O Google emitiu novo relatório mostrando que recebe mais de 1,2
milhão de pedidos de remoção de resultados de buscas a cada mês. No topo
das reclamações está a Microsoft, que alega violação de direitos
autorais sobre mais de 500 mil resultados de pesquisas, de acordo como
site The Verge.
Mas ao utilizar a nova ferramenta de transparência do Google, que permite que qualquer um peneire pedidos de remoção, o site Techdirt
descobriu que links para conteúdos piratas do XBox, retirados pelo
Google a pedido da Microsoft, continuam no ar no Bing, ferramenta de
buscas da própria Microsoft.
Ao longo do ano passado o número de avisos de remoção enviados ao
Google semanalmente praticamente dobraram. A organização campeã em
demandar retiradas do buscador foi uma firma chamada Marketly, que é
vizinha da Microsoft em Redmond, Washington (EUA), e inclusive
contratada da mesma.
A Marketly mandou pedidos de remoção para o Google solicitando a
retirada de diversos links em resultados de buscas que direcionavam para
jogos do XBox 360. Ao seguir um link em particular, que levava a um
jogo chamado DiRT 2, o Techdirt constatou que ele havia sumido do Google, mas continuava encaminhando para um download pirata através do Bing.
O site The Verge questiona as reais intenções da Microsoft ao
cobrar que o Google remova links "sujos", quando ela mesma não consegue
fazer isso em seu buscador: ou a empresa está realmente focada em
peneirar URLs indevidas no maior buscador da internet, ou simplesmente
encontrou uma maneira efetiva de alfinetar a concorrência.
Fonte: http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI5795245-EI12884,00-Microsoft+mantem+no+Bing+links+que+quer+removidos+do+Google.html
sexta-feira, 25 de maio de 2012
quinta-feira, 24 de maio de 2012
Tarifas Bancárias: Veja quanto seu banco cobra
O site da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) oferece uma ferramenta online para o cidadão comparar tarifas bancárias. Para acessá-la, basta ir ao endereço: http://www.febraban-star.org.br/ É possível verificar tarifas por instituições e comparar tarifas entre elas.
A tarifa de fornecimento de 2ª via de cartão com função de movimentação de conta poupança no estatal Banco do Brasil, por exemplo, chega a R$ 8,00. No privado Itaú, fica em R$ 6,50. No Banco de Brasília, ligado ao Governo do Distrito Federal, chega a R$ 7,50.
A tarifa de fornecimento de 2ª via de cartão com função de movimentação de conta poupança no estatal Banco do Brasil, por exemplo, chega a R$ 8,00. No privado Itaú, fica em R$ 6,50. No Banco de Brasília, ligado ao Governo do Distrito Federal, chega a R$ 7,50.
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Achou !!!!!!!!!!!
Estudo diz que 41% dos jovens usam redes sociais para procurar emprego
Recém-formados dos EUA usam sites como principal fonte de informação.
Pesquisa entrevistou 48 mil universitários entre janeiro e abril de 2012.
quarta-feira, 23 de maio de 2012
DNSChanger: Google irá avisar se você está contaminado
A Google anunciou que, a partir de hoje, dia 23 de maio, a empresa
deve começar uma campanha para ajudar pessoas do mundo todo que estejam
com o trojan DNSChanger infectando os seus computadores.
Segundo o site Ars Technica, o sistema de buscas da companhia é quem vai servir como uma espécie de anti vírus. Sempre que alguém com o PC contaminado realizar uma pesquisa no site, automaticamente será alertado do problema.
Junto com o aviso, a Google também deve disponibilizar um link que levará a pessoa até uma página recomendada pela empresa. Lá, quem estiver com a máquina infectada encontrará instruções de como o malware pode ser totalmente removido do computador.
A atitude da companhia vem em boa hora, principalmente porque uma decisão do governo norte-americano determinou que, a partir do dia 9 de junho de 2012, todos os PCs infectados com o malware terão a sua conexão com a internet cortada.
O DNSChanger é um trojan que altera o DNS (Domain Name System) do computador, levando as pessoas para páginas falsas. Estes sites alternativos podem ser capazes de infectar o sistema com outros vírus ainda mais perigosos – e que são capazes de roubar informações importantes da sua máquina.
De acordo com a empresa, mais de 500 mil PCs em todo o planeta encontram-se infectados com o malware, que tem se mostrado "duro na queda".
Fonte: Ars Technica e Computerworld
Segundo o site Ars Technica, o sistema de buscas da companhia é quem vai servir como uma espécie de anti vírus. Sempre que alguém com o PC contaminado realizar uma pesquisa no site, automaticamente será alertado do problema.
Junto com o aviso, a Google também deve disponibilizar um link que levará a pessoa até uma página recomendada pela empresa. Lá, quem estiver com a máquina infectada encontrará instruções de como o malware pode ser totalmente removido do computador.
A atitude da companhia vem em boa hora, principalmente porque uma decisão do governo norte-americano determinou que, a partir do dia 9 de junho de 2012, todos os PCs infectados com o malware terão a sua conexão com a internet cortada.
