domingo, 19 de outubro de 2014

Crime na INTERNET: intimidade compartilhada - sexting

O programa Caminhos da Reportagem da TV Brasil investigou o “sexting”, troca de imagens com conteúdo sexual pelas redes sociais, e a “pornografia de revanche”, divulgação de cenas íntimas de alguém na Internet, com fins de vingança.
Bruno processou o aplicativo "Secret", no qual teve uma foto íntima compartilhadaBruno processou o aplicativo "Secret", no qual teve uma foto íntima compartilhada“ 

Na maioria dos casos, as vítimas de crimes virtuais relacionados a sexo são mulheres. A jornalista do Paraná, Rose Leonel, teve a vida arrasada por um ex-namorado que publicou fotos dela nua em sites de prostituição. Hoje, ela trabalha para ajudar outras pessoas que passam por problemas parecidos. A goiana Francyelle dos Santos, 20 anos, ficou conhecida em todo o país quando um vídeo em que aparecia fazendo sexo foi propagado pela Internet. O que era uma tragédia para a  jovem virou piada nacional. Várias figuras públicas chegaram a posar para fotos parodiando um gesto de Francyelle.



“Ele foi me queimando viva” – diz Rose Leonel sobre o ex-namorado que publicou suas fotos íntimas em sites de prostituiçãoEle foi me queimando viva” – diz Rose Leonel sobre o ex-namorado que publicou suas fotos íntimas em sites de prostituição

Os prejuízos vão desde a perda do emprego à perda da própria vida. No interior do Rio Grande do Sul, aos 16 anos, Giana Laura se matou depois de saber que uma imagem de seus seios havia sido disseminada entre os amigos da escola por meio do aplicativo Whatsapp, para conversa de texto via smartphones.
O Caminhos da Reportagem entrevista psicólogas, feministas, delegados, juristas e especialistas em Internet, além de pessoas que trabalham para tornar a rede de computadores mais segura e saudável.

   Francyelle dos Santos teve um vídeo que viralizou na Internet.        Via TV BRASIL

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

O que é a Deep Web?

É o conjunto de conteúdos da internet não acessível diretamente por sites de busca. Isso inclui, por exemplo, documentos hospedados dentro de sites que exigem login e senha. Sua origem e sua proposta original são legítimas. Afinal,nem todo material deve ser acessado por qualquer usuário. O problema é que, longe da vigilância pública, essa enorme área secreta (500 vezes maior que a web comum!) virou uma terra sem lei, repleta de atividades ilegais pavorosas.

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PERIGOS DAS PROFUNDEZAS
"Internet secreta"é muito utilizada por criminosos

Só para VIPs
Os endereços da Deep Web podem ser bem bizarros, como uma sucessão de letras e números seguida do sufixo .onion, em vez do tradicional .com. Originalmente, sua função é positiva: proteger conteúdos confidenciais, como os de governos, bancos, empresas, forças militares e universidades, acessíveis só com login, por exemplo

Ponto Cego
A Deep Web pode ficar dentro de sites comuns (na forma de arquivos e dados baixáveis) ou escondida em endereços excluídos de propósito dos mecanismos de busca. O Google nem faz ideia do que está lá: ele seria como um barco pesqueiro que só localiza suas presas na “superfície” do mar

Zona de Guerra
Nem pense em se aventurar nesses mares. Eles estão cheios de crackers (hackers com intenções criminais), que adoram “fisgar” usuários descuidados. Como não há filtros de segurança, eles facilmente conseguem, por exemplo, “zumbificar” o computador de um internauta (controlando-o a distância sem que o dono note) e roubar dados

Predadores Abissais
A parte podre tem até nome: Dark Web. Lá se encontra de tudo: lojas virtuais de drogas, pornografia infantil e conexões terroristas para venda de armas. Como tudo fica nas profundezas, não há jeito de governos e a polícia tirarem do ar. É como se os sites tivessem vida própria, sem donos, registros e documentação

Publicado pela Mundo Estranho
 
FONTE Sites The New York Times, Bright Planet, Brand Power e World Wide Web Size e livros The Deep Web: Surfacing Hidden Value, de Michael K. Bergman, Sampling the National Deep, de Denis Shestakov, e Downloading Hidden Web Content, de Jayant Madhavan e outros

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Como não se endividar com os jogos virtuais


Jogos de celulares, tablets e computadores podem deixar os usuários com dívidas e criar dependência. A informação é do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) que divulgou o alerta. Para atrair os desavisados, os jogos permitem a utilização de recursos limitados e, posteriormente, passam a exigir a compra de créditos para continuar novas fases.

Imagem da Cartilha

Pensando nisso, o SPC Brasil e o portal de educação financeira Meu Bolso Feliz elaborou algumas dicas para ajudar os usuários a se protegerem sem desistir da diversão enquanto esperam o metrô, o ônibus ou o atendimento no consultório médico. 
 

Segundo os especialistas, existem jogos e aplicativos, mesmo os considerados gratuitos, que mantêm os consumidores envolvidos, mas cujo objetivo é faturar. Assim, esses aplicativos, informa o SPC Brasil, têm níveis com um grande grau de dificuldade e que só pagando o jogador consegue novas vidas ou passar de fase. Nestes casos, a melhor coisa é evitar. 
 

