsivos têm uma taxa de rejeição em qualquer lugar entre 65%  e 90%, o que prejudicará significativamente o ranking. Isso passará a pressionar os SEOs para se concentrarem mais no design dos sites para dispositivos móveis.

Como é sabido, a chave para a obtenção de lucro no comércio, seja eletrônico ou não, é obter vendas cada vez melhores. Na internet, isso significa ter um site de fácil navegabilidade e bastante amigável para agradar a experiência do usuário. Com o novo algoratimo do Google, a penalidade para o não cumprimento dessas normas passará a ser uma queda significativa no rankings e nos lucros.

Afim de preparar as empresas para esta nova atualização, o Google oferece várias ferramentas que vão analisar o site atual da empresa e determinar se atende aos critérios considerados amigáveis às plataformas móveis e quais as áreas que precisam de mais atenção. Essas ferramentas incluem o
Mobile-Friendly Test e do Google's Developer Page Speed Insights Tool.

Para executar os testes, simplesmente copie e cole o URL na barra de navegação e aguardar os resultados. Aqueles que não fizerem a transição para sites móveis provavelmente receberão uma lista completa de mudanças a serem abordados. A lista de soluções para os erros mais comuns que devem ser encontradas nesses testes podem ser encontradas no Guia de SEO do Google Mobile. A transição será simples para uns, mas penosa para outros. 



Via Inc.

domingo, 19 de abril de 2015

Banir e-mail é a saída para a produtividade ?




Em 2001, a consultora irlandesa Clare Burge voltou de umas férias de dez dias e encontrou 10 mil novos e-mails em sua caixa de entrada.
Em um momento de "loucura", segundo ela, Burge decidiu fazer uma experiência radical: ficar um ano inteiro sem usar o correio eletrônico. Acionou uma resposta automática em suas contas de casa e do trabalho, pedindo para que as pessoas ligassem se precisassem falar com ela. Foi algo que transformou sua vida.

"O e-mail é uma ferramenta muito egoísta", define Burge, que hoje dirige a consultoria Get Organised, em Dublin. "As pessoas despejam tarefas na caixa de entrada das outras sem nem pensar se estão incomodando". O resultado: "Você se torna um escravo do Inbox, checando seus e-mails da hora que acorda ao momento de se deitar".
Muitos trabalhadores entendem a irritação de Burge com o fluxo constante de mensagens chegando a qualquer hora do dia ou da noite. O e-mail também pode ter um impacto direto nos resultados financeiros de uma empresa, já que distrai os funcionários de tarefas importantes com um volume desnecessário de recados. 


Imagine it: banning email at the office. (Credit: Alamy)

Mais produtividade

Uma pesquisa estima que, em média, uma pessoa leva 64 segundos para retomar o que estava fazendo após ler uma mensagem nova. Outros estudos mostraram que isso pode levar a um total de várias horas perdidas por dia.
Como se trata de um atraso na eficiência do escritório e no bem-estar do funcionário, o e-mail agora entrou na mira de corporações ao redor do mundo. No mesmo ano em que Burge abriu mão da ferramenta, Thierry Breton, diretor-executivo da empresa francesa de tecnologia Atos, anunciou a seus 80 mil funcionários que eles estavam proibidos de usar o correio eletrônico interno.
Desde então, esse tipo de proibição tem se tornado uma maneira cada vez mais popular para as empresas ajudarem seus funcionários a manter um equilíbrio saudável entre o trabalho e a vida doméstica, e aumentar sua produtividade.


A tendência está se arraigando em vários setores. Na Alemanha, algumas montadoras anunciaram políticas para limitar o uso do e-mail. Nos Estados Unidos, um conhecido colunista do The New York Times escreveu sobre as ferramentas que ele usa com seus editores para substituir a comunicação por e-mail.

Na Grã-Bretanha, a Halton Housing Trust, uma ONG que cuida de pessoas sem moradia e gerencia milhares de casas, decidiu simplesmente extinguir a ferramenta. Seu diretor-executivo, Nick Atkin, é um crítico feroz do correio eletrônico, apesar de ter admitido recentemente que a iniciativa ainda está longe de ir de vento em popa. Segundo ele, os desafios de fazer com que seus 280 funcionários parassem de checar sua caixa de entrada constantemente "mostra o quanto as pessoas estão viciadas no e-mail e, sendo assim, têm uma resposta irracional quando se ameaça tirar isso delas".