O DNSChanger é um trojan que altera o DNS (Domain Name System) do computador, levando as pessoas para páginas falsas. Estes sites alternativos podem ser capazes de infectar o sistema com outros vírus ainda mais perigosos – e que são capazes de roubar informações importantes da sua máquina.
De acordo com a empresa, mais de 500 mil PCs em todo o planeta encontram-se infectados com o malware, que tem se mostrado "duro na queda".
Fonte: Ars Technica e Computerworld
STJ autoriza retirada de receita de risoto em processo contra o Google
No G1: Receita estava em recurso da empresa contra indenização de usuário. Assessoria da empresa afirmou que não comenta casos específicos.
Uma receita de risoto foi acrescentada a um processo que tramitava no Superior Tribunal de Justiça (STJ). As dicas para se cozinhar o prato - que leva tomate, queijo ralado e nozes - aparentemente foram acrescentadas por acidente pelos advogados que representavam a empresa Google em um recurso especial julgado pelo tribunal no último dia 8 de maio.
Página do recurso apresentado pelo Google, com a receita de risoto (Foto: Reprodução)
O documento estava entre as folhas de uma petição feita pelos advogados
à véspera do julgamento. Em despacho de 11 de maio, e publicado no
último dia 21, a ministra relatora do processo, Nancy Andrighi, faculta
"aos advogados que subscreveram a petição de desistência o
desentranhamento do documento de fl. 601, e-STJ (uma receita de risoto),
pois o mesmo não integra e nem tem relação com o presente processo" (veja abaixo a cópia do despacho).
Não há informação se os advogados retiraram a receita. Procurado pelo G1, o Google disse, via assessoria de imprensa, que não comenta casos específicos.
Responsabilidade
A despeito do detalhe curioso, o processo julgado tem relevância jurídica. O recurso foi feito pela Google após ser condenado a indenizar em R$ 7 mil um homem que sentiu ofendido por uma página do Orkut. A empresa argumentava não ter controle sobre a inclusão de informações, mas o tribunal entendeu, neste caso, existir responsabilidade da empresa.
Isto porque o homem alegou ter utilizado a ferramenta disponível para denunciar abusos e pedir a retirada da página, mas o pedido teria sido negligenciado. "Não é razoável deixar a sociedade desamparada frente à prática, cada vez mais corriqueira, de se utilizar comunidades virtuais como artifício para a consecução de atividades ilegais", diz voto de Andrighi.
Para a ministra, os provedores de conteúdo não podem responder de forma objetiva pela inserção de informações ilegais por terceiros no site nem realizar controle prévio, mas devem "removê-los imediatamente, sob pena de responderem pelos danos respectivos".

Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2012/05/stj-autoriza-retirada-de-receita-de-risoto-em-processo-contra-o-google.html
Uma receita de risoto foi acrescentada a um processo que tramitava no Superior Tribunal de Justiça (STJ). As dicas para se cozinhar o prato - que leva tomate, queijo ralado e nozes - aparentemente foram acrescentadas por acidente pelos advogados que representavam a empresa Google em um recurso especial julgado pelo tribunal no último dia 8 de maio.
Não há informação se os advogados retiraram a receita. Procurado pelo G1, o Google disse, via assessoria de imprensa, que não comenta casos específicos.
Responsabilidade
A despeito do detalhe curioso, o processo julgado tem relevância jurídica. O recurso foi feito pela Google após ser condenado a indenizar em R$ 7 mil um homem que sentiu ofendido por uma página do Orkut. A empresa argumentava não ter controle sobre a inclusão de informações, mas o tribunal entendeu, neste caso, existir responsabilidade da empresa.
Isto porque o homem alegou ter utilizado a ferramenta disponível para denunciar abusos e pedir a retirada da página, mas o pedido teria sido negligenciado. "Não é razoável deixar a sociedade desamparada frente à prática, cada vez mais corriqueira, de se utilizar comunidades virtuais como artifício para a consecução de atividades ilegais", diz voto de Andrighi.
Para a ministra, os provedores de conteúdo não podem responder de forma objetiva pela inserção de informações ilegais por terceiros no site nem realizar controle prévio, mas devem "removê-los imediatamente, sob pena de responderem pelos danos respectivos".
Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2012/05/stj-autoriza-retirada-de-receita-de-risoto-em-processo-contra-o-google.html
terça-feira, 22 de maio de 2012
Novo recurso na busca do Google pode criar poderoso rival para o Siri
Novo recurso na busca do Google pode criar poderoso rival para o Siri
IDG News Service / EUA
21-05-2012
Ao tornar buscas mais inteligentes, Knowledge
Graph pode fazer frente ao assistente da Apple; engenheiros dizem estar
mais próximos de computador de "Star Trek".
Na superfície, o Knowledge Graph
da Google parece apenas mais um recurso de busca, mas ligue os pontos e
ele pode se tornar o cérebro por trás de um assistente virtual parecido
com o Siri, da Apple.
Em um post de blog, o engenheiro da Google, Amit Singhal,
deu uma boa dica de que há mais no Knowledge Graph do que os olhos veem:
“Estamos orgulhosos de nosso primeiro pequeno passo – o Knowledge Graph
– que nos permitirá tornar as buscas mais inteligentes, nos movendo
para mais perto do computador de ‘Star Trek’ que eu sempre sonhei em
construir”, escreveu Singhal.