Outra dica é não permitir que o mundo virtual se sobreponha à realidade. De tanto jogar, você passa a considerar frutas, doces e cristais do game como algo valioso para o cumprimento de tarefas. Então, quando cobram um determinado valor por um conjunto desses apetrechos para ultrapassar uma fase complicada, você enxerga a quantia como irrisória pela conquista que será alcançada. Lembre-se: qualquer que seja a oferta de um jogo, ela nunca é barata o suficiente para ser paga com dinheiro de verdade.


A terceira dica é ficar atento à facilidade de compra online. O educador financeiro do site Meu Bolso Feliz, José Vignoli, alerta: "É preciso tomar cuidado com as informações do cartão de crédito, pois muitas vezes, ficam salvas na internet". Dessa maneira, com apenas um clique, você faz mais uma compra. Essa ação é perigosa e, na maior dos casos, faz o usuário gastar mais e sem perceber. Muitas vezes, os gastos são cobrados em dólar e ainda uncluem o IOF, ou seja, você vai gastar muito mais do que imagina.


Para quem tem Iphone, se um jogo ou aplicativo pedir sua senha da Apple, redobre os cuidados. Em geral, digitar essa senha costuma autorizar o pagamento de alguma compra. E, claro, crie um hábito: verifique sempre o saldo bancário antes de gastar com jogos e se pergunte se pode - e precisa - colocar seu dinheiro nisso.


Ligue o alerta em relação às reais intenções dos jogos. Muitos, por serem gratuitos, trazem uma falsa sensação de que não há mau nenhum em jogar. Assim, eles usam a necessidade do usuário de passar de fase e conquistar vidas para começar, aos poucos, a ganhar dinheiro com isso.

Quando um grupo de pessoas costuma se divertir com os mesmos jogos e aplicativos, pode surgir competição entre os integrantes. Esse comportamento leva muita gente a colocar mais dinheiro para completar as fases e ter recursos mais rapidamente do que os outros. Assim, claro, o jogador poderá se exibir na rodinha de amigos. Será mesmo que essa brincadeira ficará tão divertida quando a contar chegar? Pense nisso!


Para evitar a tentação, procure pela opção 'Ajustes' de seu celular e desabilite a função 'Compras em Aplicativos' ou algo que seja similar a isso. Dessa forma, você precisará de tempo para desabilitar essa função antes de fazer uma compra. Use esse período para refletir se vale mesmo à pena torrar seu dinheiro com isso.



"Usava todo o dinheiro que tinha para jogar"



Infelizmente, o estudante de administração Douglas Markus não teve acesso às lições acima antes de se endividar -e se viciar - em brincadeiras virtuais. Aos 14 anos nasceu o hábito de gastar com jogos durante uma competição entre amigos em Lan Houses (loja que dispunha de computadores para acesso à internet mediante pagamento pelo tempo utilizado). Em pouco tempo, ele já torrava toda a mesada nessa atividade. "Eram mais de R$100 por mês. Não importava mais qual era o jogo, eu precisava estar conectado e investia nisso. Eu já não saía mais com meus amigos e nem com a minha namorada porque usava todo o dinheiro que tinha para jogar", conta.



Por sorte, o rapaz não se endividou. Mas Douglas reconheceu que precisava de ajuda e tomou uma medida radical: "Exclui todos os jogos do celular, pedi para o meu pai tirar a TV do meu quarto, cortar a internet e decidi procurar um psicólogo. Hoje administro muito melhor o que ganho e não sinto falta da minha antiga vida".



Além da dívida, o vício



Uma pesquisa feita pela empresa norte-americana Think Gaming, revelou que são gastos, por dia, quase 900 mil dólares (quase 2 milhões de Reais) em games gratuitos. Esse dado ressalta o que a psicóloga e terapeuta familiar, Cássia Rodrigues explica: "Os jogos viciam porque ativam no cérebro uma substância química chamada dopamina, que da a sensação de prazer". O primeiro passo para se livrar disso? "É necessário entender porque ela se apegou àquela prática e como passou a ocupar tanto espaço na sua vida. Só assim, e com muita força de vontade, é possível se desconectar", ensina a profissional.



Para não cair nessa armadilha, observe suas atitudes no dia a dia e na maneira como encara esse tipo de diversão. Do vício para o endividamento é um salto rápido. Algumas atitudes mostram quando alguém ultrapassou o limite da curtição virtual saudável. Descubra quais são elas:



-  O game se transforma na atividade mais importante da vida da pessoa.

- Jogar torna-se uma necessidade.

- A vida social se torna desinteressante comparada ao prazer proporcionado pelos games.

- No caso dos adolescentes, o rendimento escolar começa a cair.

- A pessoa gasta dinheiro para vencer o jogo ou ganhar vidas.

- Arrisca sem se importar com a possibilidade de ficar inadimplente, ou seja, não se preocupa se vai gastar mais do que pode.

-  "Só mais essa vez não vai fazer diferença", é o pensamento de quem não consegue parar de jogar.