Leia mais: Como preservar sua privacidade no mundo digital

Sugestão de funcionária

Na Van Meter, uma distribuidora de peças elétricas de Cedar Rapids, em Iowa, nos Estados Unidos, acabar com os e-mails depois do expediente foi parte de um programa mais abrangente para melhorar a cultura interna da empresa.
Há dez anos, a companhia começou a medir o envolvimento dos funcionários e a implementar políticas que melhoraram o equilíbrio entre a vida doméstica e o trabalho.

Para Lura McBride, diretora de operações dessa companhia de 400 funcionários, a gota d'água foi perceber que tinha se habituado a travar as portas do carro ao estacionar da garagem de casa no fim do dia para continuar trabalhando, enquanto seus quatro filhos tentavam chamar sua atenção pelas janelas.
McBride sugeriu a seus superiores cortar os e-mails internos depois das 17h e nos fins de semana, sugerindo telefonemas no lugar. Para ela, a regra serve mais para respeitar o tempo das outras pessoas. Afinal, quando escutamos o sinal de que chegou um novo e-mail sempre nos sentimos obrigados a verificar se se trata de algo importante.

Ao longo do tempo, a decisão se infiltrou e se tornou parte da cultura interna da Van Meter. Quando um empregado sai de férias, a empresa até desativa seu e-mail. McBride e seus colegas ainda trabalham de noite, mas ninguém manda mensagens eletrônicas, a não ser que se trate de responder a um cliente ou de algo inadiável.

Mudando o ritmo

O que a irlandesa Burge aprendeu durante seu ano longe dos e-mails é que para fazer isso bem, as empresas precisam encontrar alternativas para que as pessoas se comuniquem e contribuam entre si.
Ao ouvi-la em uma palestra, o consultor em informática Lee Mallon, da cidade britânica de Bornemouth, tomou a mesma decisão e aboliu seus e-mails em setembro do ano passado.

Quando anunciou sua decisão, seus funcionários respiraram aliviados. Para ele, o maior desafio foi a transição para outras ferramentas de comunicação que funcionam melhor para designar tarefas e compartilhar documentos.
"Antes, o e-mail era o recipiente de todas as comunicações, além das interações com clientes e armazenagem de documentos", diz Mallon. "Agora usamos quatro produtos diferentes para cada tipo de comunicação".

Em seu pequeno escritório, os assuntos mais urgentes são discutidos pessoalmente ou por telefone. Para compartilharem informações e se manterem a par do andamento de algum projeto, os funcionários usam o Skype, o Dropbox e o Slack.

"A equipe se comunica muito melhor", afirma ele, que estima ter economizado 20% do dia de trabalho ao se livrar do e-mail. "Agora os assuntos se resolvem imediatamente." Burge acredita que um mundo sem e-mails ainda está longe de se tornar realidade. "Eu ainda uso a ferramenta diariamente porque não consegui converter as 7 bilhões de pessoas do planeta", brinca.

Fonte: BBC Capital

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Dúvidas com o Imposto de Renda?

A Receita Federal produziu, no canal da TV Receita ( http://idg.receita.fazenda.gov.br/videos/tv-receita ), uma série com 11 vídeos sobre o imposto de renda da pessoa física. A série, chamada TV Receita Responde, aborda as principais dúvidas que surgem nesta época de entrega da declaração.
Os vídeos buscam aproximar a Receita Federal do cidadão, explicando, em linguagem coloquial, os principais assuntos relacionados à legislação do imposto de renda da pessoa física. 


 

quarta-feira, 4 de março de 2015

Decisão de suspender WhatsApp no Brasil feria princípio e uso da internet, diz CGI.br

O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) torna público o seu posicionamento sobre a ação judicial emitida pela Secretaria Estadual de Segurança do Estado do Piauí que determina a suspensão do aplicativo WhatsApp no Brasil.


Por meio de Nota de Esclarecimento, o CGI.br defende que a decisão judicial fere o princípio da inimputabilidade da rede presente no Decálogo de Princípios para a Governança e o Uso da Internet, documento que serviu de inspiração para a Lei 12.965 de 2014, o Marco Civil da Internet. O posicionamento do CGI.br está de acordo com a decisão do desembargador Raimundo Nonato da Costa Alencar, do Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI), que cassou liminarmente os efeitos da ação judicial.