A Google já usou a referência a “Star Trek” antes, ao
discutir sua abordagem para o reconhecimento de voz no Android. Veja o
que o engenheiro da Google, Matias Duarte, disse em entrevista recente
para o Slashgear:
“Se o Siri é o ‘Star Wars’, você tem essas personalidades robôs como
C-3PO que corre por aí e ele tenta fazer coisas para você, faz algumas
besteiras e faz piadas, ele é uma espécie de alívio cômico. Nossa
abordagem é mais no estilo ‘Star Trek’, com a Enterprise; todo pedaço de
superfície de computação, tudo é consciente de comandos de voz. Não é
como se tivesse uma personalidade, não tem um nome, é apenas um
‘Computador’.”
Adicione esses comentários aos rumores de que a Google está trabalhando em um assistente virtual de codinome Majel
– em homenagem a esposa do já falecido criador de “Star Trek”, Gene
Roddenberry – e é fácil especular para onde a Google está indo: Siri vs
Knowledge Graph. Ao contrário dos comandos de voz existentes no Android,
o Siri entende linguagem. O assistente da Apple não precisa depender de
um sistema rígido de instruções (como o “Navegar Para” para caminhos ou
“Escute” para música, do Android), porque ele consegue separar palavras
a partir frases faladas de forma natural. Isso torna o Siri muito mais
acessível, e a Google terá de surgir com algo parecido.
Mas com o Knowledge Graph, a Google parece estar pensando
um passo à frente. Com qualquer conjunto de palavras chave, o Knowledge
Graph tenta descobrir o que os usuários realmente querem. A engine
consegue descobrir os fatos mais importantes sobre uma pessoa ou lugar, e
trazer esses detalhes para superfície. Quando um termo de busca possui
vários significados (como a fruta maçã/apple ou a empresa Apple), o
Knowledge Graph sabe perguntar o que você quis dizer. Como Singal
apontou, as informações que a Google mostra para o termo Tom Cruise
responde a 37% das próximas pesquisas das pessoas sobre ele.
A Google pode ter um melhor sistema para responder
perguntas, se a empresa puder apenas arrumar a parte da linguagem
natural igual ao Siri. Em vez de simplesmente mostrar uma página do Yelp
ou do Wolfram Alpha, como o Siri faz, a Google poderia potencialmente
colocar o que pensa ser as informações mais relevantes na web. A
companhia já desenvolveu uma versão do Knowledge Graph para aparelhos
móveis, por isso a base já está no lugar. Obviamente, isso tudo é apenas
especulação, mas dados os pensamentos avançados da Google em tornar a
busca mais inteligente, e a importância cada vez maior dos aparelhos
mobile, o Knowledge Graph parece ter grandes chances de desempenhar um
papel importante na resposta do Android para o Siri.
Fonte: PCWorld
segunda-feira, 14 de março de 2011
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Nokia explica porque descartou o Android
Domingo, antes da abertura do Mobile World Congress, Stephen Elop, CEO da Nokia, deu detalhes sobre a parceria com a Microsoft, licenciando o Windows Mobile para uso em seus smartphones.
Com esse acordo, a companhia finlandesa tende a abandonar o sistema operacional Symbian, que roda nos seus smartphones atuais.
Leia também:
- iPad não ajuda a chamar atenção das mulheres (13/02/2011)
- Contra Android, Apple pensa em iPhone light (11/02/2011)
- Nokia define estrutura e novos líderes (11/02/2011)
Uma questão básica é por que a Nokia optou pelo Windows Mobile em vez do Android. O sistema do Google já é, segundo algumas pesquisas, o número um no mercado de smartphones e continua ganhando participação. Seria uma escolha óbvia.
Android supera Symbian, diz Canalys
Segundo Elop, se a Nokia tivesse adotado o Android, o ecossistema da telefonia móvel tenderia a virar um duopólio. Haveria a Apple, com o iPhone, num lado, e a Nokia, com o Android, no outro. "Mas nós queríamos criar uma terceira opção, um desafiante", disse ele.
No início, o acordo entre Nokia e Microsoft deve funcionar como um contrato de licenciamento simples. Ou seja, a Nokia vai pagar à Microsoft para usar o Windows Mobile. Mas Elop diz que a parceria deve trazer outros ganhos para a empresa finlandesa.
"Haverá redução de despesas e novas fontes de receita ligadas ao acesso que teremos aos serviços de buscas e anúncios da Microsoft. O ganho financeiro estará na faixa dos bilhões", disse ele.
A decisão foi mal recebida pelo mercado financeiro. Na sexta-feira, após o anúncio do acordo, as ações da Nokia caíram quase 15%.
Acordo com Microsoft derruba ações da Nokia
Além disso, funcionários da empresa ligados ao sistema Symbian chegaram a fazer um protesto contra a adoção do Windows Mobile.
Como é ex-executivo da Microsoft, Elop possui um grande lote de ações da empresa americana. Por isso, foi acusado de estar trabalhando em causa própria. Elop, é claro, nega tudo.