Acesse mais dicas em http://meubolsofeliz.com.br/




Fonte: SPC Brasil


quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Eleições 2014: Pesquise e descubra mais sobre os candidatos com o #Google

A tecnologia transformou as eleições em algo que as pessoas compartilham, discutem e moldam. Candidatos usam a internet para difundir suas mensagens e isso ajuda a aperfeiçoar o debate público em torno de assuntos importantes. Eleitores estão constantemente online para aprender mais sobre os candidatos e para expressar suas visões políticas em blogs, redes sociais e muitas outras mídias digitais. Hoje, há muitas oportunidades de usar a tecnologia para permitir que cidadãos se conectem e se envolvam com as eleições por meio de diferentes plataformas.

Acreditamos que tornar informações e notícias mais acessíveis aos usuários contribui para o debate político. Por isso, após experiências de sucesso na Índia e Alemanha, lançamos hoje o site Google Eleições 2014 no Brasil. Fizemos parcerias com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a ONG Transparência Brasil e mais de 30 veículos de imprensa para criar uma plataforma neutra que ajudará você a se manter informado durante as eleições deste ano.




O Google Eleições inclui os seguintes recursos:

Conheça seus candidatos
Está em dúvida em quem votar para Presidente ou Governador? O site tem uma área para ajudar você a encontrar informações sobre os candidatos. Para investigar a base de dados, é possível usar filtros, como cargo em disputa, Estado, partido e ordem alfabética, pesquisar por nome ou somente clicar no mapa. Depois de selecionar um candidato, você verá os dados oficiais fornecidos pelo TSE, como nome ou apelido político, idade, patrimônio declarado, entre outros. Caso queira saber mais, basta clicar no link da Transparência Brasil que remeterá ao perfil do político no site da ONG.

Veja o que eles estão falando
Assista a entrevistas com os candidatos e outros vídeos produzidos pelo Estadão, um de nossos parceiros de mídia.

Acompanhe o noticiário
A seção Mídia traz o perfil de mais de 30 parceiros, como Brasil Post, Veja.com, BBC Brasil, O Globo, Terra, Diário de S. Paulo, entre vários outros. Ao clicar em um perfil, é possível ler as notícias sobre as eleições produzidas pelo parceiro e ver links para a páginas do Google+, YouTube e do site oficial do veículo.

Não deixe passar nada
Quer ficar sabendo o que os nossos parceiros de mídia estão fazendo? Fique ligado em nossa linha do tempo de Eventos, que é constantemente atualizada com agendas de Hangouts e transmissões ao vivo no YouTube.

Informe-se com rapidez
A seção de Notícias traz as últimas novidades sobre as eleições selecionadas dos feeds dos nossos parceiros na plataforma Google News.

Nosso objetivo foi colocar as tecnologias do Google à disposição dos eleitores para estimular uma participação pautada na informação. Esperamos que a plataforma Google Eleições te ajude a pesquisar, descobrir mais e votar conscientemente.

Via Google

Senhas: Como evitar o roubo

Uma das tristes realidades da internet hoje é um fenômeno conhecido como “vazamentos de credenciais”, ou seja, a divulgação de listas com nomes de usuários e/ou suas senhas. Estamos sempre monitorando esses vazamentos, para que consigamos responder depressa e proteger nossos usuários.

Nesta semana, identificamos diversas listas que afirmavam conter credenciais do Google e de outros provedores.

Descobrimos que menos de 2% das combinação de nomes de usuários e senhas pode ter dado certo e que nossos sistemas automáticos de prevenção a hackers teriam bloqueado muitas delas. Nós defendemos as contas atingidas, e pedimos àqueles usuários que trocassem suas senhas.

É importante destacar que neste caso e em outros a coleta dos nomes de usuários e senhas não resultou de uma falha nos sistemas do Google. Com frequência, essas credenciais são obtidas por meio de uma combinação de outras fontes.

Por exemplo, se você usar as mesmas credenciais em vários sites, e o sistema de um deles for invadido, as informações obtidas poderão ser usadas para acessar os demais. Os hackers também podem fazer uso de softwares maliciosos (os chamados malwares) ou de phishing (técnicas que incluem, por exemplo, a criação de sites falsos ao qual o usuário, desavisado, entrega seus dados).

Trabalhamos constantemente para manter nossas contas livres de phishing, malware e spam. Por exemplo, se vemos uma atividade anormal em uma conta, barramos tentativas de acesso a partir de locais e equipamentos desconhecidos. No Gmail, você pode controlar essas tentativas.

E mais algumas dicas: assegure-se de que você usa uma senha forte e exclusiva para o Google. Mantenha atualizadas as suas opções de recuperação de senha, para que possamos entrar em contato com você por telefone ou email, se você perder o acesso à sua própria conta.  E considere habilitar a verificação em duas etapas, que dá a você uma camada extra de segurança.

Neste site, você encontra uma lista dos vários controles de segurança que estão à sua disposição.