Confira a íntegra do documento:

Nota de Esclarecimento


O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), ao tomar conhecimento, através da imprensa, de trechos da decisão judicial proferida em regime de segredo de justiça pelo Exmo. Dr. Luiz Moura Correia, Juiz da Central de Inquéritos de Teresina (PI), determinando às empresas prestadoras de serviço de acesso à Internet, fixa ou móvel (provedores de acesso e conexão) a suspensão temporária, em todo o território nacional, do acesso aos domínios whatsapp.net e whatsapp.com, “bem como todos os seus subdomínios e todos os outros domínios que contenham whatsapp.net e whatsapp.com em seus nomes e ainda em todos os números de IP (Internet Protocol) vinculados aos domínios já acima citados (inclusive a limpeza de cache desses domínios)” , vem a público esclarecer o seguinte:

    o Combate a ilícitos na rede deve atingir os responsáveis finais e não os meios de acesso e transporte, sempre preservando os princípios maiores de defesa da liberdade, da privacidade e do respeito aos direitos humanos (Resolução CGI.br/Res/2009/03/P);
    o Art. 3º, inciso VI, da Lei 12.965 de 23 de abril de 2014 (Marco Civil da Internet), preconiza que os agentes que integram o complexo ecossistema da Internet somente serão responsabilizados nos limites das atividades que desempenham;
    o Art. 18 da referida lei estabelece que “o provedor de conexão à Internet não será responsabilizado civilmente por danos decorrentes de conteúdo gerado por terceiros”;   e também o Art. 12 da Lei 12.965/2014 (Marco Civil da Internet) prevê um conjunto de sanções (advertência, multa, suspensão temporária e proibição de exercer atividades no Brasil) que devem ser aplicadas de forma gradativa e devem ser estritamente dirigidas àqueles atores que não cumpram as regras relativas à proteção de registros, aos dados pessoais e às comunicações privadas.

Por todo o exposto, o CGI.br reconhece a decisão do Exmo. Dr. Desembargador Raimundo Nonato da Costa Alencar, do Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI), que cassou liminarmente os efeitos da decisão de primeira instância, destacando, em sua fundamentação, o princípio da inimputabilidade da rede constante do Decálogo de Princípios para a Governança e o Uso da Internet do Comitê Gestor da Internet no Brasil, que serviu de base para o estabelecimento dos princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da Internet no Brasil, estabelecidos no Marco Civil da Internet, a Lei Federal 12.965 de 23 de abril de 2014.

O Comitê Gestor da Internet no Brasil, responsável por estabelecer diretrizes estratégicas relacionadas ao uso e desenvolvimento da Internet no Brasil, coordena e integra todas as iniciativas de serviços Internet no País, promovendo a qualidade técnica, a inovação e a disseminação dos serviços ofertados.


Fonte: CGI.br

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

CGI.br promove reunião aberta para debater a regulamentação do Marco Civil

Encontro contará com a participação dos conselheiros do Comitê e será transmitido em tempo real pela web

O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) inicia nesta sexta-feira (27) uma nova etapa do debate com a sociedade sobre a regulamentação do Marco Civil da Internet, Lei 12.965/2014. A partir das 10h, haverá uma reunião com os conselheiros do CGI.br aberta para a participação de todos os interessados por meio de streaming de vídeo ao vivo na web. Quem segue o NIC.br no Twitter também poderá participar com o envio de perguntas por meio da hashtag #marcocivil e #cgibr.

Um dos objetivos do encontro é apresentar os resultados obtidos na chamada de contribuições do CGI.br para a regulamentação do Marco Civil, disponível nos últimos dois meses (de 19 de dezembro a 20 de fevereiro) por meio de uma plataforma online. “Recebemos importantes e significativas colaborações que serão analisadas e discutidas durante a reunião. Será um diálogo aberto, inclusive para quem quiser fazer novas contribuições”, esclarece Demi Getschko, diretor-presidente do NIC.br e coordenador do Grupo de Trabalho (GT) multissetorial do CGI.br criado para acompanhar as propostas de regulamentação do Marco Civil.

O CGI.br recebeu 138 contribuições, oriundas de 14 diferentes estados e de organizações do setor acadêmico, empresarial e terceiro setor, além de contribuições individuais de pesquisadores e interessados. Todas as propostas de contribuições estão públicas no site http://marcocivil.cgi.br/contribuicoes/.

Os temas para a regulamentação do Marco Civil da Internet tratam principalmente da neutralidade da rede (parágrafos 1 e 2, artigo 9º), da privacidade e sigilo das comunicações (parágrafo 3, artigo 11), manutenção de registros de conexão e registros de acesso a aplicações (artigos 13 e 15, respectivamente) e proteção de registro e dados pessoais (parágrafo 4, artigo 10).