"Não sou cavalo de Troia", diz CEO da Nokia
O que ninguém nega é que a Microsoft deve colher os maiores benefícios desse acordo. Mesmo tendo ganhado uma versão completamente nova no ano passado, o Windows Mobile tem se mostrado fraco frente ao Android e ao iPhone. Com o maior fabricante de celulares do mundo ao seu lado, a Microsoft certamente aumenta suas chances.
Fonte: Info
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Fidel Castro é brasileiro e nasceu no Pará, segundo pesquisador
Um pesquisador do Pará diz ter feito uma "descoberta histórica": Fidel Castro, líder da revolução cubana, é brasileiro. Edílson Silva Oliveira, de 40 anos, vai ainda mais longe. Afirma que o ditador nasceu em Tracuateua, no nordeste paraense, e quer transformar o município em um enorme parque temático. Ele já tem até sugestões para renomear a cidade: Fidelândia Gloriosa, Nova Fidel ou Fidelópolis.
A história do Fidel brasileiro, que se assemelha ao roteiro de um filme de ficção, pode ser resumida da seguinte forma: Angel Castro, pai original de Fidel Castro, chegou de barco a Tracuateua nos anos 20, e conheceu Delfina, uma elegante jovem por quem se apaixonou. Eles tiveram um filho, Fidel Castro, que nasceu nas plácidas margens do Rio Quatipuru, em 1926, onde viveu até quase os 4 anos de idade. Depois disso foi com a família para a cidade de Iquitos, no Peru, onde seu pai tinha outra mulher (era bígamo).
A história do Fidel brasileiro, que se assemelha ao roteiro de um filme de ficção, pode ser resumida da seguinte forma: Angel Castro, pai original de Fidel Castro, chegou de barco a Tracuateua nos anos 20, e conheceu Delfina, uma elegante jovem por quem se apaixonou. Eles tiveram um filho, Fidel Castro, que nasceu nas plácidas margens do Rio Quatipuru, em 1926, onde viveu até quase os 4 anos de idade. Depois disso foi com a família para a cidade de Iquitos, no Peru, onde seu pai tinha outra mulher (era bígamo).
Fidelito, como era conhecido no Brasil, passou então boa parte da adolescência em terras peruanas, convivendo com três irmãos e suas mães - porque o pai fugiu das duas esposas e foi para Cuba. No começo da década de 50, Fidelito foi parar em Cuba, não se sabe por quê, e acabou liderando a revolução socialista de 1959.
O fato só não pôde ser comprovado porque Che Guevara [um dos principais mentores da revolução cubana] e seus companheiros atearam fogo no cartório da cidade nos anos 60, onde estava a verdadeira certidão de nascimento de Fidel, para impedir que a conexão caipirinha-mojito viesse à tona e os cubanos descobrissem que seu maior líder era, na verdade, um tupiniquim.
O pesquisador Edílson Silva Oliveira é o mentor da tese do Fidel brasileiro. Ele conta que ouvia histórias sobre os parentes de Fidelito desde que tinha sete anos de idade e resolveu investigar a fundo a informação. E foi tão a fundo que hoje tem duas certezas na vida: que um dia vai morrer, e que Fidel Castro é tão brasileiro quanto Policarpo Quaresma, o famoso personagem de Lima Barreto.
A notícia contagiou de tal forma a cidade que uma banda local chamada "Quero Mais" criou uma música que conta a história sobre o Fidel brasileiro e suas andanças por Tracuateua.
A teoria de Oliveira, no entanto, não bate com os dados históricos colhidos pela pesquisadora carioca Cláudia Furiati, autora de única biografia autorizada de Fidel. Em entrevista ao G1, ela disse que "a história do Fidel brasileiro parece bastante interessante e fantasiosa, mas colide com alguns dados históricos".
Furiati diz ter encontrado duas certidões de nascimento do líder cubano. A primeira aponta o nascimento no dia 13 de agosto de 1927 na provínivia de Cueto, em Cuba. A segunda, com data posterior, teria sido feita sob encomenda para que Fidel passasse uma séria na frente dos colegas de classe.
Ela não encontrou nenhum indício que desse suporte à teoria de Oliveira. Mas não rejeitou completamente essa hipótese. "Não vi registros de passagens de Fidel pelo Brasil em sua infância, mas isso pode ter acontecido."
Exame de DNA
Com base em depoimentos de supostos parentes e um par de fotos antigas de Fidel, Edílson enviou um pedido de exame de DNA à Universidade Federal do Pará (UFP) em março do ano passado. Ele queria provar sua tese comparando o DNA de um suposto tio do ditador chamado Dagoberto, que morava em Tracuateua. Mas este morreu pouco tempo depois que o pedido foi feito, e o exame não pôde ser realizado.
"Ele (Edílson) pediu algo que não tem o menor fundamento histórico. E quer provar a relação de parentesco de pessoas que não querem, nem estão interessadas, em comprovar tal parentesco. É apenas uma esquisitice", diz o professor Sidney Santos, professor de Genética Humana da UFP, claramente mal-humorado por ter de falar novamente sobre o caso.
Ele afirma que já cansou de receber telefones de jornalistas que ligam de todo o Brasil e do exterior para saber da história do Fidelito, e tem uma opinião muito clara sobre a possibilidade de Fidel ser brasileiro. "Acho que o nome correto para isso é sandice."