Postado por Borbala Benko, Elie Bursztein, Tadek Pietraszek e Mark Risher, do time de spam e abuso do Google

sábado, 6 de setembro de 2014

Alibaba pode fazer maior IPO da história


Chinesa quer levantar até US$ 24,3 bilhões em oferta pública inicial de ações; empresa pode chegar a valer US$ 160 bi



A gigante chinesa da internet Alibaba pode realizar a maior abertura de capital da história. Segundo o Wall Street Journal, a empresa está se preparando para oferecer suas ações entre US$ 60 e US$ 66, a fim de levantar até US$ 24,3 bilhões em seu primeiro dia na bolsa de valores de Nova York.
A cotação dos papéis da empresa faz com que a Alibaba valha cerca de US$ 160 bilhões, sendo uma das maiores empresas do ramo de tecnologia no mundo hoje. Caso a previsão da empresa se realize, será o maior IPO (oferta pública inicial de ações, na sigla em inglês) da história dos EUA, superando os US$ 19,1 bilhões da Visa em 2008.
Entre os principais investidores da Alibaba, estão o conglomerado japonês SoftBankCorp, que deve reduzir suas ações para 32,4% (hoje têm 34,1% da empresa); o Yahoo, que detém atualmente 22,4% e pretende reduzir sua participação para 16,3%, e o fundador Jack Ma, que vai passar de 8,8% para 7,8% da empresa. A Alibaba deve fazer sua abertura de capital ainda este mês e deve ser listada na bolsa com a sigla BABA, adianta ainda o WSJ.
Turnê
A configuração do preço da ação da empresa será seguido de uma turnê de duas semanas pelo planeta com investidores na Ásia, Europa e nos EUA, a fim de encontrar e convencer grandes investidores a comprar ações do grupo.
O principal negócio da Alibaba hoje são seus sites de vendas, o Taobao e o Tmall, que unem compradores a vendedores, ao contrário do que acontece com serviços populares de varejo online, como a Amazon. Em 2013, os dois sites geraram transações na ordem de US$ 248 bilhões, o que supera os valores de Amazon e eBay combinados.

Fonte: Link



quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Câmeras da #Polaroid são lançadas para concorrer com #GoPro

Está em pré-venda a Polaroid Cube, nova aposta da empresa americana no mercado fotográfico. Com apenas 3,5 centímetros, a câmera tira fotos de 6 megapixels, possui lente que alcança ângulo de 124 graus e captura vídeos em HD.

Cube tem apenas 3,5 centímetros (Imagem: Divulgação)Tudo indica que a marca desenvolveu a Cube para concorrer com a GoPro, que atualmente domina o nicho de câmeras compactas. A principal diferença das duas já é percebida no preço: enquanto o lançamento da Polaroid sai por US$ 100, a rival é vendida por cerca de US$300.

O site Photojojo, que faz a pré-venda do produto, entrega para o Brasil, porém com cobrança do valor do frete. De acordo com a previsão, o produto deve chegar aos compradores até o fim de outubro. Além disso, podem ser adquiridos separadamente acessórios da marca, que prometem facilitar a experiência do fotógrafo, como um kit à prova d’água, um tripé e um dispositivo para prender o equipamento ao guidão da bicicleta.

Confira o vídeo promocial lançado pela Polaroid:


 




segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Site de encontros para adúlteros espionou conversas de participantes, diz Time

A revista "Time" revelou que o site Ashley Madison, especializado em promover encontros entre pessoas que desejam trair seus parceiros, monitorou conversas de seus membros para analisar as motivações das mulheres que traem.
A revelação partiu de um estudo apresentado no 109º encontro anual da Sociedade Americana de Sociologia, ocorrido neste sábado (16) em San Francisco.
O professor Eric Anderson, da Universidade de Winchester (Inglaterra), apresentou um estudo feito a partir dos dados coletados pelo site, revelando que mulheres infelizes no casamento e que ainda amam seus maridos preferem trair a pedir o divórcio.
Anderson, que trabalha no site como "cientista de dados-chefe", teve acesso a 4.000 conversas entre 100 mulheres e seus pretendentes a amante, durante um mês. "Eu monitorei suas conversas com os homens do website, sem elas saberem que eu monitoraria e analisaria suas conversas", disse ele, segundo a "Time". "Os homens também não sabiam". 



Ele cruzou os dados das conversas com características informadas pelas mulheres ao se cadastrarem no site. Segundo Anderson, os termos de uso com os quais todo usuário do site afirma concordar no cadastro informam que os dados podem ser usados para estudo. "Claro que todo mundo lê cuidadosamente os termos", ironiza a repórter Belinda Luscombe.
Há duas semanas, outro site de encontros, o OK Cupid, revelou que também fez experiências com seus usuários. No blog do site, eles informaram ter feito alterações no algoritmo para mostrar perfis diferentes do desejado para 698.005 de seus usuários.
Eles calculam a compatibilidade entre perfis, e informavam a pessoas com 30% de compatibilidade que tinham 90% de semelhança. Com isso, queriam ver se aumentava o volume de conversas entre essas pessoas, que poderiam levar a encontros felizes ou infelizes. O resultado: não aumentava tanto assim.
Christian Rudder, um dos fundadores do OK Cupid, explicou da seguinte maneira a experiência: "Se você usa a internet, está sujeito a centenas de experimentos a qualquer momento, em qualquer site".
Sites de notícias podem testar a popularidade de manchetes e fotos por perfil de leitor, em tempo real, para decidir qual tem mais chance de ser lido. Sites de comércio eletrônico passarão semanas enviando ofertas de eletrodomésticos a quem os pesquisou.
Ainda em julho, o Facebook revelou ter feito um experimento com o seu algoritmo para manipular o humor de alguns usuários a partir das informações que veem destacadas em suas linhas do tempo.
Em sites de encontros, porém, as consequências podem ser maiores, como disse Rudder à "Time", no final de julho.
"Quando fazemos uma mudança, ainda que pequena, isso pode mudar a escolha de com quem as pessoas conversam, com quem flertam, com quem saem, e com certeza em alguns casos também com quem casam", disse ele. 