Depois da reunião aberta o GT multissetorial do CGI.br analisará todas as contribuições antes de elaborar um documento final e divulgar os consensos a que chegar. Aprovada em 23 de abril de 2014, a Lei nº 12.965 prevê que o CGI.br será ouvido, assim como a Anatel, no processo de regulamentação sobre a Neutralidade de Rede (artigo 9º, parágrafo primeiro) bem como das políticas de promoção da racionalização da gestão, expansão e uso da Internet (artigo 24, inciso II).

Além do processo participativo do CGI.br, o Ministério da Justiça também abriu debate público até o dia 31 de março sobre a regulamentação do Marco Civil da Internet e outro sobre o Anteprojeto de Lei para Proteção de Dados Pessoais, que seguirá até o mês de abril. As colaborações podem ser enviadas por meio de um portal de participação (www.participacao.mj.gov.br). Igualmente a Anatel abrirá consulta pública sobre o Marco Civil.

Sobre o Comitê Gestor da Internet no Brasil – CGI.br
O Comitê Gestor da Internet no Brasil, responsável por estabelecer diretrizes estratégicas relacionadas ao uso e desenvolvimento da Internet no Brasil, coordena e integra todas as iniciativas de serviços Internet no País, promovendo a qualidade técnica, a inovação e a disseminação dos serviços ofertados. Com base nos princípios do multissetorialismo e transparência, o CGI.br representa um modelo de governança da Internet democrático, elogiado internacionalmente, em que todos os setores da sociedade são partícipes de forma equânime de suas decisões. Uma de suas formulações são os 10 Princípios para a Governança e Uso da Internet (http://www.cgi.br/principios). 


Fonte:  http://www.cgi.br/

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Hervé Falciani conta como e porque roubou arquivos do HSBC

Hervé Falciani, o homem que está na origem do caso Swissleaks, revela as razões que levaram ao roubo dos arquivos no banco suíço onde trabalhava. 

Hervé Falciani divulgou uma lista de mais 100 mil nomes titulares de contas bancárias no HSBC que utilizaram este banco suíço para fugir ao fisco e fazer lavagens de dinheiro.

 Clique na imagem para assitir ao vídeo

Fonte: SIC Notícias

 

Os apps gratuitos são mesmo de graça?

Existem milhões de apps gratuitos para dispositivos móveis no mercado, mas a maioria deles inclui um "preço oculto" que não é divulgado. Alguns apps gratuitos procuram algo em troca.


Outubro foi o mês de Conscientização Nacional da Segurança Cibernética (National Cyber Security Awareness). Existem milhões de apps gratuitos para dispositivos móveis no mercado, mas a maioria deles inclui um "preço oculto" que não é divulgado. Alguns apps gratuitos procuram algo em troca.

Os apps para dispositivos móveis transformaram a forma como interagimos com nossos smartphones e tablets. Se você estiver procurando uma forma rápida de acessar suas contas bancárias, uma ferramenta para torná-lo mais produtivo enquanto estiver em trânsito ou um jogo para se distrair no ponto de ônibus, haverá um app para cada uma dessas situações. Lembre-se, porém, de que tudo o que você fizer no seu telefone ficará armazenado nele. Com os smartphones se tornando um banco dos nossos dados pessoais, a preocupação com a privacidade certamente aumenta. No entanto, violações de dados nem sempre são provenientes de malware em dispositivos móveis ou tentativas de phishing.

Com centenas de milhares de apps gratuitos no Google Play, por exemplo, existem sempre várias opções de escolha em cada categoria de apps. Como o download de muitos deles pode ser feito em poucos segundos, em apenas alguns minutos você pode instalar uma ferramenta que pode trazer uma funcionalidade nova e inovadora para seu dispositivo móvel. Mas essa simplicidade e gratificação instantânea do processo de download podem também se transformar em seus piores inimigos. Seus amigos podem estar animadíssimos com um novo app gratuito, e você corre para fazer o download dele e ficar a par da novidade. Entretanto, você já parou para pensar o que torna esse app uma ferramenta gratuita?