Doença
Fidel Castro não aparece em público há seis meses. Ele passou o poder em 2006 para seu irmão, Raul Castro, depois de ter se submetido a uma delicada operação.
As declarações oficiais mais recentes sobre o estado do líder cubano vêm do presidente do Parlamento, Ricardo Alarcon. Ele afirmou, na semana passada, que Fidel, de 80 anos de idade, se recupera "muito bem".
Segurança para os mortos
A possibilidade de o ditador ser brasileiro chegou aos ouvidos da imprensa internacional, e espanhóis, japoneses entre outros desembarcaram no Pará atrás de entrevistas com os envolvidos. O periódico catalão "La Vanguardia" chegou a publicar uma reportagem sobre o caso, mas o jornalista deixou claro que a história "do reino encantado da Fidelândia", como chamou em seu texto, é completamente inverossímil. E diz que Edílson é o principal responsável por este "delírio tropical".
"Os japoneses vieram de Tóquio e só chegaram depois de quatro dias de viagem. O problema é que, assim que chegaram, o Dagoberto morreu, e eles não conseguiram fazer a matéria", conta Edílson.
A morte de Dagoberto, aos 102 anos, jogou por terra a possibilidade de um exame de DNA imediato, mas não abalou a fé do pesquisador. Já pensando numa futura exumação do corpo, ele decidiu enviar um ofício ao Comando Geral da Polícia Militar do Pará, pedindo que seja providenciada "vigilância permanente no cemitério" para garantir a segurança dos restos mortais de Dagoberto. E explica seus motivos:
"[Solicito] pela importante razão de que os restos poderão sumir e isso modificaria a história da origem daquele Líder Cubano [Fidel Castro]."
É o Fidelito, é o Fidelito!
Sobre a infância de Fidel, Edílson garante que era das mais felizes.
"Ele uma criança que vivia às margens de um rio, era cuidado por uma babá, passeava de canoa e brincava nos campos. Falava português, mas depois passou para o 'portunhol', já que foi para o Peru aos 3 anos e 6 meses de vida. Vivia feliz", conta o paraense.
Ele diz que a cidade ficou apavorada quando soube, em 1959, que o inocente e feliz Fidelito havia se transformado em um "ser sanguinário".
"De repente mandaram umas cartas para o Brasil, pouco depois da revolução de 1959, dizendo que o Fidelito era o máximo líder da revolução cubana. Aí ficaram desesperados aqui na cidade. As pessoas viam as fotos e gritavam: é o Fidelito, é o Fidelito!"
"Não dava para acreditar que fosse ele", continua Edílson, "até que mostraram as cenas das pessoas sendo fuziladas lá em Cuba. As imagens eram da revista Cruzeiro e o texto dizia que Fidel era assassino e sanguinário. Aí todo mundo ficou com medo e houve uma debandada geral em Tracuateua. Cada um foi para um lado", completa.
Tudo por Nova Fidel
Edílson candidatou-se a deputado estadual pelo PSB (Partido Socialista Brasileiro) em 2006, mas não conseguiu se eleger apesar do atraente bordão que usou para amealhar votos dos eleitores: "De Tracuateua para Nova Fidel".
"Quero mudar o nome [da cidade] para que Tracuateua fique conhecida nacionalmente e internacionalmente. Isso provocaria o aumento de turistas na região, geraria renda e garantiria centenas de empregos à população", diz o pesquisador, que conta com apoio de políticos locais para colocar em prática seu projeto.
Em seus planos, uma estátua gigante do ditador seria erguida e haveria um caminho turístico que levaria o visitante até as raízes brasileiras de Fidel - a casa onde morou, a escola que freqüentou, o rio onde nadava, etc.
Com a morte de Dagoberto, sua missão ficou mais difícil, mas ele garante que não desistirá. Até porque, se depender de Fidel, o parentesco nunca será reconhecido.
"Fidel nega sua real nacionalidade em função de sua luta pelo povo cubano. Ele saiu do Brasil, via Peru, para salvar os cubanos da tirania americana, razão pela qual o povo deu a este herói a cidadania cubana. Por isso ele jamais poderá dizer que é brasileiro", explica Edílson.
De todas formas, mesmo que não consiga transformar Tracuateua em um parque temático de Fidel Castro, a iniciativa de mudar o nome da cidade pode produzir um movimento positivo.
Afinal, Tracuateua, em língua indígena, significa "formiga de bunda grande".
FONTE: G1/GLOBO.COM 29/01/2007
FONTE: G1/GLOBO.COM 29/01/2007
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Projeto de Lei quer proibir anonimato em sites no Brasil
Páginas deverão indicar o nome do responsável e endereço de contato. Reportagens deverão informar o nome e o registro do jornalista
Um Projeto de Lei (PL) que está em tramitação na Câmara dos Deputados prevê a proibição do anonimato em sites no Brasil. Eles deverão indicar o nome do responsável na página principal, além do endereço de contato. Em matérias jornalísticas, deverá ser informado o nome e o registro profissional do jornalista responsável. A proposta é de autoria do deputado Eduardo da Fonte (PP-PE) e tem o código 7311/10.