Fonte: Folha Mundo

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Google consegue registrar todos os locais onde você esteve; saiba desativar

Um recurso do Google chamado histórico de localização ganhou atenção nesta semana, depois que muitos usuários descobriram a função da ferramenta. Ao acessar o site (http://zip.net/bxpjZw) com sua conta do Google, é possível visualizar todos os locais onde o usuário esteve com um smartphone ou tablet (não necessariamente Android, que é a plataforma oficial do Google). É possível desativar.
No Android, esse monitoramento está ativado por padrão. No iPhone e iPad, ele também funciona se o usuário tiver aplicativos do Google instalados (Google Maps, Google Search e Google+), associados a uma conta do Google. A empresa informou ao UOL Tecnologia que esse registro está disponível pelo menos desde 2010.


O histórico mostra o percurso de acordo com períodos: de um até 30 dias. Nos testes da reportagem com smartphones Android, um monitoramento foi iniciado no final de março de 2014, apesar de o aparelho ter sido adquirido alguns meses antes. Com outros dois usuários, os registros foram iniciados anteriormente, ainda em 2013. Houve também quem acessasse a página sem encontrar nenhuma informação.

A ferramenta mostrou-se bastante precisa, indicando corretamente os itinerários percorridos com um smartphone Android (como os usuários geralmente não se separam do celular, a ferramenta faz um raio-x de onde aquela pessoa esteve e quando). O histórico é tão detalhado que, ao selecionar "Marca temporal", é possível ver a hora exata em que se esteve em algum lugar.
Segundo a empresa, essa alternativa facilita as pesquisas em mapas e também o recebimento de informações personalizadas (caso do Google Now, que mostra automaticamente o trânsito para ir ao trabalho ou voltar para casa).

Desativar o recurso
O histórico de localização está disponível a partir da versão 2.3 (Gingerbread) do Android, em aparelhos como o Google Maps instalado (a partir de 6.14.5) – esse aplicativo de mapas geralmente vem de fábrica.
Para desinstalar, vá a Configurações > Localização > Relatório de localização. Desative a opção (esta página do Google, em inglês, ensina a desativar em diferentes versões do Android: support.google.com/accounts/answer/3118687)
No caso do iPhone e iPad, depende do aplicativo instalado (esta página, em inglês, ensina como desativar: support.google.com/accounts/answer/4388034). De forma geral, é preciso acessar o app, ir até uma opção de localização e depois desativá-la. No caso do Google Maps, por exemplo, o caminho é: configurações > histórico de localização. Lá, será possível escolher a opção para o programa não fazer registros.
Nessa mesma área onde o usuário desativa o monitoramento – seja em Android ou dispositivo da Apple -, é possível remover todos os dados de localização já registrados. Outra opção é acessar a página do serviço na internet e clicar em "Excluir todo histórico".

Fonte: UOL Tecnologia

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Com histórico de localização, Google, entre outros, sabe onde você esteve

Você lembra onde você foi no mês passado? Como foi seu dia ontem? Todos os lugares que você visitou? Acredito que a resposta seja não! Você pode não lembrar, mais o Google sabe!!!!
Tela do Google Location History da minha conta ontem:



Google Location History
Google Location History
Ficou interessado? Você pode configurar pra mostrar tudo o que você fez em um período também, tipo um mês inteiro. Para funcionar seu telefone  têm que estar habilitado a opção de histórico de localização e você precisa acessar o site usando a mesma conta habilitada no celular.
Quer conferir? Acesse o site aqui.
Lembrando que se você acessar


Fonte:  SuperInteressante

Leia também:

China proíbe funcionários do governo de usar dispositivos da Apple

O IP das Coisas: Até a geladeira pode denunciar o dono na internet

 

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Microsoft oferece Windows para Internet das Coisas à comunidade maker

A empresa está distribuindo uma versão reduzida do sistema operacional junto com a CPU Galileo da Intel e aposta na criação de novos dispositivos conectados




Na esperança de cobrir todos os pontos de presença no mercado emergente da Internet das Coisas (IoT), a Microsoft está "dando uma ajuda" aos hackers, hobistas e empreendedores que criam novos dispositivos conectados usando as pequenas CPUs compatíveis com a plataforma Arduino, de PCs do tamanho de um cartão de crédito.

A Microsoft está distribuindo uma versão reduzida do Windows na placa de desenvolvimento Intel Galileo, na esperança de estender o alcance do seu sistema operacional para dentro do universo dos dispositivos inteligentes e aparelhos conectados à Internet.