O "preço" oculto dos aplicativos gratuitos para dispositivos móveis

Quase 50% dos apps gratuitos utilizam publicidade incorporada, de acordo com os dados do Symantec Threat And Response (STAR) de agosto de 2014. Alguns contam com bibliotecas de anúncios incorporadas ao app. Durante o processo de instalação, os usuários podem não perceber que outros aplicativos podem estar incluídos no app que está sendo baixado. As permissões que você concede ao aplicativo pai são também concedidas aos outros apps integrados; nesse caso, a biblioteca de anúncios incorporada ao app. Essas permissões permitem que a biblioteca de anúncios tenha acesso potencialmente aos serviços de localização, a seu catálogo de endereços, mensagens de texto, e-mails e mais. Essas bibliotecas podem então usar esses serviços para rastrear agressivamente seus hábitos de uso a fim de personalizar os anúncios de acordo com os seus interesses. Esses anúncios podem causar comportamentos bastante intrusivos e irritantes, como a inclusão de anúncios na sua barra de notificações ou de ícones na sua tela inicial, que podem ser vinculados diretamente aos anúncios. Essencialmente, essas informações e a inclusão de anúncios nos seus dispositivos são o "preço" oculto que você "paga" para usar o aplicativo. Além da invasão de privacidade, esses apps secundários são também um grande peso no hardware do seu telefone, como o processador e a duração da bateria.

Um pouco mais de cuidado pode trazer grandes resultados para a manutenção da sua proteção:
  • Ao instalar um app, examine cuidadosamente os serviços aos quais o aplicativo solicita acesso. Por que um app de previsão de tempo deseja acessar o seu catálogo de endereços? Saiba que não há nada de errado em negar permissão ao app se a solicitação não for relevante às funções às quais ele se presta.
  • Ninguém tem paciência para isso, mas ao fazer o download de um app, leia a política de privacidade dele antes de prosseguir com a instalação. A política de privacidade deve fornecer uma boa indicação de quais informações o app pretende acessar no seu telefone e o que pretende fazer com elas. Se essas informações não estiverem claras na política de privacidade, não faça o download do app, pois do contrário você ficará no escuro em relação ao que acontecerá exatamente com suas informações. Ao concordar com o Contrato do Usuário, você concede legalmente ao desenvolvedor do aplicativo permissão para ele coletar informações pessoais e fazer o que desejar com elas, o que às vezes envolve a venda desses dados para terceiros. A leitura dos Contratos de Usuários e Políticas de privacidade de um app permitirá que você tome uma decisão informada sobre o quanto da sua privacidade você está disposto a fornecer.
Con Mallon, Diretor Sênior de Gerenciamento de produtos de dispositivos móveis para usuários domésticos na Symantec, oferece três dicas importantes para a segurança de apps e destaca que existem vários sinais indicadores no Google Play destinados a promover a transparência sobre as credenciais de um app.
Três dicas importantes para a segurança de apps
  • Leia as críticas sobre os apps na App Store. A classificação de um app pode fornecer informações relevantes.
  • Verifique quando o app foi publicado. Como você se sente usando um app que acabou de ser lançado ou que é usado por poucas pessoas? Como isso se encaixa no seu nível de tolerância a riscos?
  • Não clique no botão "Instalar" precipitadamente. Para aplicativos do Android, você verá uma lista de "permissões" que o desenvolvedor do app estará solicitando para o app. Se várias permissões estiverem sendo solicitadas, pare um pouco para pensar: esse aplicativo precisa mesmo de tudo isso?
Portanto, apesar de um app gratuito não solicitar nenhum pagamento, ele deseja algo em retorno: o acesso às suas informações pessoais. Os desenvolvedores de apps tendem a obter seus lucros através de serviços publicitários, o que cria a ilusão de que o app está sendo oferecido gratuitamente aos usuários. O que você deve pensar ao instalar um app é o quanto da sua privacidade você está disposto a revelar em troca do seu uso.
Se você deseja eliminar a "adivinhação" do processo de identificação de riscos em apps e se manter no controle de sua privacidade, considere fazer a assinatura de um serviço de segurança que contenha tecnologia de verificação de aplicativos que analisa e relada os comportamentos do apps, como o Norton Mobile Security ou o Norton Security, caso queira proteger também seus PCs e Macs, além dos dispositivos móveis.

Fonte: 

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Facebook : Se você morrer, quem cuida do seu ?

Uma amiga, que perdeu o pai, me perguntou como poderia remover o perfil dele no Facebook. Para ajudá-la, na ocasião, encontrei na página do próprio Facebook a solução, mas que depende de análises e envio de documentos. 

Agora, o Facebook resolveu lançar uma atualização que permite aos membros designar um "anjo da guarda", responsável pela conta após a morte do usuário, que poderá assumir o controle do perfil e enviar mensagens póstumas. Os mortos brasileiros, no entanto,  terão que esperar um pouquinho porque o recurso não está disponível. 

O contato selecionado para a tarefa será capaz de adicionar um post com uma mensagem de despedida ou notificações sobre informações de funeral, por exemplo. Poderá gerenciar solicitações de amigos, atualizar a foto do perfil e capa e fazer o download de mensagens póstumas.


Via G1, Outro Olhar e Facebook