De acordo com a PL, sites que produzam ou veiculem matérias jornalísticas próprias ou de terceiros, inclusive blogs, ficarão ainda submetidos a outros deveres, como comprovar a veracidade da informação prestada, assegurar o direito de resposta e observar meios éticos na obtenção da informação. A proposta proíbe preferências discriminatórias sobre raça, religião, sexo, preferências sexuais, doenças mentais, convicções políticas e condição social.
Segundo o autor do projeto, em uma rede não regulada, há muitos abusos. “O cidadão prejudicado não tem como fazer contato com os responsáveis por sítios que não disponibilizam endereço ou nome dos jornalistas responsáveis pelas matérias veiculadas”, afirma. “Nem mesmo o direito de recurso ao Poder Judiciário é possível, uma vez que a impossibilidade de identificar os responsáveis impede a caracterização da parte a ser acionada”.
Punição
De acordo com o projeto, em caso de descumprimento, os responsáveis pelos sites no Brasil ficarão sujeitos a multa entre 5 mil e 50 mil reais por cada infração. No caso da pessoa jurídica, também serão punidos com multa os administradores ou controladores, quando tiverem agido de má-fé.
Fonte: Agência Brasil via PC WORLD
De acordo com a PL, sites que produzam ou veiculem matérias jornalísticas próprias ou de terceiros, inclusive blogs, ficarão ainda submetidos a outros deveres, como comprovar a veracidade da informação prestada, assegurar o direito de resposta e observar meios éticos na obtenção da informação. A proposta proíbe preferências discriminatórias sobre raça, religião, sexo, preferências sexuais, doenças mentais, convicções políticas e condição social.
Segundo o autor do projeto, em uma rede não regulada, há muitos abusos. “O cidadão prejudicado não tem como fazer contato com os responsáveis por sítios que não disponibilizam endereço ou nome dos jornalistas responsáveis pelas matérias veiculadas”, afirma. “Nem mesmo o direito de recurso ao Poder Judiciário é possível, uma vez que a impossibilidade de identificar os responsáveis impede a caracterização da parte a ser acionada”.
Punição
De acordo com o projeto, em caso de descumprimento, os responsáveis pelos sites no Brasil ficarão sujeitos a multa entre 5 mil e 50 mil reais por cada infração. No caso da pessoa jurídica, também serão punidos com multa os administradores ou controladores, quando tiverem agido de má-fé.
Fonte: Agência Brasil via PC WORLD
domingo, 17 de outubro de 2010
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Confira as carreiras do momento no mercado de TI
Pesquisa da IBM mostra que profissionais com habilidades em cloud e mobilidade serão os mais procurados nos próximos cinco anos.
O mercado de computação em nuvem e de aplicações em plataformas móveis são listados nos rankings das principais tendências de tecnologia há algum tempo, mas só a partir de 2011 esses segmentos devem realmente decolar. Com isso, os recrutadores já buscam preparar as melhores equipes para esse movimento.
Uma pesquisa anual da IBM em todo o mundo identificou que profissionais com habilidades em cloud computing e mobilidade serão os mais procurados nos próximos cinco anos. Dentre os dois mil profissionais de TI ouvidos, 91% esperam que a computação em nuvem supere as infraestruturas tradicionais como modelo primário de entrega de computação até 2015.
Além disso, 55% acreditam que, no mesmo prazo, as aplicações para dispositivos móveis superam os modelos tradicionais de desenvolvimento para PCs e servidores. Com essas crenças, é natural que as expertises nessas áreas sejam as mais buscadas.
Como efeito colateral, os profissionais de data centers, que empregam milhares de pessoas, devem se preocupar em adquirir um grande número de novas habilidades relacionadas aos novos conceitos. “A automação de tarefas reduz a necessidade de expertise em instalação de tecnologias e de aplicações, já que os fornecedores entregam produtos completos e integrados. Isso vai exigir uma mudança de área de uma boa parcela dos profissionais atuais”, avalia o gerente global de canais da IBM, Bob Getchell.
Getchel afirma que os funcionários dessas áreas devem aprender a projetar catálogos de serviços, definir templates de oferta, além de escrever fluxos de trabalho técnicos e de negócios para automatizar requisições de serviços.
No campo das aplicações, os profissionais terão de entender como as várias plataformas móveis são construídas e mudar a metodologia de desenvolvimento. Segundo o vice presidente de relações com desenvolvedores de software da IBM, Mark Hanny, entender a experiência do usuário é mais importante do que nunca no campo móvel. Outro conhecimento imprescindível será HTML5, elemento fundamental para a mobilidade.
Outras oportunidades
Além de computação em nuvem e desenvolvimento de aplicações móveis, os profissionais pesquisados pela IBM esperam que mídia social e soluções analíticas e de BI (business intelligence) ofereçam oportunidades para crescimento na carreira de TI e um emprego seguro.
Além de computação em nuvem e desenvolvimento de aplicações móveis, os profissionais pesquisados pela IBM esperam que mídia social e soluções analíticas e de BI (business intelligence) ofereçam oportunidades para crescimento na carreira de TI e um emprego seguro.