A empresa aposta que desenvolvedores de software e hackers de hardware usarão a placa para construir e testar novos dispositivos que, algum dia, possam se transformar em produtos comerciais. Com o kit de desenvolvimento da Galileo, a Microsoft busca uma nova audiência de potenciais criadores de inovação na IoT: desenvolvedores independentes trabalhando em casa, mais popularmente conhecidos como a "comunidade maker".

Galileo e Windows

O computador Galileo da Intel, que consiste em uma CPU do tamanho de um cartão de crédito, tem sido usado para uma variedade de dispositivos como robôs que distribuem doces, sistemas de iluminação e dispositivos de saúde conectados a smartphones ou tablets e à internet. A placa da Intel compete com o PC open-source Raspberry Pi, que custa 25 dólares, e é compatível com a plataforma Arduino.
A Microsoft está distribuindo o kit com a placa como parte da sua iniciativa Windows Developer Program for IoT. Os destinatários do primeiro lote de placas parecem ter sido cuidadosamente selecionados e nem todos que solicitam o kit para entrar no programa conseguem. Mas os desenvolvedores interessados em se candidatar a entrar no programa podem se inscrever no site da Microsoft.
"Fomos surpreendidos pela resposta pública à oferta e recebemos mais pedidos de kits do que tínhamos em estoque para essa primeira rodada", diz o comunicado da Microsoft num site GitHub para o programa de desenvolvedores IoT.

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Windows for IoT

A placa, segundo notas publicadas pela Microsoft no GitHub, roda uma "versão menor" do Windows. A Microsoft não quis comentar que versão é essa, mas no GitHub diz que é o pré-release de um software que até agora está sendo genericamente chamado de "Windows." O sistema operacional é compatível com Arduino.
Segundo uma porta-voz da Microsoft, o software que está rodando na placa Galileo para IoT "é uma versão não comercial customizada do Windowsbaseada no Windows 8.1". Segundo a porta-voz, a prova de conceito dodo SO ainda está em estágio inicial e não foram definidas ainda as regras e requisitos de hardware para ela.

"Nós simplesmente elegemos a placa Galileo da Intel para um projeto piloto projetado para colocar em funcionamento uma versão do Windows voltada para dispositivos de baixo custo e baixo consumo de energia", diz a porta-voz.
A Microsoft publicou ferramentas de desenvolvimento open-source para a Galileo no GitHub. No site há exemplos de como fazer um sensor de temperatura, um piano e um sistema de iluminação com LED usando portas especiais da placa.



Intel e Microsoft

A Intel também vende as placas Galileo com uma versão mais leve do Linux através de distribuidores. Mas o kit da placa com o Windows só será distribuído pela Microsoft, diz a Intel. Em algum momento, a Microsoft poderá colocar o sistema operacional disponível para todos que comprarem a placa Galileo, mas a empresa não definiu uma data para isso.
"Temos planos para vocês. Acompanhem nossos sites de redes sociais para ficar sabendo", diz o comunicado da Microsoft numa página do GitHub voltada para as pessoas que já possuem uma placa Galileo.
A Galileo começou a ser distribuída no ano passado e a Intel já anunciou uma segunda versão da placa chamada Galileo Gen2, que estará disponível este mês. A Intel não informou se a Galileo Gen2 será compatível com o novo Windows, dizendo apenas que caberia à Microsoft fazer isso acontecer.
A placa original Galileo tem um processador Quark SoC X1000 de 400MHz e suporta PCI-Express, Ethernet e USB 2.0. Ela também tem um leque de portas para conectar câmeras, telas, sensores, fontes de força e outros componentes.

Windows no piano

Durante sua conferência Build, realizada em abril, a empresa mostrou a Galileo e uma versão experimental do software embutidos em um piano. Um app móvel se conectava com a placa e fazia com que o piano tocasse uma música ou, no sentindo inverso, recebia da placa informações sobre as notas da melodia tocada no instrumento e as enviava para um serviço hospedado na nuvem Azure, da Microsoft.
A meta final é pegar a informação coletada de bilhões de dispositivos e alimentar serviços de cloud hospedados no Azure, como parte da estratégia geral "mobile first, cloud first" da empresa.
"O ponto mais importante sobre a Internet das Coisas é que ela não se limita "às coisas", mas sim ao fato de que elas estão conectadas à internet", disse Terry Myerson, vice presidente executivo de sistemas operacionais da Microsoft durante sua apresentação na Build.

Windows Compacto

A Microsoft há um bom tempo vem entregando a fabricantes de equipamentos o chamado Windows Embedded Compact, utilizado em um leque de dispositivos industriais, dispositivos móveis, monitores médicos, ATMs e outros dispositivos, e reforçando a eles a capacidade do sistema operacional embutido de trabalhar em dispositivos para a IoT.
"O Windows Embedded Compact continua a ser importante para nossa oferta abrangente para IoT. Ele continua sendo o único sistema operacional real-time da Microsoft e é o sistema operacional com o mais abrangente conjunto de portas, incluindo inúmeros níveis das arquiteturas ARM e x86", disse a Microsoft no GitHub.

Ainda assim, permanecem as dúvidas sobre como precisamente o novo SO da Galileo se difere do Windows Embedded Compact. O novo sistema "poderá ser mais moderno ou possivelmente um produto mais focado em aplicações voltadas para a IoT que o Windows Embedded Compact", especula Al Gillen, vice-presidente de programas, servidores e software de sistemas da IDC, em email enviado à redação.