Quanto às indústrias com maior potencial de contratação, entram telecomunicações, serviços financeiros, saúde e energia. A pesquisa indica que nove em cada dez profissionais acreditam que os profissionais de TI precisam ter conhecimentos específicos da indústria que pretendem atuar e que esse fator se tornou mais crítico do que nunca em áreas técnicas. Apesar disso, somente 63% julgam que possuem esse conhecimento necessário para se manterem competitivos.
Fonte: ComputeWorld
G1 informa que Brasil gasta US$ 16,4 bi a mais do que vende em tecnologia
País exportou US$ 3,6 bi em aparelhos tecnológicos em 2009.
Relatório da ONU sobre o assuntou foi divulgado na quinta-feira.
Um relatório divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU) na quinta-feira (14) sugere que o Brasil importa muitos produtos tecnológicos para atender a demanda nacional, mas o volume das exportações nacionais do setor ainda é mínimo.
O Brasil ficou de fora do ranking da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) sobre os 20 países que mais exportam bens tecnológicos no mundo. A China ficou isolada na primeira posição, seguida de EUA, Hong Kong, Cingapura e Coréia do Sul. Entre os países da América Latina, o único que figura na lista é o México, na 10º posição.
(Foto: Arte/G1)O estudo concluiu que a rápida expansão da indústria criou muitas oportunidades de emprego para os mais pobres, mas apenas em alguns países em desenvolvimento. Segundo a ONU, o Brasil importou US$ 20 bilhões em aparelhos tecnológicos em 2009, contra a exportação de apenas US$ 3,6 bilhões. No volume total de importações, os bens de tecnologia representam 11,9% de tudo que entra por ano no país. Entre as exportações, o setor representa apenas 1,8%.
De acordo com Humberto Barbato, presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), o Brasil não tem uma grande indústria de tecnologia e a produção do setor no país atende apenas ao mercado interno.
“O que falta no Brasil é uma política industrial, que deveria ter sido feita há anos. Acreditamos que uma série de medidas deveria ser adotada para reverter esses dados, mas isso só vai acontecer em médio prazo”, disse. Para Barbato, entre as medidas entrariam os incentivos à instalação de uma indústria de base tecnológica no Brasil.
O relatório da ONU também mostra que, entre os países com altos níveis de pobreza, a produção tecnológica é significativa apenas na China e nas Filipinas. “A produção global é caracterizada pelas grandes barreiras à entrada de novas empresas nos países”, concluiu a entidade.
Desvalorização do dólar
A queda do dólar frente ao real é outro fator que contribui para a alta nas importações brasileiras. Entre janeiro e setembro deste ano, o dólar acumula queda de 2,93%. “Quanto mais forte for a moeda, mais inviável é de sediar no Brasil a fabricação de eletrônicos, pois resulta em uma produção nacional muito cara”, explica Barbato.
O G1 entrou em contato com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, mas ninguém se manifestou sobre o assunto. Segundo dados divulgados no site da instituição, as exportações da indústria de alta tecnologia em 2009, considerando apenas os equipamentos de rádio, TV e comunicação, representaram apenas 1,3% do total vendido ao exterior.
Dados divulgados pela Abinee fazem a comparação entre os números de 2005 e 2010. As informações mostram que as exportações representavam, em 2005, 20,4% do faturamento total do setor, que atingiu na época o total de R$ 92,8 bilhões. Já em 2010, a previsão é que as exportações atinjam 10,5% do faturamento, que está previsto em R$ 128 bilhões. Os números da Abinee abrangem mais produtos que os pesquisados no relatório da ONU, que se referem apenas aos bens de comunicação e informação.
Acesso à web no celular
O estudo da ONU também mostrou que o custo de pacotes de dados para celular no Brasil é o mais caro entre os países em desenvolvimento. De acordo com o levantamento, apenas no Brasil e no Zimbábue o preço médio do pacote de dados mensal passa dos US$ 120, o que deixa o país atrás de nações como Congo, Haiti e Bangladesh, país que tem o menor custo entre 78 listados no relatório. A média do preço mundial é de US$ 46,54 dólares.
O relatório da UNCTAD chegou ao preço médio considerando o custo total de propriedade de um pacote de tráfego de 2,1 MB de dados por mês. "Existe uma grande variação, com alguns países oferecendo por menos de US$ 20 por mês e outros por mais de US$ 100", afirma o documento.
Fonte: G1
O Brasil ficou de fora do ranking da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) sobre os 20 países que mais exportam bens tecnológicos no mundo. A China ficou isolada na primeira posição, seguida de EUA, Hong Kong, Cingapura e Coréia do Sul. Entre os países da América Latina, o único que figura na lista é o México, na 10º posição.
De acordo com Humberto Barbato, presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), o Brasil não tem uma grande indústria de tecnologia e a produção do setor no país atende apenas ao mercado interno.
“O que falta no Brasil é uma política industrial, que deveria ter sido feita há anos. Acreditamos que uma série de medidas deveria ser adotada para reverter esses dados, mas isso só vai acontecer em médio prazo”, disse. Para Barbato, entre as medidas entrariam os incentivos à instalação de uma indústria de base tecnológica no Brasil.
O relatório da ONU também mostra que, entre os países com altos níveis de pobreza, a produção tecnológica é significativa apenas na China e nas Filipinas. “A produção global é caracterizada pelas grandes barreiras à entrada de novas empresas nos países”, concluiu a entidade.
Desvalorização do dólar
A queda do dólar frente ao real é outro fator que contribui para a alta nas importações brasileiras. Entre janeiro e setembro deste ano, o dólar acumula queda de 2,93%. “Quanto mais forte for a moeda, mais inviável é de sediar no Brasil a fabricação de eletrônicos, pois resulta em uma produção nacional muito cara”, explica Barbato.
O G1 entrou em contato com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, mas ninguém se manifestou sobre o assunto. Segundo dados divulgados no site da instituição, as exportações da indústria de alta tecnologia em 2009, considerando apenas os equipamentos de rádio, TV e comunicação, representaram apenas 1,3% do total vendido ao exterior.
Dados divulgados pela Abinee fazem a comparação entre os números de 2005 e 2010. As informações mostram que as exportações representavam, em 2005, 20,4% do faturamento total do setor, que atingiu na época o total de R$ 92,8 bilhões. Já em 2010, a previsão é que as exportações atinjam 10,5% do faturamento, que está previsto em R$ 128 bilhões. Os números da Abinee abrangem mais produtos que os pesquisados no relatório da ONU, que se referem apenas aos bens de comunicação e informação.
Acesso à web no celular
O estudo da ONU também mostrou que o custo de pacotes de dados para celular no Brasil é o mais caro entre os países em desenvolvimento. De acordo com o levantamento, apenas no Brasil e no Zimbábue o preço médio do pacote de dados mensal passa dos US$ 120, o que deixa o país atrás de nações como Congo, Haiti e Bangladesh, país que tem o menor custo entre 78 listados no relatório. A média do preço mundial é de US$ 46,54 dólares.
O relatório da UNCTAD chegou ao preço médio considerando o custo total de propriedade de um pacote de tráfego de 2,1 MB de dados por mês. "Existe uma grande variação, com alguns países oferecendo por menos de US$ 20 por mês e outros por mais de US$ 100", afirma o documento.
Fonte: G1
G1 mostra que golpe usa resgate de mineiros no Chile para roubar dados bancários
Golpe usa resgate de mineiros no Chile para roubar dados bancários
Cavalo de troia captura senhas durante o acesso a bancos.
Mensagem começou a circular primeiro em espanhol.
Um e-mail fraudulento disseminando um cavalo de troia que rouba senhas bancárias está usando o resgate de mineiros no Chile para convencer o internauta a acessar o arquivo malicioso. O alerta é da fabricante de antivírus ESET. Segundo a empresa, o e-mail oferece um vídeo de uma suposta tragédia. Mas o “vídeo” é um arquivo de extensão “.com”, usada por executáveis e não por conteúdo multimídia.
“Mais uma vez os criminosos demonstram estar atentos aos temas mais importantes para propagar seus ataques”, escreveu Sebástian Bortnik, coordenador de pesquisa da ESET América Latina.
A ESET informou que o golpe começou a circular primeiro em espanhol, porque o caso ocorreu no Chile, mas que o destaque na mídia garantiu que o e-mail malicioso fosse enviado também em português.
Para Bortnik, os criminosos brasileiros podem ser interessado no golpe porque ele funcionou nos “países próximos”. “Este ataque virtual está em plena propagação. É interessante ver como a América Latina representa uma região de amplo contato onde os criminosos podem aproveitar ameaças bem sucedidas em países próximos para propagar em seus países, mesmo que utilizem idiomas diferentes”, disse.
Mensagem promete vídeo para convencer internauta a instalar vírus. (Foto: Reprodução)Recomenda-se cuidado ao abrir mensagens de e-mail que prometam conteúdos desse tipo e, sempre que possível, verificar com o remetente se ele realmente enviou um e-mail, já que não é incomum vírus utilizarem o e-mail de conhecidos e amigos para se propagarem. No caso de e-mails que afirmam terem sido enviados por grandes portais, como o G1, recomenda-se o acesso à página oficial em vez de clicar nos links presentes nas mensagens.
* Altieres Rohr é especialista em segurança de computadores e, nesta coluna, vai responder dúvidas, explicar conceitos e dar dicas e esclarecimentos sobre antivírus, firewalls, crimes virtuais, proteção de dados e outros. Ele criou e edita o Linha Defensiva, site e fórum de segurança que oferece um serviço gratuito de remoção de pragas digitais, entre outras atividades. Na coluna “Segurança para o PC”, o especialista também vai tirar dúvidas deixadas pelos leitores na seção de comentários. Acompanhe também o Twitter da coluna, na página http://twitter.com/g1seguranca.
Fonte: G1
* Altieres Rohr é especialista em segurança de computadores e, nesta coluna, vai responder dúvidas, explicar conceitos e dar dicas e esclarecimentos sobre antivírus, firewalls, crimes virtuais, proteção de dados e outros. Ele criou e edita o Linha Defensiva, site e fórum de segurança que oferece um serviço gratuito de remoção de pragas digitais, entre outras atividades. Na coluna “Segurança para o PC”, o especialista também vai tirar dúvidas deixadas pelos leitores na seção de comentários. Acompanhe também o Twitter da coluna, na página http://twitter.com/g1seguranca.
Fonte: G1
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