Leia também:  O IP das Coisas: Até a geladeira poderá denunciar o dono

Fonte:  PC World

O IP das Coisas: Até a geladeira pode denunciar o dono na internet


Daniel Lima
Repórter da Agência Brasil
O brasileiro descobriu em 2013 que não existe privacidade na internet. As denúncias do site Wikileaks, de Julian Assange, e as de Edward Snowden, ex-analista de inteligência norte-americano, mostraram que vários programas dos Estados Unidos e de outros países fazem, há muito tempo, vigilância eletrônica dos cidadãos ao redor do mundo.
Agora, a troca do protocolo que permite a identificação de cada dispositivo na internet, o chamado Internet Protocol (IP), é uma nova mudança que deve deixar em alerta os usuários da rede. O Ipv4, padrão atual, que até então gerou pouco mais de 4 bilhões de endereços diferentes, já é insuficiente para mapear as máquinas do planeta – computadores, tablets, smartphones, por exemplo. Ele está sendo substituído pelo Ipv6, que permite um número infinitamente maior de endereços – 340 tera (34x10 elevado a 13ª potência) – abrindo espaço para que cada objeto possa ter seu próprio endereço na internet e, por isso, viabilizar o IP das coisas.
Demi Getschko, um dos membros do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), lembra que, já no final dos anos 90 do século passado, ficou claro que o IPv4 deveria ser extinto, pois não haveria mais IP suficiente. “Não se extinguiu e chegamos a 2013, mas vai de fato se extinguir no ano que vem, porque a internet se defende com alguma gambiarras.”
O cientista cita medidas como a que permite a escolha de um endereço válido para esconder vários outros endereços inválidos na internet, como os IPs usados nas redes domésticas por computadores e smartphones. Na prática, são endereços reservados para o usuário internamente, mas que não são visíveis externamente. Então, todo mundo pode usar vários IPs, teoricamente invisíveis para o ambiente externo em casa, mas precisará de um outro endereço (IPv4) válido para fazer a conexão com a internet.
“Tudo estará ligado com as coisas boas e ruins que isso traz. As boas coisas, de que todos falarão: conforto para todo mundo e conectividade ampla. Coisas ruins? Privacidade em alto risco. Tudo que você faz pode ser conhecido. Tudo que seus equipamentos fazem entre si poderá ser passado para outros equipamentos. São coisas complicadas. Nossa privacidade pode estar em risco”, alerta Getschko, que participou, em dezembro, de um seminário em João Pessoa.
De acordo com Gestschko, com a nova geração de IPs, um televisor, por exemplo, poderá estar conectado ao fabricante e, quando pifar,  poderá ser consertado remotamente. Mas, por outro lado, não se sabe o que o fabricante fará com os dados coletados, como suas preferências, os programas e horários, entre outras possibilidades.
Durante sua explanação no seminário, bem-humorado, Getschko lembrou de uma charge que trazia um cachorro, em 1993, dizendo a outro que, na internet, ninguém sabia que ele era um cachorro, indicando a possibilidade de privacidade. As coisas mudaram e agora, em 2013, todo mundo sabe que, na ponta, tem um cachorro, sabe a raça, que ração consome e o nome do veterinário, disse o cientista, atualizando a charge.
Esse falso anonimato, que se dizia existir em 1993, nunca foi real. “Agora, quebra-se de vez, com todo mundo conectado e todos os equipamentos plugados”, destacou. O representante do CGI.br disse ainda que não é verdade que existam novos delitos na internet. Segundo Getschko, o que existe são novas possibilidades de investigação.
Getschko, que é considerado um dos precursores da internet do Brasil, é de opinião que o Marco Civil da Internet, discutido no Congresso Nacional, é uma vacina  para futuros problemas, pois na internet tudo que se faz pode ser notado por alguém. O cientista acredita que, se não houver limite, por ser uma rede técnica, a internet sempre permitirá que se vasculhe a vida de qualquer um.
“O pessoal que não gosta de IPv6 diz que agora todo mundo terá um endereço fixo, todos saberão o que cada um faz. Eu também tenho uma impressão digital, que é fixa e também não posso trocar. Porém, sso não quer dizer que ela tenha que ser recolhida por todo mundo”, disse o cientista, ao defender o marco civil. Para ele, existem formas de impedir a invasão de privacidade que independem da tecnologia usada. “A tecnologia pode ser invasiva, mas a lei tem que impedir isso.”
Outro ponto relevante é o uso de ferramentas que, aparentemente, não deixam traços [rastros] na internet, como o Projeto TOR, que promete navegação anônima. "Tudo isso é algo falacioso. Não deixam traço porque alguém transformou seu IP em outro IP. Mas quem transformou tem a possibilidade de guardar essa transformação”, ressaltou. Segundo Getschko, a maioria dos roteadores da Onion [do Projeto TOR] é rodada em trechos de domínio do Departamento de Estado dos Estados Unidos. “E eles querem ter aquilo na mão”, concluiu.

Edição: Nádia Franco

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

China proíbe funcionários do governo de usar dispositivos da Apple

Há algumas semanas, a influente emissora estatal da China decidiu que o iPhone é um “problema de segurança nacional”, por causa de um recurso para rastrear a localização dos usuários. Agora, o governo da China decidiu proibir seus funcionários de usar iPads e MacBooks.

>>> iOS 7 guarda todos os passos que você dá e mostra seus lugares mais visitados

Segundo a Bloomberg, o governo chinês retirou dez produtos da Apple – incluindo o iPad, iPad Mini, MacBook Air e MacBook Pro – da sua lista de compras. Isso significa que seus funcionários não poderão encomendar os produtos.
Funcionários do governo explicam à Bloomberg que a decisão é baseada em “questões de segurança”. Em julho, o canal CCTV reclamou do recurso “Locais Frequentes” no iOS 7, e citou pesquisadores dizendo que esses dados poderiam revelar vantagens econômicas da China ou “até segredos de estado”.
A Apple explica o recurso:
Locais Frequentes: seu iPhone manterá um registro dos lugares em que você esteve recentemente (bem como quantas vezes e quando você visitou esses lugares) a fim de aprender quais são os lugares importantes para você. Esses dados serão mantidos somente no seu dispositivo e não serão enviados à Apple sem o seu consentimento. Eles serão usados para fornecer a você serviços personalizados, como rotas de trânsito preditivas.
Em resposta à CCTV, a Apple também diz que o recurso “Locais frequentes” não é ativado por padrão. Isso não é bem verdade: quando você ativa os serviços de localização – que usam GPS, Wi-Fi e triangulação de redes celulares – o dispositivo ativa também o recurso que guarda os locais visitados.
Para desativá-lo manualmente, é preciso ir em Ajustes > Privacidade > Serviços de Localização, e desça até encontrar a opção Serviços do Sistema. Toque nela, depois em Locais Frequentes, e desative-o.

locais frequentes ios 7 desativar

A reação da China talvez tenha sido exagerada: afinal, eles baniram até mesmo os MacBooks, que não têm o recurso “Locais frequentes”. Mas isso envia uma mensagem forte e clara para os EUA: produtos ocidentais não são bem-vindos por lá.

Este ano, a China também baniu o Windows 8 em novos computadores do governo. A Microsoft interrompeu o suporte oficial ao Windows XP – deixando futuras falhas de segurança em aberto – o que atingiu a China, onde mais da metade dos PCs ainda roda o sistema. Para evitar que a história se repita, o país resolveu proibir o Windows 8 e desenvolver uma variante própria do Linux.
O Google também não tem relações amistosas com a China. Na verdade, desde 2010, a empresa se recusa a censurar resultados de busca e encaminha usuários chineses para seu site de Hong Kong. [Bloomberg e Wall Street Journal]

Via Gizmodo

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Nova regra proíbe eletrônicos descarregados de embarcar em voos

Vai viajar para os Estados Unidos ou fazer escala no país? Então garanta que todos os seus eletrônicos, como celulares, notebooks e tablets estejam carregados.
Uma nova regra criada pela Administração de Segurança dos Transportes (TSA) para voos internacionais impede que eletrônicos sem bateria possam embarcar no avião. Durante a inspeção de segurança um agente pode pedir ao usuário para ligar seus aparelhos eletrônicos e, se o produto não ligar, terá que ficar fora do voo. Em nota, a TSA diz ainda que o dono do aparelho poderá passar por um “rastreamento” extra, caso possua um eletrônico sem bateria.
A nova regra será aplicada em alguns aeroportos estrangeiros com voos para os EUA (a TSA não especificou quais) e tem como objetivo aumentar a segurança diante de ameaças recebidas principalmente do Oriente Médio e da África. Explosivos podem ser escondidos no interior de equipamentos eletrônicos, por isso, solicitar ao usuário que ligue o aparelho é uma forma de garantir que o produto não foi modificado.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

ICQ ressuscita para competir com WhatsApp

Se os nostálgicos ficaram tristes com a notícia da morte do Orkut, talvez se animem com a rejuvenescida do ICQ, outro serviço que faz parte da "velha guarda" da internet. O grupo Mail.Ru, que detém o aplicativo, anunciou uma série de novidades.



Disponível para computadores e dispositivos móveis, o ICQ ganhou um novo design, suporte a chamadas em vídeo, conversas em grupo e acesso via número de telefone, o que o coloca em pé de igualdade com o WhatsApp.


Para a empresa, a maior novidade são as chamadas em vídeo, que podem ser feitas de forma gratuita e simples, bastando ligar a câmera durante uma conversa. O chat em texto também funciona de forma dinâmica: para falar com mais gente, basta adicioná-las no meio da conversa e ela se torna um bate-papo em grupo.


Outra coisa interessante da nova versão é a possibilidade de trocar mensagens a quem não é usuário do ICQ. Basta selecionar o contato e enviar o conteúdo, que será entregue como SMS gratuitamente. As respostas da pessoa aparecerão na janela de bate-papo, e não no app de SMS.

Além de fotos, áudio e vídeo, dá para trocar qualquer tipo de arquivo pelo serviço, incluindo DOCs e PDFs. Também há stickers e um sistema de pesquisas interno que permite buscar imagens para enviar aos amigos.